Luiz Guilherme Todeschi

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Fé 



Eu não vi a luz.
Mas caminhei.


Eu não ouvi a voz.
Mas respondi.


A pedra não se moveu.
Mas eu acreditei no caminho.


Cada passo era silêncio,
cada silêncio, um grito contido.


O céu não abriu.
Mas o dia nasceu.


E o frio ficou.
Mas eu fui calor por dentro.


Eu caí.
Eu sangrei.
Eu calei.


E mesmo assim, eu disse: amém.


Porque fé não é ver.
Fé é arder sem fogo.
É andar sem chão.


É segurar uma mão que não se vê —
mas se sente.


E se a noite vier, virá.
E se o medo soprar, soprará.


Mas o que pulsa dentro, não se apaga.


Porque no mais profundo da ausência, mora a presença que não falha.


E mesmo sem sinal,
mesmo sem prova,
eu sigo firme na fé.

As maiores feridas não são as que o corpo carrega, mas as que o coração guarda. Muitas famílias estão doentes porque o silêncio virou muro, as palavras se transformaram em armas e o orgulho tem ocupado o lugar do perdão.


Deixa eu te dizer uma coisa: a falta de perdão é uma prisão invisível. Enquanto você não libera, o inimigo aproveita para semear divisão, frieza e afastamento.


Mas quando o perdão entra, as cadeias caem, os lares são restaurados e o amor de Cristo volta a reinar. Hoje é dia de você dar o primeiro passo: peça perdão, libere perdão, restaure o diálogo.


Não deixe o orgulho falar mais alto do que o amor!


“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.”
Colossenses 3:13

Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.

É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.

Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.

É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.

O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.

A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.

Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.

Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.

Por André Luiz Santiago Eleuterio.

Tem dias que não acordamos bem. A tristeza insiste em se alojar no peito, e parece que o céu está em silêncio. Clamamos, perguntamos, imploramos por respostas. Queremos ouvir a voz de Deus, mas tudo ao redor parece mudo.


Mas é justamente nesses dias que a fé é provada e também fortalecida. Deus não se ausenta. O silêncio Dele não é abandono, é cuidado. Às vezes, Ele está apenas nos ensinando a confiar, mesmo quando não entendemos.


A caminhada pode parecer pesada, mas ela não é solitária. Jesus está conosco, mesmo quando os sentimentos dizem o contrário.


Se hoje for um desses dias, respire. Ore, ainda que em silêncio. Chore, se for preciso. Mas não pare. Porque mesmo nos dias mais escuros, a luz de Deus continua acesa, esperando o momento certo para brilhar no seu coração de novo.

A única coisa boa que você fez por mim foi me mostrar que sou importante demais pra ser pisada por narcisista ordinário. 😡😡😡😡😡😡😡😡😡

Não penso mais nos outros. Decidi dedicar toda atenção em mim mesma. Hoje, entre morrer e viver, eu sobrevivo. 🥰🥰🥰🥰🥰

Valorização do outro é o reconhecimento consciente e positivo das qualidades, virtudes e singularidades, indo além da simples familiaridade com seus hábitos, ao atribuir-lhes significado, admirar atributos desejáveis e aceitar o valor inerente da pessoa sem a necessidade de moldá-la a padrões próprios.

É importante agradecer pelo hoje sem nunca desistir do amanhã!

🥰: Amigos é com imensa alegria que estamos aqui hoje para celebrar a nossa amizade a nossa vida e um ano que se inicia
 🥰: A vida não foi morna pra nenhum de nós ainda assim, estamos aqui celebrando e agradecendo adeus a nossa vida a nossa saúde as nossas alegrias. E o mais importante estamos celebrando entre amigos e familiares
 🥰: Se você está aqui hoje é porque você é amado e respeitado e a sua presença é importante pra todo 🥰: Há um ano atrás nós nos reunimos para celebrar o novo ano e agradecer pelo velho ano.
 🥰: E no decorrer do ano, a jornada foi árdua, tivemos muitos momentos felizes muitos momentos tristes muitos momentos estressantes. Mas infelizmente isso faz parte da vida o importante é que estamos aqui hoje, fortes pra lutar cada batalha e vencê-las com sabedoria e apoio de seus amigos e familiar 🥰: Vamos levantar o nosso copo para um ano que passou E agradecer pelas nossas conquistas e aprendizado
🥰: E para o ano que se inicia Nós possamos ser mais humilde honestos compreensivo com o nossos próximos. Que possamos realizar os nossos projetos.
 🥰: E que este ano a gente possa se reunir mais vezes e celebrar a nossa amizade que um Ano-Novo traga saúde amor felicidade e realização pra todos nós

Amor é o que uma mãe sente pelo filho. Por outros não é amor, é contrato de interesses. 🤔🤔🤔🤔

Nunca integrei a esquerda que me subvertesse, e nem estarei na direita que me ponha de joelhos. Minha tendência é para o ponto que me mantenha a distância segura da imbecilidade cega de uma e da empáfia altissonante da outra.

Quando a resistência ao repensar rejeita tudo o que se mostre diferente da verdade que elegemos, o nome dado a isso é inflexibilidade ou radicalismo.
Mas quando a análise de nossa verdade não altera a sua lógica mais básica nos planos físico, mental ou espiritual, o nome que se dá a isso é inteligência.

O verbete "Negro", pelo dicionário, é sinônimo de "sombrio, triste, tenebroso, amargo, nefando", etc. Se sua cabeça associa tudo isso a um ser humano, então o problema está em você, e não no dicionário!

Enquanto você sofre esperando pelas coisas grandes que ainda não pôde fazer, está cheio de pequeninas acrescentando uma felicidade por minuto!... Epa! Pintou mais uma! FUI!!!

O bom de envelhecer é a transição para a fase mais honesta de nossas vidas. Não havendo mais preocupação com empregadores em potencial, e nem com o perfil obrigatório de “bom moço” mostrado nas redes, mais repressores que a mais torpe das ditaduras, é quando se pode usar apenas a alma e o caráter para mandar às favas o “politicamente correto”, derrubar a masmorra que aprisionava a essência indômita e arrancar a última mordaça que prendia na garganta a voz das vítimas dos achaques e das injustiças.

Nenhuma verdade fica restrita a uma única fonte, nem mentira alguma é reproduzida por muitas em conformidade com o reportado na primeira. Assim o caminho é pesquisar a partir de uma grande multiplicidade de origens para cruzar depois todas as informações obtidas para se descobrir até onde concordam. Nas que discordam entre si buscar conhecer as mais confiáveis das fontes, sem adotar nenhuma como real apenas por se identificar com suas próprias crenças.

Quando se tem vários filhos as neuroses dos pais acabam sendo diluídas entre os irmãos, tipo um processo chamado na medicina de “vírus atenuado”. Mas quando se teve um único, todas as esquisitices acabam desabando sobre um só. Portanto, apesar de meu filho hoje se declarar ateu, o simples fato dele ter sobrevivido a mim e à mãe dele e, ainda por cima, são, é a prova mais viva e cabal de que Deus realmente existe, e de que milagres acontecem.

Ao retomar as rédeas dos meus espaços concentrei-me naqueles ritos que as pessoas cumprem religiosamente sem nunca se perguntar por que – senão aumentar-lhes o tempo envolvido em coisas inúteis e sem qualquer efeito prático – de forma a simplifica-las ou suprimi-las pelo parâmetro puro e simples da qualidade de vida. Com pessoas por perto, porém, agia exatamente como todas agem, pois toda burrice que se melhore apenas porque ninguém pensou nisso acaba virando esquisitice, excentricidade ou loucura para os verdadeiros idiotas.

Nem sempre me sinto absolutamente seguro em relação ao que quero, mas no que diz respeito ao que não quero jamais me perpassa o mais leve traço de dúvida.

Perdi anos de minha vida sofrendo com as idiotices que todo mundo dizia que precisava fazer para não ser tido como doido, até descobrir quão prazeroso pode ser fazê-las apenas com gente perto para que todos continuem pensando que eu sou normal.