Frases com cadeira
Sente-se na cadeira da paciência que está na mesa do tempo do Altíssimo, para ser norteado.
Ismael dej Almeida
A minha ORAÇÃO e pra que a IGREJA não se contente apenas com uma CADEIRA, UM AR CONDICIONADO e uma BOA PALAVRA NOS CULTOS!
Ser Cristão está muito alem disso!
Dês de quando nasci tenho uma corda amarada em meu pescoço. So falta ah Vida vim e tirar Ah Cadeira Que me sustenta.
Vindo de você, mais que o luxo de arrastar a cadeira
Não posso esperar
Vindo de você, que anda tão desmoralizado, constantemente embalado
Só para o medo degustar
O PEDIDOR DE ESMOLAS
Em sua cadeira
Recebe e sai
Que destino o espera?
Desrespeitadora,
Como se comporta essa mãe!
Terra de ninguém
Massacrada por muitos.
Que destino a espera?
Filhos do nada
Espermas abortados
Caminhando ao inferno.
Mais um ano se passou. Em breve, serei apenas um amontoado de carne em uma cadeira de balanço, cama ou talvez nem isso. Acho que escolho a última opção. É menos dolorosa...
Na faculdade da vida a cadeira AMIZADE quando não sai (quando não é eliminada) condiciona a cadeira NAMORO
Para Rennan peixe
Cabelo ruim,
Morde a língua no declamar
Não tem cadeira,
Nem chão
Quando a palavra é que te faz voar.
Irmão do meu silêncio
Não somos filhos do mesmo deus,
Nem sei se o que falas é meu,
Mas se tu falas sou todo atento.
Nem peixes é...
Cecília não decidiu!
Mas se areia tua mão viu
Pisas de leve na maré.
E se um dia Deus quiser
Guardarei teu nome de alto mar
Pois se um dia eu me calar
Tu falas por mim aonde estiver.
Pense Bem, qual é o seu brinquedo predileto?
Montanha russa, Roda gigante ou uma simples cadeira de balanço que vai e vem...
A montanha russa te trás emoções indescritíveis, adrenalina pura.
A roda gigante te mostra o mundo de cima, de baixo, nada de adrenalina, mas muito romântica...
Já a simples cadeira de balanço te trás a adrenalina a visão de todos os ângulos o vai e vem das emoções e a inocência do significado da palavra 'romantismo'
Tranquilizante natural
Nada melhor,
Do que está velha cadeira de balanço de meu avô
Para embalar meus sonhos.
Quem pensar que sabe tudo, vai se ferrar. Aprenda todo dia sem parar, faça da sua cadeira de trabalho, uma carteira escolar.
A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada
A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando
No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual
Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel
A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas
Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua
Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente
As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração
A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor
Nas batidas fracas de um coração sofredor
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
No momento em que você puxa a cadeira pra ela sentar e ela diz não, deixa lá. Vá buscar o teu conforto em outro lugar.
Pra que a gente possa um dia
Sentar-se na cadeira de balanço
E Num final de tarde
Olhar pela última vez
Pra dentro de si mesmo
E dormitar
Até que a morte venha
E nos acorde delicadamente
Pela primeira vez
Perceber que a vida passou
Não fica quase nada
Pouca coisa além que relações de afeto
Isso apenas nos indica
de que sempre
Alguma coisa vem
Mesmo que não fique quase nada
Fica o pó de giz, que flutuava à luz do Sol
Fica a Lousa apagada no final da aula
A bicicleta quebrada, lá no fundo do quintal
Que igual à vida
Foi ficando pra outro dia
Fica a lembrança
de um nome escrito na calçada
Quando o cimento permitia ainda
O Primeiro dia de trabalho
Aposentadoria
A condução que chacoalhava
A notícia boa que não vinha
Tinha também a ruim
Fica a culpa
Que toda desculpa despejava em mim
Os abraços que nos demos
Os laços de amizade e de amor
Só não fica nenhuma dor
Conforme a cadeira balançou
Ela se foi
Pois não pôde ser dividida
A arte da vida ensina
Que sempre existe alguma coisa
A jamais ser repartida em dois
Termina quando a gente sabe
e aprende
Que há sempre algo
Que ao nosso saber não cabe
E um dia qualquer
Pode ser a qualquer hora do dia
Será sempre o final daquela tarde
Quando o tempo finalmente nos alcança
A cadeira balança uma última vez.
Edson Ricardo Paiva.
