Jean la bruyère
Não importa o quanto esteja doendo lá dentro, vou colocar meus óculos de sol, erguer a cabeça e continuar caminhando. Às vezes também sei como pisar nos sentimentos dos outros.
E a meio de solos lá vem a inspiração,
e mais um poema começo a escrever,
os fones em meus ouvidos caem como luvas em minhas mãos,
lembro dos amores passados e as lágrimas começam a cair
e ao meio de tudo isso reparo que meu mundo esta uma bagunça..
Aquele que eu mais amava não esta mais ao meu lado,
e alguns que eu pensava que ficaria no lugar dele,não serviram.
Amor acho que só uma vez na vida,chorar e viver em
meu deserto é meu único consolo,
Estranho é que eu me sentia a pessoa mais forte
hoje me sinto a mais fraca e
mais destruida.. Nem falo maisde saudade
Isso pra mim já é rotina..
Poema começado e não terminado pois não tenho mais condições de escrever.
AMOR NA PLACA
Estampada na estrada
a placa AMOR, escancarada.
Se você muito acelerar,
lá na frente irá se machucar.
Se no freio pisar e parar,
No mesmo lugar você vai continuar.
Então siga em frente, mas siga devagar.
Atente ao ritmo do teu amor:
Se acelerarem demais vão acabar feridos.
Se frearem e desviarem, vão acabar perdidos.
Se um acelerar e o outro frear, vão se desencontrar.
Desvie do caminho se no teu ritmo ele não for.
Não vale a pena sofrer por amor.
Se no mesmo ritmo os dois escolherem ir
o amor vão encontrar e vale a pena seguir.
Mas se lá na frente houver desencontro,
Não perca a fé,
respire por um tempo,
e pronto.
Porque quando menos você esperar,
Outra placa de AMOR irá encontrar.
Outra chance você irá conhecer.
E nessa estrada da vida
A paisagem escolhida é viver.
Afinal, onde mora a tal felicidade?
- Dentro de você.
Basta que Deus more lá, e você sente, você vê!
Viver. Esta deve ser a explicação de tanto gosto pela vida. De tanto medo de perdê-la e se eu tiver de enfrentar os obstáculos passarei por todos de cabeça erguida eu prometo.
A escola e minha primeira vez que estive lá. As melhores recordações de minha vã e patética infância foi-se com o tempo, mas não se foi porque tenho tudo guardado em minha memória. Que hoje me faz bem ora me faz mal.
Eu fico mudo com a sua beleza,
com o seu verde,
pessoas caminhando lá em baixo,
sua altura acelera meu coração,
pingos de chuva caindo no meu nariz,
as nuvens estão roxas segundo a minha impressão,
rochas por toda a parte,
eu fico mudo com o contraste,
com a verdade que nasce do solo,
e com a saudade que deixo naquele lugar.
E quando você entrar pelo cano procure por lá novas riquezas, experiências. Faça novas conquistas.
Procure novas emoções, desafios, novos amigos...
Encontre uma vida nova. Voe, cresça, se reinvente.
E você sairá de lá com a cabeça erguida, com a certeza de que na próxima vez que você entrar pelo cano um mundo de novas oportunidades lhe espera e que você não terá a mínima ideia do que fazer, mas saberá que entrar pelo cano não é tão ruim assim.
Palavras bem ouvidas são como estrelas, a maioria não está mais lá no céu, mas continuam brilhando para nossos olhos, para nossos corações.
Na verdade esse negócio de ser cúmplice complica, ser amigo é que é complicado, estar lá na hora certa e mesmo quando não está ter a obrigação de adivinhar ou perdoar o outro que esqueceu. É chato ser amigo. Mas são os chatos favoráveis. É complicado demais ser amigo. Mas, o amor é complicado demais em todos os sentidos.
“–… melhor, na lembrança, eu sei, freqüentemente é assim – disse Anthony, querendo tranquilizá-la. – A memória é uma artista estranha, refaz as cores da vida, apaga o medíocre, guarda só os traços mais bonitos, as linhas mais tocantes.”
No fundo, bem lá no fundo o que eu sinto é saudade, saudade de coisas que eu nunca vivi, do que eu não senti. Eu ando por aí procurando o que me conforte, uma amiga, uma música, uma frase, qualquer coisa que me passe a sensação de eu não estar sozinha nessa. Preciso saber se alguém entende cada letra dos meus pensamentos, cada curva dessa minha estrada cheia de medos, uma pessoa que pudesse voltar sem eu ter que pedir e sem me pedir, com a única intenção, a de se encaixar. Mas como isso seria possivel? Ninguém se entende completamente, seria pedir demais pra alguém, além de se entender me entender também. Por isso, exatamente por esse tipo de motivo, eu vou indo assim mesmo, caindo e levantando, botando qualquer coisa que eu sinto no bolso, guardando pra depois. Mas eu cansei, semana passada foi a ultima vez que eu congelei alguém pra ir procurar algo melhor, isso só me ilude, enquanto eu demoro pra deixar ir embora pessoas que eu já devia ter deixado, é egoísmo demais.
