Ferreira de castro

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Amar é mais que sentir amor

Amor é querer bem
É sonhar
É gostar de sentir
É gostar de conversar

Amar é demonstrar
É colocar em prática
É ação
É não ficar apenas no coração

Muitos têm amor
Muitos sentimentos têm
Muitos até se emocionam
Jamais esquecem do amor que retêm

Muitos não sabem amar
Apesar do amor que tem
Muitos esquecem
Amar é mais do que o coração contém

Aja por ele
Não apenas sinta amor
Demonstra ternura
Pratique com fervor
Livro CRÔNICAS E POEMAS REFLEXIVOS

A história humana não se desenrola apenas nos campos de batalhas e nos gabinetes presidenciais. Ela se desenrola também nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas de subúrbios, nas casas de jogos, nos prostíbulos, nos colégios, nas usinas, nos namoros de esquinas. Disso eu quis fazer a minha poesia. Dessa matéria humilde e humilhada, dessa vida obscura e injustiçada, porque o canto não pode ser uma traição à vida, e só é justo cantar se o nosso canto arrasta consigo as pessoas e as coisas que não tem voz.

Depois que você sofre algumas decepções amorosas, você passa a não acreditar mais no amor. Até que surge alguém que pode mudar tudo, mas nem sempre é pra melhor.

Namora comigo
Prometo pôr sua alma em meus textos
Criar um mundo nosso onde possamos nos abrigar quando aqui fora doer
Te deixar livre e te ver flutuar
Se quiser pular sem paraquedas vou contigo e se quiser que fique, amortecerei sua queda
Não te deixarei na rotina
Ainda podemos resgatar nossos sonhos de adolescente
Continuaria palhaço dando risadas das sua piadas, que as vezes não tem graça
Para quê graça nas piadas, se só de te ver não paro de dar risadas
Que tal juntar nossos escudos
Ser seu herói mesmo sabendo que consegue muito bem se proteger sozinha
Mas, se preferir pode ser o Batman, tenho uma mala cheia de curativos e cuidarei dos seus machucados
Continue sendo guerreira e princesa
não te protegerei com uma jaula e sim com um paraquedas
Me vista se quiser
Me deixa mergulhar nós teus prazeres
Realizar teus fetiches
Viver algo intenso, real. Mesmo que um dia acabe ou dure pouco, vamos fazer valer a pena, vamos viver pelo menos um dia sem medo.

Notas sobre ela.
Não há notas sobre ela que se enquadrem por
muito tempo, ela muda como a lua.
Não há um padrão, nem uma sincronia que a faça previsível
nem por um instante,
seus risos não são leis, assim como suas lágrimas não são sempre de dor.
Ela não precisa estar para comparecer, ela não precisa
mostrar para que você possa ver,
na verdade, você nunca vê,
você sente o que ela lhe transmite. Mas às vezes ela é simples,
você não erra um palpite, só não acostume com a simplicidade,
ela se descomplica pra você não desistir, pra te motivar.
Ela te quer por perto, às vezes ela só quer estar ao lado,
em silêncio,
ouvindo o som do ambiente, e isso não significa que ela queria
estar em outro lugar que não fosse ali.
E quando está brava, ela não vai falar,
acostume garoto,
ela vai te fazer sentir na vibe que algo não está certo,
ela vai sorrir mais pra te confundir, ela vai te tocar levemente,
te acarinhar com seus dedos frios e firmes, te olhar fixamente,
sorrir calma e insana entredentes, ela vai fechar e abrir os olhos
lentamente
como se houvesse um peso em suas pálpebras quando você perguntar o que houve,
mas ela vai dizer que não foi nada,
até achar que você merece saber, se merecer.
Ela vai te amar, meu amigo, ela vai te amar loucamente,
tu não vai esquecer cada beijo destes lábios vermelhos,
ela vai te fazer implorar pela eternidade,
vai te dizer as coisas mais incríveis que já ouviu de uma mulher,
vai te mostrar costumes que vai te encantar,
vai ser menina indefesa pra te fazer querer cuidar,
mas te mostrando que também usa a raça quando tu falhar.
Ela vai te dar mais abraços do que tu já recebeu em toda sua vida,
não há uma parte do seu corpo que os dedos dela não percorram
num carinho que ela lhe conceda,
ela hipnotiza.
Mas um dia você vai acordar,
ela não é mais nada do que você lembra,
o olhar dela não lhe diz mais nada,
mas ela está ali dentro, mas,
meu caro,
é aí que você vai precisar formular outra nota sobre ela,
e comece sempre do princípio de que
não há notas sobre ela que se enquadrem por muito tempo,
e vá redescobrir a mulher incrível que você tem,
cuidando pra que o amor dela seja sempre seu também,
correndo contra o tempo,
se tiver acordado a tempo.

Não-coisa

O que o poeta quer dizer
no discurso não cabe
e se o diz é pra saber
o que ainda não sabe.

Uma fruta uma flor
um odor que relume...
Como dizer o sabor,
seu clarão seu perfume?

Como enfim traduzir
na lógica do ouvido
o que na coisa é coisa
e que não tem sentido?

A linguagem dispõe
de conceitos, de nomes
mas o gosto da fruta
só o sabes se a comes

só o sabes no corpo
o sabor que assimilas
e que na boca é festa
de saliva e papilas

invadindo-te inteiro
tal do mar o marulho
e que a fala submerge
e reduz a um barulho,

um tumulto de vozes
de gozos, de espasmos,
vertiginoso e pleno
como são os orgasmos

No entanto, o poeta
desafia o impossível
e tenta no poema
dizer o indizível:

subverte a sintaxe
implode a fala, ousa
incutir na linguagem
densidade de coisa

sem permitir, porém,
que perca a transparência
já que a coisa é fechada
à humana consciência.

O que o poeta faz
mais do que mencioná-la
é torná-la aparência
pura — e iluminá-la.

Toda coisa tem peso:
uma noite em seu centro.
O poema é uma coisa
que não tem nada dentro,

a não ser o ressoar
de uma imprecisa voz
que não quer se apagar
— essa voz somos nós.

Ferreira Gullar

Nota: Poema extraído dos “Cadernos de Literatura Brasileira”, editados pelo Instituto Moreira Salles — São Paulo, n.º 6, setembro de 1998, pág. 77.

...Mais

Se as pessoas que falam mal de mim soubessem o que acho delas, falariam mais ainda.

Aprender juntos, rir juntos, caminhar juntos, decidir juntos, chorar juntos, compartilhar tudo, tudo mesmo, não se anular para viver a vida do outro, e sim, fazer da vida dos dois, uma só vida. Este é o segredo da nossa felicidade e sucesso. Hoje tenho certeza que meu melhor amigo acorda comigo todas as manhãs.

Hoje eu queria te dar um beijo.
Um beijo inocente, um beijo na testa de boa noite.
Não vou te pedir pra estar comigo nesta noite, nem pedir que eu esteja nos teus sonhos.
Quero apenas te dar um beijo, pra te mostrar o meu carinho, pra te ver repousar.
Quero te ver repousar, tranquilo, com a insegurança de um amanhã, mas com a segurança do meu amor — a segurança de que há uma menina à espera do teu “bom dia”.
A cama parece um bom lugar pra sonhar…
Sonhos que ainda precisam esperar, mas que, se você quiser, um dia vão se realizar.
E, se você desejar, ao teu lado eu posso ficar. ❤

As lágrimas e os sorrisos expressam palavras que não podem ser ditas.

Para conviver em harmonia, não é bom que tudo seja mostrado, mas é essencial que se saiba o que está sendo escondido.

Admiro demais os gatos. Gosto da coragem que eles têm em assumir riscos. Do jogo de cintura e da flexibilidade para superar desafios. Me fascina a sensação de liberdade e autenticidade que transmitem. De forma alguma vejo neles traição. Talvez seleção. Não fazem ‘graça gratuita’.
Quando amam, amam! Quando não amam, simplesmente ignoram.
E saem de cena, sutilmente.

Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta: quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos a idéia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.

Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos. Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão — e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento: fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.

O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma coisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.

Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventura sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.

Mas às vezes não é assim. Às vezes o sonho vem, baixa das nuvens em fogo e pousa aos teus pés um candelabro cintilante. Dura uma tarde? Uma semana? Um mês? Pode durar um ano, dois até, desde que as dificuldades sejam de proporção suficiente para manter vivo o desafio e não tão duras que acovardem os amantes. Para isso, o fundamental é saber que tudo vai acabar. O verdadeiro amor é suicida. O amor, para atingir a ignição máxima, a entrega total, deve estar condenado: a consciência da precariedade da relação possibilita mergulhar nela de corpo e alma, vivê-la enquanto morre e morrê-la enquanto vive, como numa desvairada montanha-russa, até que, de repente, acaba. E é necessário que acabe como começou, de golpe, cortado rente na carne, entre soluços, querendo e não querendo que acabe, pois o espírito humano não comporta tanta realidade, como falou um poeta maior. E enxugados os olhos, aberta a janela, lá estão as mesmas nuvens rolando lentas e sem barulho pelo céu deserto de anjos. O alívio se confunde com o vazio, e você agora prefere morrer.

A barra é pesada. Quem conheceu o delírio dificilmente se habitua à antiga banalidade. Foi Gogol, no Inspetor Geral quem captou a decepção desse despertar. O falso inspetor mergulhara na fascinante impostura que lhe possibilitou uma vida de sonho: homenagens, bajulações, dinheiro e até o amor da mulher e da filha do prefeito. Eis senão quando chega o criado, trazendo-lhe o chapéu e o capote ordinário, signos da sua vida real, e lhe diz que está na hora de ir-se pois o verdadeiro inspetor está para chegar. Ele se assusta: mas então está tudo acabado? Não era verdade o sonho? E assim é: a mais delirante paixão, terminada, deixa esse sabor de impostura na boca, como se a felicidade não pudesse ser verdade. E no entanto o foi, e tanto que é impossível continuar vivendo agora, sem ela, normalmente. Ou, como diz Chico Buarque: sofrendo normalmente.

Evaporado o fantasma, reaparece em sua banal realidade o guarda-roupa, a cômoda, a camisa usada na cadeira, os chinelos. E tudo impregnado da ausência do sonho, que é agora uma agulha escondida em cada objeto, e te fere, inesperadamente, quando abres a gaveta, o livro. E te fere não porque ali esteja o sonho ainda, mas exatamente porque já não está: esteve. Sais para o trabalho, que é preciso esquecer, afundar no dia-a-dia, na rotina do dia, tolerar o passar das horas, a conversa burra, o cafezinho, as notícias do jornal. Edifícios, ruas, avenidas, lojas, cinema, aeroportos, ônibus, carrocinhas de sorvete: o mundo é um incomensurável amontoado de inutilidades. E de repente o táxi que te leva por uma rua onde a memória do sonho paira como um perfume. Que fazer? Desviar-se dessas ruas, ocultar os objetos ou, pelo contrário, expor-se a tudo, sofrer tudo de uma vez e habituar­-se? Mais dia menos dia toda a lembrança se apaga e te surpreendes gargalhando, a vida vibrando outra vez, nova, na garganta, sem culpa nem desculpa. E chegas a pensar: quantas manhãs como esta perdi burramente! O amor é uma doença como outra qualquer.

E é verdade. Uma doença ou pelo menos uma anormalidade. Como pode acontecer que, subitamente, num mundo cheio de pessoas, alguém meta na cabeça que só existe fulano ou fulana, que é impossível viver sem essa pessoa? E reparando bem, tirando o rosto que era lindo, o corpo não era lá essas coisas... Na cama era regular, mas no papo um saco, e mentia, dizia tolices, e pensar que quase morro!...

Isso dizes agora, comendo um bife com fritas diante do espetáculo vesperal dos cúmulos e nimbos. Em paz com a vida. Ou não.

Dúvida, Silêncio, Medo e Sofrimento!

Às vezes a dúvida nos deixa reflexões
na qual a incerteza dos nossos atos
tomam posse das nossas fraquezas.

Às vezes o silêncio reflete nossas ações
no qual pensamos que eram exatos
e se tornam apenas em acúmulos de tristezas.

Às vezes o medo nos deixa sem saída
por plenas razões propostas em evidência
e contra a felicidade ainda resistem.

Às vezes o sofrimento da nossa vida
requer apenas uma questão de paciência
se compreendermos que quedas existem.

*Escolhas*

Labirinto, essa é melhor definição humana, para a Vida
Cheia de caminhos, curvas, e retas
Mas principalmente de caminhos

Sempre nos perguntando por qual seguir
Verdadeiro labirinto, onde cada caminho escolhido
É uma mudança na vida, onde a curva

E as paredes do labirinto, não permitem ver onde vai dar
Bom que a vida fosse formada por vários caminhos
Mas que pudéssemos ver o desvendar deles

E prever, o que íamos passar, se escolhêssemos tal caminho
E assim poderíamos escolher o que trouxesse só
Felicidade, Amor, Sucesso...

Mas a vida é um labirinto...
E como labirinto, ela é cheia de caminhos
Repleta de curvas e paredes tortas

As curvas e as paredes tortas não nos permitem
Ver o que nos espera
Mas e então?

O que fazer quando escolhemos o caminho errado?
O bom do labirinto é que o caminho escolhido
Sempre tem volta, e se tem volta, basta olhar pra traz.

E ter coragem suficiente, para enfrentar tudo novamente
E voltando atrás, a nova dúvida vai surgir
Mas com sabedoria, o melhor caminho seguir

E lembrar, que já andávamos no caminho certo...
E resolvemos nos arriscar num caminho desconhecido
Por simples desejo do que é diferente

Hoje andamos em caminhos desconhecidos, e com medo de voltar
O caminho de volta ainda ta bem claro, e ainda há vestígio de
Nossa viagem até aqui
Noto que esse caminho logo vai se fechar, e a escolha
Que fizemos lá atrás logo vai deixar de existir.

“Nossos caminhos, fazemos
Com dúvidas escolhemos
E com coragem vencemos!”

PERFEIÇÃO

Perfeito seria acordar pela manhã e ver que ainda tenho duas horas de sono.
Na verdade seria perfeito dormir a noite toda.

Perfeito seria o pão cair da mão e não cair do lado da manteiga.
Na verdade perfeito seria que o pão nem caísse.

Perfeito seria pedir um aumento de salário e seu pedido ser atendido.
Na verdade perfeito seria nem precisar pedir aumento.

Perfeito seria gostar de alguém, e ser correspondido sem ao menos a pessoa lhe conhecer.
Mas isso já é pedir demais... rsrs

Já pensou se tudo fosse perfeito? Sem aquele desafio, ou dúvida de algo dar errado?
Não existiria o sabor de vitória, pois certamente, você saberia que,
Poderia fazer de qualquer jeito, pois sempre ia sair perfeito.

O desafio da vida está na incerteza das coisas, e dos sonhos.
Sonhos existem para nós transformamos em realidade
E desafios, para podermos vencer.

Dia após dia, vencendo os desafios,
E transformando sonhos em realidade
Talvez assim, poderemos chegar perto da perfeição!

Perfeito fossem todos os desejos, mas não seriam desejos,
Seriam certezas...
Melhor assim, pois se tudo der certo...será perfeito!!!

A beleza não passa de uma maravilha que a natureza arma à razão.

Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos.

A glória só chega àqueles que com ela sonharam.

Pouca ou nenhuma vez se realiza com a ambição coisa que não prejudique terceiros.