Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Lindo dia para você, para mim, para todos nós!
"As flores revelam a beleza de Deus!
Sinta- as como bênçãos Que Deus na sua bondade e misericórdia espalha pelos caminhos da humanidade.
Observe-as, colha-as, cultive-as!
Traga- as para perto de si! Fique mais perto de Deus!
Só Ele é capa paz de fazer nosso "deserto" florir
Para o dia de hoje colha muitas " flores de Deus " É transforme o seu dia!
by edite/2016
Às vezes sinto que você me assassinou. Sinto tanta dor em minha alma. Sinto pena de mim mesma. Sinto-me miserável e destruída pela total falta de consideração. Eu fiz tanto por você.
Se há frutos de justiça, é Cristo operando em mim; se há obras da carne, sou eu me afastando da Videira.
Toda virtude em mim é a graça de Cristo operando; minhas falhas, contudo, decorrem da fragilidade da minha natureza humana.
Que eu nunca encolha os sonhos dentro de mim. Eles nasceram para ser semeados, mesmo em terras áridas. Se eu fizer a minha parte com fé e coragem, Deus cuidará do resto e, no tempo certo, fará florescer aquilo que um dia plantei.
O Tempo em Mim
O tempo não corre, ele pousa.
Às vezes é chá quente na panela,
demora, queima, e a gente nem vê passar.
Outras vezes é 60 anos num piscar.
É filho pequeno que ontem cabia no colo
e hoje me chama pra conselho.
É ruga que chega sem pedir licença
e memória que volta com cheiro de café.
É pressa no corpo, calma na alma.
O tempo não é relógio.
É saudade do que foi,
ansiedade do que vem,
e esse segundo aqui,
agora,
que se eu não abraçar,
ele vai embora.
Sentir o tempo é aprender
que a vida não cabe em calendário.
Cabe em riso, em espera,
em "te amo, filho",
dito no dia certo.
Chega de Margens
Ainda estou me acostumando com ela em pleno 62/63— esta versão de mim que parece uma evolução silenciosa, metade caos, metade clareza e, de alguma forma, ainda intencional. Ela é nova, mas também… não é. Mais como um despertar. A próxima fase do por vir. Eu não percebi que escolher ser imperfeito eventualmente se tornaria parte do por vir. E agora que ela está aqui, ela não anda na ponta dos pés. Ela (idade/mente) não pergunta se é demais. Ela simplesmente chega — crua, firme, despreocupada — como se estivesse esperando que eu parasse de me moldar em formas que deixavam todos os outros confortáveis. E quando ela avança, ela não apenas sobe ao palco — ela o preenche, como se finalmente se lembrasse de que nunca deveria ter vivido à margem da própria vida. Ela permanece ali com essa certeza silenciosa, daquela que não precisa provar nada, daquela que faz você perceber que ela nunca foi o problema — o espaço é que era pequeno demais e me fazia me preocupar, me sentir pressionado. E talvez seja essa a parte que ainda estou aprendendo: que tenho permissão para viver uma vida que me encaixe. Que não preciso me retrair para ser compreendido. Que posso querer mais espaço sem sentir que estou pedindo demais. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser quem eu sempre tentei proteger. E é isso que estou aprendendo agora: tenho permissão para crescer (ainda da tempo) além dos limites de quem eu costumava ser. Não preciso me retrair para ser compreendido e nem preciso que alguém me compreenda se esse alguém pretende caber na mesmice do cotidiano orientado por “influencer´s. Posso querer uma vida que me encaixe sem me desculpar por isso. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser eu mesmo. E quanto mais me permito crescer, mais percebo o quanto eu me reprimia sem nem notar. Quantas vezes tentei me tornar mais fácil de carregar, mais fácil de entender, mais fácil de amar. Mas não farei mais isso. Nesta idade, a idade do pôr do sol da vida, estou aprendendo a me aceitar como sou — não como um projeto, não como um problema, mas como uma pessoa que merece o espaço que preciso conquistar. Há uma estabilidade nisso. Uma espécie de confiança tranquila que eu não sabia que podia ter. E é nisso que me apego agora — na compreensão de que não preciso me diminuir para me manter amistoso. Posso crescer – ainda que nesta idade o corpo encolha e se curve - sem me perder. Posso ocupar espaço sem sentir que estou tirando algo de alguém. Esta versão de mim não é uma partida; é um retorno – talvez seja isso, quando envelhecemos, retornamos para quem fomos um dia, quando crianças puras. Uma expansão. Uma acomodação na vida que venho construindo silenciosamente. Pela primeira vez, parece menos que estou me desvencilhando de quem eu era e mais que finalmente estou me tornando quem sempre fui.
"Sem mim nada podeis fazer!" absoluta, positivamente nada! Nele todas as coisas vivem e se movem, bem como têm o seu ser; Ele não é somente a verdadeira primeira causa, contendo todo o arcabouço da criação, mas também o princípio interno, sustentador e ativo, na verdade, o único agente no universo. Os espíritos criados necessitam de que Ele lhes comunique uma fagulha da sua natureza ativa e de movimentos próprios. Mas de modo mais especial, "vós nada podeis fazer" de reto, de sábio, de bom, sem a agência direta e imediata da Primeira Causa.
Não sou ninguém, não tenho nada e não posso nada. Pois quando estou vazio de mim mesmo, então sei com certeza que nem amigos, nem inimigos, nem qualquer criatura podem me impedir de ser tomado de toda a plenitude de Deus.
Nota: Carta para a mãe (agosto de 1733).
...MaisTemo mais a mim mesmo do que os perigos desse mundo caído e das potestades do mundo tenebroso; por isso ó Deus, rogo-Te que me livre de mim mesmo.
Como que Jesus morreu por mim se eu nem havia nascido?
Cristo, na cruz, pagou o preço de sangue o valor dos nossos pecados; Ele não precisava esperar você nascer para fazer isso, assim como a Lei áurea assinada pela princesa Izabel serviu para os negros ainda não nascidos.
A cruz revela o amor infindável de Deus por mim e o custo extremo de Sua graça para resgatar o meu valor corrompido pelo pecado.
A Escritura não aponta para o poder do eu, mas para a dependência de Deus: ‘sem Mim, nada podeis fazer’.
Quero espaço.
Espaço para mim.
Espaço onde há liberdade
para eu existir.
Quero escrever o que minha alma grita,
sem me preocupar com métrica
ou rima.
As estrelas se alinham
e formam constelações,
mas há um universo de distância entre elas, para que tenham espaço
e brilhem.
Quero espaço para brilhar.
Espaço para respirar.
Espaço para me amar.
Mas sou brinquedo
das suas carências.
Há um mundo fora do meu quarto,
mas não minto quando digo
que há outro dentro dele.
Me dê espaço.
Permita que eu escolha
o filme que vou assistir.
Deixe minha liberdade
existir.
Me dê espaço.
O inspirador para mim, é ver pela manhã uma página em branco e o cursor intermitente na minha frente…
Bem-vindo, amor
Bem-vindo, amor
que acalma...
traz paz pra alma...
A poesia fala por mim
testemunhada por ti...
Bem-vindo, amor
que acaba com o longo inverno,
traz o perfume da primavera...
O calor do verão que aquece meu coração...
Bem-vindo, amor
que faz acreditar
que sempre há uma saída,
que ainda vai chegar o melhor da vida.
Que abre caminhos...
Que constrói portas...
que conserta vias tortas.
Bem-vindo, amor
que faz entender todas as outras partidas.
“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”
Fernando Pessoa
Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)
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