đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂł porque moram numa casa dessas, acham que podem fazer tudo e dizer o que quiserem?
â Psicografia -
Triste, sĂł, aqui, sem ti,
olhar vazio e nada mais,
em que tempo te perdi,
diz-me aonde vais?...
Triste, sĂł, aqui, sem ti,
olhar vazio e nada mais!
DolĂȘncia fria em meu corpo,
suplĂcio aceso na saudade,
mar-alto sem ter porto
sem tempo nem idade!
DolĂȘncia fria em meu corpo,
suplĂcio aceso na saudade!
Tristeza sem destino,
agonia e quebranto,
foi-se a Vida, vai-se o tino,
fica a Alma neste canto!
Tristeza sem destino,
agonia e quebranto!
â Infelizmente hoje em dia vivemos em dois mundos num sĂł paĂs, o mundo da civilidade da consciĂȘncia e da verdade. E o mundo da realidade paralela e da barbĂĄrie consentida e referendado por alguns sem empatia, ou qualquer espĂrito ou resquĂcio de humanidade e sensatez aparente. Isso tudo como uma mera normalidade que nos choca e nos leva pensar nos tempos difĂceis que nos cerca atualmente.
â Cego e PossuĂdo -
Perdido em devaneio
sĂł a morte me apetece
que o Amor nunca veio
nesta Vida que acontece!
Nada hĂĄ nas minha veias
a caminho do Coração!
Estou preso por mil-teias
de loucura e solidĂŁo ...
E a quem devo pedir perdĂŁo
por nĂŁo saber o que fazer
deste inĂștil Coração?!...
SĂł me sei aqui perdido,
nĂŁo sabendo o que dizer,
tĂŁo cego e possuĂdo! ...
â Hora OblĂqua -
Teu silĂȘncio Ăš p'ra mim nocturno tempo,
ĂĄspero, sem cor, onde rostos perdem o sorriso!
Teu olhar, folhas secas, sulcando ao vento,
num Outono doloroso, Ă quem do Paraiso...
Minh'Alma Ă© tela que se rompe!
Teu silĂȘncio, punhal que a rasga sem pudor ...
Cadaver que terra-fria nĂŁo corrompe,
meu destino, sem vida, incolor ...
Chovem Ăłdios - nĂŁo lĂĄ fora - mas em mim...
Sou a hora! E a hora Ă© pura solidĂŁo!
Alegria que perdi daqui até ao fim ...
Hoje fica o teu silĂȘncio no ventre deste pranto,
e este pranto, é p'ra mim, dor/separação ...
Teu silĂȘncio Ă© meu lamento e eu lamento este canto!
â nem tudo necessita de explicação certas vezes a vida Ă© sĂł um grito distante e breve que serĂĄ esquecido inevitavelmente
A tua vozÂ
Me abraça
Acalma minha alma
Toca o meu serÂ
As outras vozes vou calar
Só a ti quero escutar
Me traz aÂ
E sĂł em ti
Encontro o refrigério
A paz que tanto quero
Sua voz me faz sentir assimÂ
EntĂŁo Deus
Fala comigo... Estou aqui!Â
â Quem trata ficante como namorado nĂŁo Ă© trouxa. Talvez seja sĂł alguĂ©m que leve em consideração que qualquer um desses ficantes pode vir a ser seu namorado. EntĂŁo imagine tratar como lixo descartĂĄvel alguĂ©m que poder ser o amor da sua vida? Muitos estĂŁo fazendo isso...
â Sabe o que Ă©? AtĂ© hoje vocĂȘ sĂł se relacionou com moleques.
Quando vocĂȘ se envolver com um homem, vocĂȘ vai entender que nĂŁo tinha problema algum com vocĂȘ, com seu corpo, seus sentimentos...
Ă outro mundo. NĂŁo dĂĄ para explicar. Mas Ă© certo que moleques nunca mais!
â Somente devemos querer fazer parte da realidade, quando expectativa e realidade forem uma sĂł... Ă quando haverĂĄ completude, do contrĂĄrio, sĂł seremos depĂłsitos, onde serĂŁo jogados os pedaços de sonhos nĂŁo experimentados.
â A gente se aproveitou
Nenhum segundo foi desperdiçadoÂ
Eu sĂł lembro de quererÂ
Dizem tanto sobre melhores sensaçÔesÂ
Eu posso provar que essa Ă©
A breve, mas, incrĂvelÂ
Sensação de querer e poder
Poder ter
Poder estar
Pode sentir
VocĂȘ.
â Defenda eles e vocĂȘ irĂĄ defender sĂł eles.
Defenda a esquerda e vocĂȘ irĂĄ defender todo mundo.
â Ela cresceu, tornou-se adulta, mas ainda traz em si a felicidade que sĂł a inocĂȘncia das criança tĂȘm, uma simplicidade pueril, uma fĂ© inabalĂĄvel e a certeza de que se estender as mĂŁos pro cĂ©u consegue tocar as nuvens.
â Nunca, jamais, em hipĂłtese alguma abra a porta do coração para alguĂ©m que esteja sĂł de passagem.
