Jean la bruyère
Era difícil acreditar nas pessoas otimistas demais, porque bem la no fundo sabíamos que ninguém era realmente assim, mas era bom pensar que poderíamos estar errados, E eu mais do que nunca gostaria de estar.
Quem tem fé sempre chega la quem tem foco sempre alcançaram e quem tem Jesus nunca perderá desistira ou ficara na escuridão
meu amor de data marcada
Acabou numa partida de trem
Porem outrem viesse do alem.
La vem
Meu amor pé de escada
Acabou ontem
Existem também
quem sentem.
La vem
Meu amor de arquibancada
Espetaculo de ontem
admitem que nao te tem
por que fostes no trem que
La vem
O trem
Ta com quem?
Ta com pressa
Ta depressa
Ta a cem
Ta que vem
Ta que vem
Ta que vem
A rotina continua a mesma. Só meu coração que não anda lá nos eixos, sabe moço?! Você costumava ser tão mais carinhoso, que bastava ver teu sorriso que a alegria que pulsava aqui dentro transbordava. Bem que dizem que no início tudo são flores. Eu gostava de me perder em você, de me aventurar nos teus olhos castanhos que de tão estranhos pareciam com os meus. Gostava de ver teu riso bonito. Absorvia o máximo possível todo o teu conhecimento, tudo que provinha de ti, todos os detalhes. A vontade era enorme de adentrar em sua mente. Tentativas totalmente fail. As lembranças são intensas. Lembro bem da primeira análise, naquela sala, vazia, mas cheia de sentimentos. Meu coração desentoava. – se bem que ele já é desentoado por natureza – Mas o todo era lindo. E tatuei esse dia na memória. Lembranças de você feito um executivo-doutor, sentado em sua poltrona, e eu lá em um divã imaginário. Lembranças que jamais serão esquecidas num canto qualquer. Teu abraço foi o encaixe perfeito e a rotina era detalhe perto de todas essas lembranças. Em meu peito formou-se um buraco enorme e ridículo no dia em que você partiu. Porém, mais ridículo ainda, foi todas aquelas palavras clichês, de “me desculpe, mas é preciso ir embora”, “não é você, sou eu”. Naquele momento eu não compreendi e nem entendi o porque de todo esse espetáculo. Mas senti que ainda restava uma palavra não dita, um abraço e um beijo não dado. E esse quase-amor me deixou na solidão, prometendo pra mim mesma que nunca mais iria querer vê-lo novamente. O que particularmente eu não entendo essa mania humana de nunca mais. Nunca mais leva tempo de mais, e não serve pra maioria das pessoas que a proferem.
Um mês depois, nos encontramos novamente, nos corredores da vida. Pelas escadas e elevadores. Tentava fugir de você a todo instante. Mas esbarrei contigo em uma das noites, naquela festa surpresa. E você me puxou para um abraço maldito e todas as minhas armaduras, de moça que não dói, caíram. E naquele instante tive a convicção que você continuava sendo a minha fraqueza. O meu quase-amor guardado no consciente e inconsciente. Era uma sensação de amor e ódio por mim, por ti. Porque as coisas não deveriam ser assim! A verdade é que longe de você eu me refaço, mas perto me desfaço. Sou réu confessa desse quase-amor. Você invadiu meu cérebro, minh’alma de tal forma que não consigo te negar, negar essa paixão.
Tente de várias formas resistir a esse teu charme barato em cada abraço dado, mas não sabia como me conter diante do tato a tato, sabe moço?! Você tinha o pequeno poder de amolecer minha armadura de moça que não se magoa, que não chora. Eu sucumbia ao teu lindo sorriso de canto e sempre que me dava conta, já estava ali, retida naquele pedaço de mundo, só nosso.
Me sinto assim: meio sei lá, tanto faz, talvez dá...também se não der fica bem...pois é, sou meio diferente, um tanto igual. É que meu sorriso é alegre demais, meu olhar conversa muito...silêncio não é o meu forte, por isso converso comigo. Entendo tudo o que falo, compartilho segredos...música toco e escuto, eu de um lado e do outro, as vezes tem bate boca, disse-me disse...vez em quando discordo um pouco do que digo, mas ao final eu me entendo e tudo se ajeita.
A vida é uma eterna dança das zoeiras: uns dias pra baixo outros pra lá. Mas são os dias que nos trazem flores, livros...amores, sonhos.
São os dias que nos fazem sonhar, viver...amar !
Vejo o mundo la fora como um reflexo daqui de dentro,
parece que eu entro quando saiu,
parece que saiu quando eu entro,
o mundo é um ensaio de alegria e tormento
quando se fica apenas dentro,
é preciso refletir e no reflexo existir!
Amor...Palavra tão pequena, linda e suave. Não consigo colocá-la somente em palavras. Amor, amar, é entender, se importar com a alegria, e principalmente com a tristeza...Sentir amor é estar de bem com o coração, com a vida, e assim poder compartilhá-lo sem remorso, sem passado, sem o amanhã...É estar sempre presente, e assim viver cada dia, como se fosse o único.
Pero no hablemos de hechos. Ya a nadie le importan los hechos. Son meros
puntos de partida para la invención y el razonamiento. En las escuelas nos enseñan la duda y el arte del olvido. Ante todo el olvido de lo personal y local. Vivimos en el tiempo, que es sucesivo, pero tratamos de vivir sub specie aeternitatis. Del pasado nos quedan algunos nombres, que el lenguaje tiende a olvidar.
De todas las funciones, la del político era sin duda la más pública. Un embajador o un ministro era una suerte de lisiado que era preciso trasladar en largos y ruidosos vehículos, cercado de ciclistas y granaderos y aguardado por ansiosos fotógrafos. Parece que les hubieran cortado los pies, solía decir mi madre. Las imágenes y la letra impresa eran más reales que las cosas. Sólo lo publicado era verdadero. Esse est percipi (ser es ser retratado) era el principio, el medio y el fin de nuestro singular concepto del mundo. En el ayer que me tocó, la gente era ingenua; creía que una mercadería era buena porque así lo afirmaba y lo repetía su propio fabricante. También eran frecuentes los robos, aunque nadie ignoraba que la posesión de dinero no da mayor felicidad ni mayor quietud.
Época de "abrir" a caixa de memórias !
todos nós temos algo, lá dentro,
que trazemos para fora
para dar uma boa olhadinha:
É mamãe que faz falta,
as comidas que papai tanto gostava,
os odores e sabores da infância perdida...
A casa em polvorosa,
a roupa de cama cheirosa,
os copos, para ocasiões "especiais",
cuidadosamente lavados.
As recomendações para nos portarmos bem à mesa,
diante das visitas, que eram "gente muito fina"
e amava(m) as galinhas recheadas que mamãe fazia!
Varre o quintal menina!
e não esquece de alimentar o cachorro !
Bem, vou fechar essa caixa, correndo...
para abri-la novamente o ano que vem!!!
A lua existe
E brilhando lá no céu está
Lançou sobre a Terra
O seu olhar
Em busca de amor.
Então o mar sentiu o seu carinho
Sentiu em suas águas
E perdidamente apaixonado ficou.
Assim pode acontecer com os humanos
Mesmo de perto ou de longe
Cada um faz a sua história
Quando o coração diz sim para a paixão
É hora de viver
Em cada detalhe o turbilhão de prazer
Isso é uma história que contada pelos antigos
É marcada na linha do tempo
E diz que o amor jamais se cabe
Luciana Saldanha
Manda avisar lá que pra mim derrubar é preciso mais granadas, é preciso ser forte, é preciso ter um Deus mais forte que o meu.
Lá debaixo de uma árvore morta eu vou estar, fumando meu cigarro francês e olhando as lembranças que você me deixou, chorando e me destruindo, amarga e solitária como sempre, eu vou estar lá, esperando a minha vida acabar...
E lá do alto da colina parei para observar o cemitério de sonhos que habitava naquela cidade iluminada e mesmo assim ainda haviam pequenas flores com luz própria, muitas logo se apagavam, outras viravam estrelas e muitas cadentes
