Cada qual tem um Gosto que o Arrasta
Sentimentos ânsiados no lugar, e, em mi, gosto saciado, segue livre, sem encarnes pra purificar, vamos celebrar em ser bons viços, pelo sim, belos mundos em poder de cura, pois, saudável é o continuar.
Se é benção, não signifique pelo gosto, limpe tudo é o, sem esforço, que hábito e além do bom, em necessário gosto, merecimento é necessidade, e pode ter conforto.
O Caminho da paz, têm tom no cheiro, e, vive integrando pelo gosto, doce gratidão, em nosso corpo íntegro inteiro, é o respirar macio do sossêgo, sem nada esperar, já é a certeza de dos, em antigos freios.
Vontade é um poder pra tecer nossas responsabilidades, e, não pra se perder sem o gosto das verdades.
A ânsia nos sonhos, são frutos sem o gosto, pela falta de tom regido, pelo falsos sentimentos, cocriados, pelo medo de ser revelado, o que não se podia, além dos tempos, pois, sempre lhe acalentava os bons momentos, palavrar não expõe ninguém, pela verdade do centro, às atmosferas são seu merecimento.
Um vencedor alegra tantos no vencer, sem lutar, los solunares, é do gosto, a paz em todos os lugares.
Continuação Natural
Deixe, eu gosto da seleção, não a de futebol, mas, a natural, sobreviverá o melhor, a mais adaptada e a que possui maior e melhor raiz. Selecionamos pessoas e o tempo seleciona a seleção, àquela mais linda, nem sempre é a melhor, nem sempre a melhor é a mais adaptada, adaptação é estar, e se estando é continuar, continuaremos.
Feliz Natal
Finalmente estamos fechando este ano bastante conturbado. “Gosto de pensar no Natal como um ato de subversão... um menino pobre, uma mãe solteira, um pai adotivo... quem assiste seu nascimento é a ralé da sociedade, os pastores. É presenteado por gente ‘de outras religiões (magos, astrólogos)’. A família tem que fugir e assim viram refugiados políticos. Depois voltam a viver na periferia. O resto a gente celebra na Páscoa,mas com a mesma subversão, sim! A revolução virá dos pobres! Só deles podem vir a salvação! Feliz Natal!! Feliz subversão.”
O Espaço Descontínuo
Gosto de viver
Com
A realidade
Quem diz que busca
É porque não a tem
Mas com algum delírio
Sou vil
Sou reles
Como toda a gente
É com a imaginação
Que eu amo o bem
Só
A realidade
É
Para mim, insuportável
Fantasma
Do meu ser
Presente
Gosto de Sol
Sempre vem
Cada vez
Mais volumoso
Mais intenso
Sem prazo
De validade
Qualquer dia
A gente se vê
Carinhosamente
De presente
O passado
Negra lu.
Morena hoje irei me deliciar com o sabor de sua pele, sentir o gosto de sua boca na minha.
Mordendo seu corpo como se fosse chocolate; bebendo na taça de seu umbigo frações de vinho tinto, lhe proporcionando uma tempestade de prazer.
Morena eu quero você toda para mim.
Sinto você na pele que cobre meu corpo
Sinto seu gosto na memória de um presente constante. Satisfaço a vontade de seus beijos lembrando os beijos que demos.
Saudade é aquilo que faz o tempo parar e que também faz as coisas pararem no tempo.
