Luis da camões
*hehehe
*Que faço?
*Serei poeta eu?
*Que nada bufão eu sou!
*Chamam-me de bobo, idiota, imbecil...
*Concordo sem rancor!
*Mas, se me chamam de mongo...
*Ah....
*Choro!
*Com louvor!
*Fui coroado, rei dos bufões, dos bobos e dos Arlequinos.
*Sim sou palhaço
*amo o que faço
*vivo rindo, e fazendo os outros sorrir!
*E tu, o que fizeste pela vida!
"Incrível como um simples trocar de olhares pode pode ser o suficiente para nos relembrarmos das coisas boas da vida...algumas das quais já esquecidas..."
Minha saudade tem cheiro...
E um abraço, mais que abraço, um dom...
Diz que não tenho 1.80...
Mas tem um apertar, tão bom...
Minha saudade tem cheiro...
Cheiro a amor, cheiro a carinho...
Porque quando sinto o teu aperto e te inalo...
Sei que não estou sozinho...
Minha saudade tem cheiro...
E para lá do cheiro, aquele olhar...
Que me mergulha na alma...
Que me salva de naufragar...
Minha saudade tem cheiro...
Esse cheiro, que é tão teu...
Que o meu coração te sente à distância...
E, embora distante, te sente tão seu!
Luis Miguel
Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversa descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde senhora, em que posso ser útil?
Ríspida,ela respondeu :
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando um médico?
Mantendo - se calmo, contestou:
- Boa tarde senhora! O médico sou eu, em que posso ajuda-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!...
- Ah! Senhora! Desculpe! pensei que a senhora estava procurando um médico e não uma vestimenta...
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem como são as coisas - disse o médico - as vestes não parecem dizer muitas coisas, pois quando vi chegar, tão bem vestida, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente e depois daria ''Boa Tarde''.
MORAL DA HISTÓRIA:
Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito... As aparências nem sempre falam por si...Um dos mais belos trajes da alma ainda é a educação!
Decida-se sobre o que você quer fazer e vá em frente!
Nossa, como o tempo voa! Como a vida passa rápido!
A vida passa rápido quando você está cheio de alegria, de felicidade, dando o melhor de si! A vida passa rapidinho quando o seu coração está focado no bem!
Mas saiba aproveitar a cada minuto, a cada instante, tá? Tudo é muito precioso! Seja sempre alegre e otimista! Olhe lá na frente e caminhe com toda confiança praticando o bem e ajudando a todo mundo. Tenha para todos um sorriso de bondade, de carinho, de compreensão!
Apesar de você depender do tempo, não permita que ele se torne um fardo em sua vida, viu? Não permita que o tempo te desanime! Tem tempo para tudo, para tudo que você quiser fazer! É só uma questão de planejamento, de paciência, de perseverança, de desejo e de sonho!
Todos nós temos a mesma quantidade de tempo disponível, mas o importante é a maneira como o usa! Por isso, não fique se queixando! Nem de seu fardo, da sua cruz e nem do tempo que passa rápido ou devagar demais! Talvez esse seja o primeiro passo para você dar uma virada na sua vida no que diz respeito a esse tema, né? Troque a queixa por ação, por atitude!
Nunca seja um escravo do tempo! Nunca seja escravo de nada! Nem dos modismos! Faça com que o tempo te sirva. Isso mesmo: o tempo deve te servir e não você a ele, tá? Decida-se sobre o que você quer fazer e vá em frente! Você verá que terá tempo suficiente para fazer tudo na vida. E com amor e alegria, ok?
Bom dia! Bom Divertimento! Fique com Deus.
“A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego: de tanto rir, de surpresa, de êxtase, de felicidade...”
Aproveite o hoje, o agora para ser plenamente feliz
Chega de correr de um lado para o outro esperando descobrir o segredo da felicidade. Chega! Basta de delegar aos outros tanto poder sobre você, sobre a sua vida, sobre a sua felicidade. Pra você se sentir feliz não precisa de outro! É injusto pensar assim, viu? È injusto com você e com aquela pessoa que você dá dando poder.
O outro, que pode ser seu esposo, seu namorado, seu amigo, seu superior, seu ídolo, talvez, não pode e nem quer resolver sua vida num passe de mágica.
Pare de achar que a sua vida seria muito diferente se você fosse feliz! Pare de fazer como aqueles que fogem de casa para serem felizes. Ou como aqueles outros que fogem para casa para serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes! Vixe! E o que dizer sobre aquelas pessoas que fazem viagens caríssimas para serem felizes? E aqueles que se matam de trabalhar depositando toda confiança de ser feliz no profissional?
Quanta força desperdiçada! Quanto tempo perdido! Quantos anos jogados fora! Não percebeu ainda que pode ser que o fruto nunca esteja maduro, que a lua nunca vai estar ao alcance e nem o vinho estará no ponto?
Pare de chorar e de se sentir triste e insatisfeito com a vida, com você mesmo! Pare já! Não tem graça, viu?
A partir deste sagrado instante decida-se a ser feliz com o que você é, com o que você tem, e onde está! Pronto, a sua busca da felicidade chegou ao fim. A felicidade nunca esteve na riqueza material, naquela viagem, na casa nova, no carro zerinho, naquela sua carreira e muito menos em determinada pessoa! Nunca esteve e nunca estará!
Está dentro de você mesmo! É perda de tempo e falta de inteligência procurar e outro lugar, tá? Toda vez que você achar que depende das coisas fora de você para ser feliz, você estará condenado à decepção. A felicidade nada tem a ver com conseguir, conquistar, comprar. Consiste sim em satisfazer com o momento presente e com o que você já tem, que é muito!
A única fonte de felicidade está dentro de você! Reparta com os menos avisados, menos favorecidos! Reparta a sua felicidade com os que menos merecem porque são exatamente eles, os que mais necessitam!
E aproveite o hoje, o agora para ser plenamente feliz! Faça a sua vida transbordar de tanto amor! Saboreie mais as pequenas coisas!
Bom Dia! Bom Divertimento! Fique com Deus no seu coração! Uma excelente quarta-feira!
Se você pensa que é um derrotado, você será um derrotado. Se não pensar quero a qualquer custo, não conseguirá nada. Mesmo que você queira vencer, mas pensa que não vai conseguir, a vitória não sorrirá para você" Napoleon Hil
Meu amor
Estamos sozinhos
E só nos resta o depois
Meu amor
Estamos sozinhos
Desperdiçando arrepios
Ainda não aprendemos amar
Ainda não aprendemos nos dar
Ainda não aprendemos a calejar a dois
Eu já vou
Mas não partirei mais sozinho
Eu já vou
Mas levo você e o caminho
Eu nunca vou te deixar
Eu não vou desperdiçar
O que não foi
O que se vai de nós dois
O que ficou de você
Pode acontecer
Do mundo explodir amanhã
Tanto faz
No final, ainda sou eu e você
Pode acontecer
No mundo existir só nós dois
Tanto faz
No começo, sempre fui eu e você
“Sucesso é medido em números, que são frutos da dedicação, da disciplina e do comprometimento diários.”
Uma donzela estava um dia sentada à beira de um riacho deixando a água do riacho passar por entre os seus dedos muito brancos, quando sentiu seu anel de diamante ser levado pelas águas. Temendo o castigo do pai, a donzela contou em casa que fora assaltada por um homem no bosque e que ele arrancara o anel de diamante do seu dedo e a deixara desfalecida sobre um canteiro de margarida. O pai e os irmãos da donzela foram atrás do assaltante e encontraram um homem dormindo no bosque, e o mataram, mas não encontraram o anel de diamante. E a donzela disse:
- Agora me lembro, não era um homem, erram dois.
- E o pai e os irmãos da donzela saíram atrás do segundo homem e o encontraram, e o mataram, mas ele também não tinha o anel. E a donzela disse:
- Então está com o terceiro!
Pois se lembrara que havia um terceiro assaltante. E o pai e os irmãos da donzela saíram no encalço do terceiro assaltante, e o encontraram no bosque. Mas não o mataram, pois estavam fartos de sangue. E trouxeram o homem para a aldeia, e o revistaram e encontraram no seu bolso o anel de diamante da donzela, para espanto dela.
- Foi ele que assaltou a donzela, e arrrancou o anel de seu dedo e a deixou desfalecida - gritaram os aldeões. - Matem-no!
- Esperem! - gritou o homem, no momento em que passavam a corda da forca pelo seu pescoço. - Eu não roubei o anel. Foi ela que me deu!
E apontou para a donzela, diante do escândalo de todos.
O homem contou que estava sentado à beira do riacho, pescando, quando a donzela se aproximou dele e pediu um beijo. Ele deu o beijo. Depois a donzela tirara a roupa e pedira e pedira que ele a possuísse, pois queria saber o que era o amor. Mas como era um homem honrado, ele resistira, e dissera que a donzela devia ter paciência, pois conheceria o amor do marido no seu leito de núpcias. Então a donzela lhe oferecera o anel, dizendo "Já que meus encantos não o seduzem, este anel comprará o seu amor". E ele sucumbira, pois era pobre, e a necessidade é o algoz da honra.
Todos se viraram contra a donzela e gritaram: "Rameira! Impura! Diaba!" e exigiram seu sacrifício. E o próprio pai da donzela passou a forca para o seu pescoço.
Antes de morrer, a donzela disse para o pescado:
- A sua mentira era maior que a minha. E Eles mataram pela minha mentira e vão matar pela sua. Onde está, afinal, a verdade?
O pescador deu de ombros e disse:
- A verdade é que eu achei o anel na barriga de um peixe. Mas quem a acreditaria nisso? O pessoal quer violência e sexo, não histórias de pescador.
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples... é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.
O instante
Onde estarão os séculos, o sonho
de espadas, o que os tártaros sonharam,
onde os sólidos muros que aplanaram,
onde a árvore de Adão e o outro Lenho?
O presente está só. Mas a memória
erige o tempo. Sucessão e engano,
esta é a rotina do relógio. O ano
jamais é menos vão que a vã história.
Entre a alba e a noite há um abismo
de agonias, de luzes, de cuidados;
o rosto que se vê nos desgastados
e noturnos espelhos não é o mesmo.
O hoje fugaz é tênue e é eterno;
nem outro Céu nem outro Inferno esperes.
Os Justos
Um homem que cultiva o seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece que na terra haja música.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do sul jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez nem lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de um certo canto.
O que acarinha um animal adormecido.
O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece que na terra haja Stevenson.
O que prefere que os outros tenham razão.
Essas pessoas, que se ignoram, estão a salvar o mundo.
Inimigos
“O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:
- Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
-Ora, Beto!
Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
-A mulher aqui...
Ou, às vezes:
-Esta mulherzinha...
Mas nunca mais Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.
-Ela odeia o Charles Bronson.
-Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chama-se de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa ai’ e a apontava com o queixo.
- Essa ai...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
- Aquilo...
ENTRE O CAOS
(Luís Felipe)
Entre o caos deste meu ser,
Nas tempestades e ruínas.
tentando sobreviver,
Me perco em cada esquina.
A solidão me acompanha,
Enquanto o silêncio me toma...
E vou subindo essa montanha,
Pra descobrir o meu sintoma.
E, nada mais faz sentido.
Até que eu compreenda a razão,
De estar nesse caminho,
Que vejo coma mente e sinto com o coração
Uma, apenas uma lágrima!
(Luís Felipe)
Naquela noite,
Todos já estavam dormindo.
Me levantei, fui até a cozinha.
Abri a janela e comecei a observar...
Céu nublado, escuro, poucas estrelas visíveis.
Terra úmida, plantas regadas.
Aquele aroma pós chuva.
Olhei para algo e...uma lembrança!
Fechei a janela, sentei na cadeira e,
Só conseguia ouvir o motor da geladeira
E o tictac do relógio que iam sumindo aos poucos.
Me perdi nos pensamentos.
Quando me dei conta,
Estava lá, sentando, sozinho,
Corpo anestesiado, olhar fixo no nada,
Coração pulsando e...
Não entendi o por que:
Uma, apenas uma lágrima!
FIM DE TARDE
(Luís Felipe)
Meu copo de café sobre a mesa.
Minha câmera acesa, com a fotografia que havia acabado de tirar.
O computador ligado, tocando La Vie En Rose.
O Bruce lá fora, deitado sob o capô do Gol.
Fim de tarde, o Sol se pôe.
E eu aqui, só pensando em você.
Na saudade que batia, no seu sorriso...
