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Quando todos dormem, eu vivo!
Quando todos dormem, meus pensamentos te chamam.
Quando todos dormem, as lembranças me arrebatam.
Quando todos dormem, os seus olhos me alcançam.
E nas madrugadas, quando todos dormem, quando tudo lá fora está envolto em um completo silêncio, aqui, nossos corpos juntos gritam e incendeiam de desejo.
Minha vida é na estrada, eu vivo longe de casa
E nem sei quando eu vou voltar
Cada semana uma cidade, a cada dia mais saudade
L I B E R T A S
Hoje vivo acompanhado de meus pensamentos.
Estes sobrevoam quintais sem algemas, açoites, angústias e tormentos.
Quase meio século em busca de conhecimentos.
E o que sei? Quase nada.
Calouro do curso em que nós formamos na linha de chegada.
Me equilibro entre escolhas e consequências.
Nada é um acaso e sim uma necessária experiência.
No entanto, não há liberdade onde não existe lei.
Que se faça valer nossa carta magna, 5° artigo, inciso IX, que é direito nosso até onde sei.
Em meus sonhos te cultivo, e lutarei sempre para que todos desfrutem dessa opção.
Não só na impressão, mas verdadeiramente na ação.
Que o poema mostre que sim, se pode!
Que só não há remédio para a morte.
“Responsável pelo que sou, minha sentença é ser livre”.
VIVO
Cicatrizes, batalhas, histórias contadas.
Poucos triunfos, perdas contabilizadas.
Próximo nível do jogo, não emocionei a razão.
Arritmia, luz, câmera, ação.
A solidão do tamanho do mundo.
Alpinista de um poço bem fundo.
Perdi a guerra, não estou no poder.
Ainda me resta a última bala, é bom você saber.
Minhas impressões digitais estão em tudo que faço.
O sentimento, edificado em cimento e aço.
Trovador solitário, semeador de estrelas.
Esse sou eu, meus ideais, minhas bandeiras.
Eu vivo a felicidade, nas minhas ilusões
Eu vivo a realidade, acorrentada
Na minha eterna infelicidade
Sobreviver? Aguentar?
Me dê um bom motivo
Quando eu continuo a viver
Eu continuo a perder
Eu continuo a morrer
Dia diferente?
Tudo mesmo dia
Mesma derrota
Mesma vida
Mesma tristeza
Mesma esperança
Mesma morte
Eu cresci no lado do crime
Lado do são paulo - sp
Continuo vivo sem desconversar
Em poucos segundos
As mães vão pra cama dos velhacos
Das favelas de são paulo
A sociedade é um organismo vivo; cada indivíduo é uma célula que contribui para o seu funcionamento.
Como poderia eu, um ser espiritual
enclausurar-me entre paredes de concreto, enquanto aqui vivo?
Se o frescor das flores e ervas ainda me são perceptíveis,
a doçura da fruta me aprazível
e o caminhar sem rumo, ainda me é possível.
Mergulho cotidiano.
Diariamente mergulho
em sua Poesia, e quando
de lá saio, sinto me Vivo,
sinto me Vida.
Seja o diferencial na vida de alguém, e sinta-se vivo!
Mesmo que isso signifique fazer sacrifícios...
Não, Friedrich.
Deus está vivo, ele nunca morreu. O 'Deus' é humano, o 'Deus' é a sociedade, o 'Deus' é o medo, o 'Deus' é a ciência, o 'Deus' são os pequenos detalhes que se infiltram e nos manipulam, o 'Deus' são as escolhas, o 'Deus' é a suposta liberdade, o 'Deus' é derivado do medo. Enquanto os humanos sentirem medo, Deus nunca morrerá. Deus é todos os humanos. Deus nunca morreu; ele se adapta e se reinventa. Ele é puramente humano.
Poema - Improviso Romântico
Segura o meu improviso
Quem sabe faz ao vivo
Já dizia o Faustão
Faço esse textão
No se vira nos 30
Se quiser, printa
É de minha autoria
Obrigado Senhor, pela sabedoria.
Bora se conhecer
Na pizzaria, pode ser?
Eu pago o lanche
Me dar uma chance?
Ei? fica comigo?
Tudo que consigo
É rimar o que sinto
Com as tintas até pinto.
Você é perfeita
Por Deus foi bem feita
Virou wallpaper na tela
Não é novela
Mas é minha favorita
A razão da minha vida
Meu sonho de consumo
Sim, te assumo.
Deixa eu ser o teu homem
Te dar meu sobrenome
Se precisar, nós até casa
Se eu te conquistar com essas palavras
Vou te valorizar com atitude
Essa será minha virtude
Te ofereço esse improviso romântico
Que virou um cântico.
O sonho de liberdade permanece vivo; o grito de Pedro ainda ecoa às margens do Ipiranga... a independência da nossa nação desfalece e murmura por emancipação.
Por aqui eu vivo bem
no silêncio da madrugada
tenho cantiga do vem vem
e uma tarde ensolarada
e as vezes quem muito tem
muita vezes não tem nada.
