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Imperfection is beauty, madness is genius and it's better to be absolutely ridiculous than absolutely boring.

Inserida por loveandrockets

I wish you, night and day. I want you forever. Promise you'll never leave me?

Inserida por AninhaSchroeder

Drink for beauty and fill my blank page...

Inserida por lohane576

Look to you

If you forgot what you was
and changed as if it never existed before
Why not take advantage and go away?

Now you think you are strong
But the weakness is in your eyes,
You can't deny
then you don't let me see them
Fast! Put your mask
Hide your fear, go make your carnival!

Now I got tired of thinking
You aren't more than I
I can be incomplete
But you know, not just me that feel

Now go ahead incomplete!
Dream and fool yourself
Now go ahead child
and discover what you are doing...

(J.G. Alves Lima)

Inserida por joaolima

Nos EUA o livro foi publicado com o tĂ­tulo “Madison & Vine: Why the Entertainment and Advertising Industries Must Converge to Survive”. As avenidas Madison e Vine sĂŁo os endereços das principais empresas de comunicação e agĂȘncia de publicidade nos EUA. O tĂ­tulo afirma que Ă© preciso convergir publicidade e entretenimento, para que os dois setores sobrevivam.

O autor fala da uniĂŁo das empresas de entretenimento com as de propagandas a fim de se criar idĂ©ias criativas diante das imensas mudanças que vĂȘm ocorrendo nos modelos tradicionais de negĂłcios das duas indĂșstrias. Ele acredita que a convergĂȘncia entre as duas nĂŁo pode ser apenas uma inserção de produtos em filmes e em programas televisivos feito pelo medo de que o comercial de 30′ se torne obsoleto perante as novas tecnologias de gravação digital e sem foco no consumidor.

Na indĂșstria de entretenimento, o desafio Ă© como cobrar pelo conteĂșdo, quando a pirataria Ă© cada vez maior. A personificação Ă© o Napster. Na publicidade, o desafio Ă© como comunicar em um mundo onde o poder nĂŁo estĂĄ mais na mĂŁo da indĂșstria. O exemplo vivo nos EUA Ă© o TIVO, que permite gravar progamas e “pular” comerciais.

O consumidor tem cada vez mais opçÔes, mais controle, mais informação para negociar e decidir. Tem cada vez mais poder. O consumidor quer mais escolhas e mas conveniĂȘncia, e quem oferece isso ganha. Um bom exemplo Ă© a loja online Itunes, da Apple.

Capítulo 1 – O sistema pifou

Pela primeira vez, se vĂȘ a necessidade da colaboração mĂștua entre os dois setores, devido ao medo, jĂĄ que os modelos antigos estĂŁo prestes a desabar. Este medo Ă© provocado pelas novas tecnologias que colocam o consumidor com total autonomia. Agora ele pode gravar seus programas e driblar os comerciais. Desta maneira as TVs sĂŁo obrigadas a mudar e assim, percebem que o dinheiro nĂŁo virĂĄ mais dos anunciantes. EntĂŁo Ă© preciso uma reinvenção do negĂłcio da comunicação, do marketing. Este modelo pode acabar com algumas marcas, mas ao mesmo tempo pode construir novas marcas. Depende de quem quiser participar, jĂĄ que nĂŁo hĂĄ escolha.

A grande mudança vai ocorrer em relação a quem tem o poder, que antes era de quem produzia e hoje é de quem consome. Este consumidor agora tem total liberdade e autonomia. Outra diferença é que o modelo tradicional sempre foi de intrusão e agora ele precisa convidar o telespectador e para isso precisa descobrir e aprender o que o consumidor quer.

Capítulo 2 – Se pifou, conserte

SoluçÔes:

■Publicidade de longo formato – comercial com mais de 30′ e 60′ com valor de diversĂŁo, sem a cara dos antigos comerciais, sem ter alguĂ©m falando o quanto Ă© bom aquele produto. Um exemplo sĂŁo os mini filmes da BMW.
■Integração de mensagens publicitĂĄrias em programas de roteiro fixo (novelas) e sem roteiro fixo (reality shows e programas de variedades) Ex: Coca-cola no programa American Idol.
■Integração de produtos em filmes – esta inserção nĂŁo Ă© nova, no entanto hoje Ă© dada uma participação muito maior aos publicitĂĄrios que tĂȘm voz ativa, antes mesmo das filmagens.
■Parcerias com a indĂșstria da mĂșsica – as indĂșstrias musicais vĂȘem cada vez mais os comerciais como parceiros para a distribuição e um forte aliado contra a pirataria.
■Programas financiados por anunciantes – esta uma prĂĄtica que vem sendo adota a fim de desbancar a concorrĂȘncia e vista como uma oportunidade de marketing.
Outros exemplos sĂŁo as inserçÔes de produtos em videogames, como foi o caso do jogo “The Sims”.

Ele acredita que os comerciais divertidos tĂȘm seu espaço junto ao consumidor, jĂĄ que a partir de um estudo viu-se que as pessoas nĂŁo ignoravam dois tipos de comerciais: os de medicamentos, por serem informativos e os de cervejas, por serem divertidos. Para ele, estĂĄ aĂ­ o grande negĂłcio – juntar a mensagem publicitĂĄria com a de entretenimento.

Capítulo 3 – O chamado geral de Heyer

Steven Heyer, executivo de marketing da Coca-cola, responsåvel por um dos maiores orçamentos de marketing do mundo, deixa claro a importùncia de se aderir ao novo sistema em palestra do seminårio Madison & Vine.

Disse que a Coca-cola nĂŁo pensaria duas vezes em se juntar a quem apresentasse boas idĂ©ias para aumentar as vendas e promover a marca neste novo cenĂĄrio. Disse tambĂ©m que hoje Ă© mais importante a economia baseada na experiĂȘncia, na produção cultural do que a produção de bens.

CapĂ­tulo 4 – Tudo que Ă© velho pode ser reciclado

A pråtica da inserção de produtos não é nova, muitos pintores renascentistas pintavam em seus quadros objetos de grande valor para a sociedade. Mas hoje, precisa se descobrir maneiras de fazer essa inserção de forma bem mais criativa, passando credibilidade e também conquistando os consumidores.

Capítulo 5 – Um videocassete turbinado

Esta nova tecnologia, dos DVRs (Digital Video Recorders), garante ao telespectador total autonomia, dando a ele o comando da TV e também a possibilidade de criar a sua própria programação. Ela, porém, coloca em riscos os rendimentos publicitårios. Um estudo da CNW mostra que os usuårios de DVR pulam 72,3% dos comerciais. No entanto, esse sistema também cria oportunidades, pois pode se colocar mais interatividade nos comerciais, para quem tem DVR, trazendo as vantagens da publicidade online (links que levam a mais informação) para a publicidade na TV.

Capítulo 6 – Fazendo a ponte

Um exemplo da fusĂŁo entretenimento e publicidade foi o evento da marca Victoria’s Secret, que montou um mega desfile, com uma super produção e que foi transmitido pela TV aberta. Este evento nĂŁo foi nada mais nada menos do que um comercial de lingerie de 1h de duração. Os reality shows tambĂ©m sĂŁo uma solução, porĂ©m eles tĂȘm vida curta e nĂŁo serĂŁo reprisados, entĂŁo os patrocinadores se tornaram parte dos programas.

Acredita que esta inserção traga credibilidade ao produto, jå que o telespectador não pode zapeå-lo, só se deixar de assistir ao programa. Mas esta não é uma solução definitiva é preciso criar uma ligação emocional com o telespectador. Outro modelo são os patrocinadores que são acionistas de espetåculos virem proprietårios, aumentando assim o potencial de crescimento.

Capítulo 7 – O futuro do TIVO (DVRs)

A empresa TIVO vem tentando fazer alianças com profissionais de marketing e de propaganda argumentando que os DVRs sĂŁo um fato, e aderindo ao TIVO serĂĄ possĂ­vel agregar valor a propaganda, pois com ele hĂĄ uma delimitação do pĂșblico alvo e Ă© possĂ­vel fazer propaganda em formatos mais longos, com interatividade e diversĂŁo.

Acredita-se que a televisão entrarå na terceira era. A primeira foi à dominação da TV aberta, a segunda a revolução da TV a cabo e a terceira serå a do controle do consumidor.

Capítulo 8 – A loucura do cinema

Um grande impacto para os estĂșdios de cinema foi o fenĂŽmeno da bilheteria do fim de semana de estrĂ©ia. A quantia arrecadada nesse fim de semana passou a mostrar se o filme seria um sucesso ou nĂŁo. Com isto os investimentos de marketing se tornaram cada vez mais sofisticados e concentrados na estrĂ©ia.

A indĂșstria de cinema nĂŁo quer correr muitos riscos entĂŁo vem apostando em filmes franquias, que sĂŁo filmes com potencial de continuação. Um dos grandes temores em relação ao cinema Ă© a pirataria digital, que jĂĄ atingiu o mercado da mĂșsica e agora ameaça o cinema.

Capítulo 9 – Produzindo uma resposta

Para Joe Morgenstern, do The Wall Street Journal, o melhor comercial de carros foi o filme “Uma saída de mestre”, que coloca o carro Mini no centro do filme. Esta foi uma inserção do produto vista com admiração e inveja por parte dos não participantes do negócio.

Outras parcerias foram do filme O Gato (em inglĂȘs, The Cat in the Hat) com empresas como Burger King, Kraft, Kellogg`s, Hershey e outras. Esta parceria garantiu o sucesso de bilheteria no fim de semana de estrĂ©ia quando a crĂ­tica jĂĄ colocava o filme como intragĂĄvel.

Outro exemplo Ă© o da Jeep com o filme “Tomb Raider II”. A Jeep cedeu trĂȘs carros para as gravaçÔes e em troca pode usar as filmagens para os comerciais e a prĂłpria estrela do filme.

Capítulo 10 – O barril de pólvora da BMW

Os comerciais de longo formato da BMW, que se parecem muito mais filmes do que propriamente comerciais se tornaram grande sucesso, tanto de crĂ­tica, quanto de pĂșblico. Se tornando um novo modelo de propaganda.

Estes mini filmes contaram com a direção de conceituados diretores, além de participação de atores famosos. O grande desafio enfrentado foi que, para ser visto, precisava ser baixado do site da BMW. Não era mais a propaganda que procurava o consumidor e sim o contrårio.

Normalmente se gasta 10% para produzir e 90% para divulgar. Nesse caso, as percentagens foram inversas. Todas as expectativas foram superadas. Houve uma integração da marca, em nenhum momento o carro aparece bonitinho e ninguém fala a respeito da qualidade ou superioridade do carro, mas exibem a personalidade do mesmo, de forma perfeita.

Capítulo 11 – BMW – a versão da casa

Este capĂ­tulo conta a conversa do autor com Jim McDowell, grande responsĂĄvel pelos comerciais da BMW. Ele diz que avaliando o anunciante e seu pĂșblico alvo, chegou a conclusĂŁo que era um pĂșblico alvo reduzido.

Diante desta conclusĂŁo, pode tomar decisĂ”es efetivas junto aos compradores em potenciais, como oferecer um curso de pilotagem profissional de 300 dĂłlares. A BMW procura fazer diferente do mercado. Ele fez parcerias com filmes do 007 e depois passou para os mini filmes. Foram 8, lançados a cada trĂȘs semanas, a fim de gerar “buzz”, com a propaganda boca a boca. A cada lançamento eram adotadas estratĂ©gias diferentes. Desta maneira saĂ­ram vĂĄrios artigos, reportagens, alĂ©m da comunicação na internet.

CapĂ­tulo 12 – Pare a mĂșsica, maestro

A diferença da indĂșstria da mĂșsica para os outros segmentos Ă© que ela jĂĄ foi atingida e tenta agora se recompor. As vendas vĂȘm caindo por causa da pirataria. Uma das soluçÔes encontradas foi o ITunes, criado pela Apple, onde as pessoas podem baixar mĂșsicas por US$ 0,99 e ĂĄlbuns por US$ 9,99.

Também foram feitos processos contra pessoas que fazem downloads ilegais. Outra solução é a redução de preços, além da união com as marcas para aumentar a distribuição e verbas de marketing.

CapĂ­tulo 13 – Troque a mĂșsica

A inserção da mĂșsica com a propaganda Ă© um fato que vem se tornando muito importante diante da crise desta indĂșstria e que vem conquistando muitos defensores e adeptos.

Um exemplo foi a Coca-cola, em um comercial com artistas cantando uma mĂșsica que depois foi incluĂ­da no CD dos mesmos. Estas parcerias acabam sendo muito valiosas para artistas iniciantes que nĂŁo tĂȘm mais espaços em rĂĄdios e apoios do marketing.

Outros enxergam um modelo diferente, na qual os anunciantes receberiam uma porcentagem das vendas e em troca promoveriam os artistas de forma mais intensa.

Capítulo 14 – As milhas de Sting

Um dos melhores exemplos da convergĂȘncia entre mĂșsica e publicidade foi o vĂ­deo-clipe da mĂșsica Desert Rose, do Sting. O carro escolhido foi um Jaguar. ApĂłs a filmagem, os produtores perceberam que tinham filmado um comercial de carro e assim procuraram a agĂȘncia de publicidade do Jaguar, que mostrou interesse.

O comercial foi ao ar e ultrapassou tudo o que jå havia visto em termos de promoção de um ålbum do Sting.

O sucesso foi enorme. Vendeu-se mais Cds do Sting. Vendeu-se mais carros Jaguar. E a Jaguar conseguiu melhorar seu posicionamento junto aos jovens, um desejo antigo da empresa.

Capítulo 15 – Passando os limites

Esse capítulo do livro fala sobre os problemas de se ultrapassar os limites. Não se pode perder o foco no consumidor e esquecer que ele vem em primeiro lugar. As novas formas de propagandas não podem ser feitas de maneira “preguiçosa” e sem criatividade.

Não pode faltar imaginação nem tratar o consumidor como um tolo, como é o caso de inserçÔes grotescas em programas e filmes. Esta é uma ferramenta de marketing, mas não substitui as boas idéias.

Capítulo 16 – Os conectores

Termo aderido pelas agĂȘncias para substituir os intermediĂĄrios. Assim os conectores sĂŁo aqueles que se relacionam tanto com as indĂșstrias de entretenimento quanto com as agĂȘncias de publicidade. Acredita-se que haja cada vez mais a necessidade desses conectores, pois os acordos sĂŁo muito trabalhosos e se falam duas lĂ­nguas diferentes.

Capítulo 17 – A prova dos 9

Como em toda nova mídia, contabilidade e métricas são essenciais para as alianças. Logo é preciso medir o retorno financeiro para ambos. O autor defende a idéia de que se deve estabelecer metas, padrÔes, para determinar este retorno, eliminando assim o chute e fazendo com que não haja desculpas para o não investimentos nessas as novas iniciativas.

Capítulo 18 – Seis regras simples

As idéias ditas anteriormente podem ser reduzidas em seis regras para o desenvolvimento delas:

1.Rejeite o status quo – a mudança nĂŁo Ă© mais uma opção e sim uma necessidade econĂŽmica.
2.Coopere – enquanto Hollywood estĂĄ acostumada a dividir custos, as agĂȘncias nĂŁo gostam de trabalhar em equipe, mas para dar certo Ă© preciso a cooperação mĂștua, jĂĄ que quando os profissionais de marketing resolverem investir vĂŁo procurar um trabalho em equipe para que haja um melhor resultado.
3.Exija responsabilidade – as ausĂȘncias de padrĂ”es, mensuraçÔes, preço Ă© um grande empecilho e estas novas estratĂ©gias nĂŁo podem ser vistas como uma experiĂȘncia.
4.Mantenha-se flexĂ­vel – o modelo ainda Ă© novo e a Ășnica certeza Ă© que ele vai ser diferente, entĂŁo Ă© preciso experimentar varias alternativas e experiĂȘncias novas e ousadas.
5.Deixe Fluir – neste novo ambiente são os consumidores que definem suas marcas para isso os profissionais precisam deixar mais soltas as regras sobre as mesmas, pois não se tem mais controle total sobre as mensagens publicitárias.
6.Respeite o pĂșblico – o consumidor nĂŁo Ă© tolo. Se for tratado como tal e sem respeito, os criadores nĂŁo vĂŁo conseguir fazer com que seus produtos passem pela porta de entrada.

Inserida por Repousa

Romeu e Julieta (no original em inglĂȘs Romeo and Juliet) Ă© uma tragĂ©dia escrita entre 1591 e 1595, nos primĂłrdios da carreira literĂĄria de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famĂ­lias, outrora em pĂ© de guerra. A peça ficou entre as mais populares na Ă©poca de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, Ă© uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens Ă© considerado como o arquĂ©tipo do amor juvenil.

Romeu e Julieta pertence a uma tradição de romances trĂĄgicos que remonta Ă  antiguidade. Seu enredo Ă© baseado em um conto da ItĂĄlia, traduzido em versos como A TrĂĄgica HistĂłria de Romeu e Julieta por Arthur Brooke em 1562, e retomado em prosa como PalĂĄcio do Prazer por William Painter em 1582. Shakespeare baseou-se em ambos, mas reforçou a ação de personagens secundĂĄrios, especialmente MercĂșcio e PĂĄris, a fim de expandir o enredo. O texto foi publicado pela primeira vez em um quarto[a] de 1597 mas essa versĂŁo foi considerada como de pĂ©ssima qualidade, o que estimulou muitas outras ediçÔes posteriores que trouxeram consonĂąncia com o texto original shakespeariano.

A estrutura dramĂĄtica usada por Shakespeare—especialmente os efeitos de gĂȘneros como a comutação entre comĂ©dia e tragĂ©dia para aumentar a tensĂŁo; o foco em personagens mais secundĂĄrios e a utilização de sub-enredos para embelezar a histĂłria—tem sido elogiada como um sinal precoce de sua habilidade dramĂĄtica e maturidade artĂ­stica. AlĂ©m disso, a peça atribui distintas formas poĂ©ticas aos personagens para mostrar que eles evoluem; Romeu, por exemplo, fica mais versado nos sonetos a medida que a trama segue.

Em mais de cinco sĂ©culos de realização, Romeu e Julieta tem sido adaptada nos infinitos campos e ĂĄreas do teatro, cinema, mĂșsica e literatura. Enquanto William Davenant tentava revigorĂĄ-la durante a Restauração Inglesa, e David Garrick modificava cenas e removia materiais considerados indecentes no sĂ©culo XVIII, Charlotte Cushman, no sĂ©culo XIX, apresentava ao pĂșblico uma versĂŁo que preservava o texto de Shakespeare. A peça tornou-se memorĂĄvel nos palcos brasileiros com a interpretação de Paulo Porto e SĂŽnia Oiticica nos papĂ©is principais, e serviu de influĂȘncia para o Visconde de Taunay em seu InocĂȘncia, tambĂ©m baseado em Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, considerado o "Romeu e Julieta lusitano". AlĂ©m de se mostrar influente no ultrarromantismo portuguĂȘs e no naturalismo brasileiro, Romeu e Julieta mantĂ©m-se famosa nas produçÔes cinematogrĂĄficas atuais, notavelmente na versĂŁo de 1968 de Zeffirelli, indicado como melhor filme, e no mais recente Romeu + Julieta, de Luhrmann, que traz seu enredo para a atual.

Inserida por Repousa

Positivism changes the truth about faith in God for the sake of personal satisfaction and own will. It is able to create faith in man in exchange for faith in God

Inserida por franciscirino

Sometimes a person extend their programs in texts and after times they will realize how they were wrong doing it.
I only hope to write these paragraphs in each day with you!

Inserida por FaustoCosta

I must down to the seas again, to the lonely sea and the sky,
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking,
And a grey mist on the sea's face, and a grey dawn breaking.

Inserida por crisfontana

IF love were what the rose is,
And I were like the leaf,
Our lives would grow together
In sad or singing weather,
Blown fields or flowerful closes
Green pleasure or grey grief ;
If love were what the rose is,
And I were like the leaf.

If I were what the words are,
And love were like the tune,
With double sound and single
Delight our lips would mingle,
With kisses glad as birds are
That get sweet rain at noon ;
If I were what the words are,
And love were like the tune.

If you were life, my darling,
And I your love were death,
We 'd shine and snow together
Ere March made sweet the weather
With daffodil and starling
And hours of fruitful breath ;
If you were life, my darling,
And I your love were death.

If you were thrall to sorrow,
And I were page to joy,
We 'd play for lives and seasons
With loving looks and treasons
And tears of night and morrow
And laughs of maid and boy ;
If you were thrall to sorrow,
And I were page to joy.

If you were April's lady,
And I were lord in May,
We 'd throw with leaves for hours
And draw for days with flowers,
Till day like night were shady
And night were bright like day ;
If you were April's lady,
And I were lord in May.

If you were queen of pleasure,
And I were king of pain,
We 'd hunt down love together,
Pluck out his flying-feather,
And teach his feet a measure,
And find his mouth a rein ;
If you were queen of pleasure,
And I were king of pain.

Inserida por crisfontana

My name is Fernando Rocha. I am 21 years old and live in Belo Horizonte, Brasil. Between the ages of 6 – 12 I was homeless and lived on the streets. Life was very hard. I saw many friends end up in jail or be killed. When I was 12 years old some people from a church brought me to a house for street boys and I came to know God. He changed my way of living. I went from a hopeless life of drugs and crime to a life of faith and hope in Jesus Christ. (Galatians 5:5-6)



This change happened because people invested in my life. Now I work in a program called Masters Commission (MCUMI) that works to save the lives of other street kids. As part of my character building process, I go with a team to the slums where we play games with the children and give food to the adults. This helps them learn about God. Through Masters Commission peoples’ lives are changed. (Romans 12:2)



Before I learned about God I didn’t have any expectations for my life. Now I have a dream to run a house for street boys, to teach them about God and to help them have a life of faith and hope. If it can be done for me, it can be done for others. (2 Corinthians 1:2-5)



Won’t you please consider investing in my life as I work to invest in the lives of others? This can be in the form of a one time or monthly donation. You can be confident that your sponsorship will make a difference. I don’t have help from the government or any organization. I live by faith. With your contribution and your faith you can partner with God to impact the nations. Will you join me?



By clicking on the MCUMI link at http://children-mcbrasil.org/mcbrasil/aboutmc.htm and then going to the “donate now” button, you will find a safe, secure and tax exempt way to support what God is doing in my life. Or you can send a check payable to MCUMI to P.O. Box 279512, Sacramento, CA USA 95827-9512. Be sure to write my name in the memo line!



Thank you for your time. I hope that God will bless you, your family and your house and that God’s provision will be upon you.



Your brother in Christ,

Inserida por file357

I love you and you know it

Inserida por JoyceMoraes

And there he stood, watching her drown in her own tears.

Inserida por MariaSpigolon

Eu aprendi que, na vida as coisas acontecem na hora certa e no lugar certo. Acho que ultimamente ando a todo o momento errada [
] Mas que diabos Ă© que tem de errado comigo? HĂĄ tanto tempo tenho suportado a ser despercebida de todos. Ando sĂł, desprezada, angustiada, tristonha, melancĂłlica, desamparada. Ando carente de carinho, de afeto, de afeição, de carĂ­cia, de amor. Sinto falta de dengo, de frescurinhas, de meiguices. Sinto falta de ser levada a sĂ©rio [
] Vislumbrei um clarĂŁo de carĂȘncia em mim mesma, tĂŁo forte a ponto de cegar quem vĂȘ. Mas isto impossĂ­vel seria, jĂĄ que minha agonia ninguĂ©m hĂĄ de perceber.

Inserida por gabi196

saudades do amigo

A tristeza percorre meu coração por n te ver...
sinto a tua falta por onde andas?
vem ter comigo, da-m um sinal
de que queres estar comigo...
tenho saudades tuas!
lagrimas percorrem minha face por n te ter...
diz algo meu amigo....

Inserida por escrevooquesinto

Did you say it? Make a plan, set a goal, work toward it, but every now and again, look around, drink it in, 'cause this is it.

Nós passamos toda nossa vida nos preocupando com o futuro, planejando para o futuro, tentando prever o futuro. Como se imaginar fosse, de alguma forma, amortecer o impacto. Mas o futuro estå sempre mudando. O futuro é a casa dos nossos medos mais profundos e de nossas esperanças mais selvagens. Mas uma coisa é certa... Quando ele finalmente se revela, o futuro nunca é do jeito que imaginåvamos.

"For every love letter written
There's another one burned"

Inserida por Lety

Life

the truth is nobody dies
we all become free
we all once lie
and that is how its supposed to be

life is only a jorney
that some do not want to enjoy
life is only one
so make it you favorite toy

live for today
tomorrow, will have to wait
yesterday was another day
make the best of it ,its all i have to say

peace should always be kept
violence, may we all forget
the badness has a cure
and the goodness shall not be obscure

Inserida por ace3ventura

I don`t care...
If the world are against us
If i sleep and wake up late
and if i can hear "The end"

I don`t care
If the things are making me bad
if the work make me so sad
Because when I`m with you, everything could change!

And i know that all the time
you give your best for me
But now
I don`t care about the world
I`ll never back, out of control
I only love you.
and need you

And i dream with the time
that you`ll stay inside of me
doing everything we wanted
doing everything we need...

Inserida por xxmila

Life is made of learning and in them we have to be open to innovations with solid foundations of innocence and insight in the audacity of respect and mutual admiration of true sellers.

Inserida por erika_gasbarro

Our hope grows and is strengthened by the quantity and quality of our dreams.

Inserida por RicardoBarradas