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Sabe, ao crescer, vocĂȘ era excĂȘntrica para as outras pessoas, talvez parecesse esquisita, mas era sĂł porque vocĂȘ era mais corajosa e mais honesta que todo mundo.

Inserida por pensador

⁠Quem sabe amanhã
eu entenda
que o dia não precisa 
estar sorrindo pra mim 

Ele jå é uma dådiva 
Só por ser  
dia 

Que eu entenda minha tempestade
Que por mais intensa 
frenética, confusa e enfurecida que for 
sempre resultarå em 
aprendizado

Quantos amores de primavera, terminaram no verão? 

Amores 
Amados e vividos 
Somados e subtraídos 
Destinados a ser
sempre
lembranças 

No fundo do meu copo
busco encontrar uma resposta 
pro que nem tem questionamento acurado
E sempre que não encontro 
completo o copo novamente

Cheguei as 08h00 da noite 
Jå são 06h00 da manhã 
E meu copo ainda estå cheio 
Pura falta de encontro 

A cada dose solitåria 
que desce na garganta 
seca
uma discussão se inicia 
internamente 

A cada palavra pensada 
um mundo de possibilidades 

Vagamente me escuto 
E sempre encontro 
um motivo pra adiar
Me adiar de ser eu 

De pensar como eu 
De viver o eu 
Totalmente eu 

Ou serå que estou sendo eu? 

Em alguns momentos 
não me sinto culpado 
nem infeliz 
parece que agi de conforme 

E muitas vezes volto a me questionar
Mas serĂĄ?

Serå mesmo o benedito? Caramba 
essas coisas sĂł acontece comigo?

NĂŁo sei se sei,
se nada sei
se realmente duvidei 
se senti

Só sei que da vontade 
e quando mato a vontade 
Me sinto culpado 
Por parecer errado

Ué mas errado pra quem 
se não me fiz mal 
e nem a ninguém 

Agora, se minha sinceridade lhe fizer mal 
paciĂȘncia 
não tenho um coração indireto

Não me culpo 
Por saber, que fiz o que tinha que ser feito 
por não me arrepender 

Inserida por LuisBatista

⁠SERÁ QUE SÓ VC NÃO VÊ?
No livro Ensaio sobre a cegueira, escrito pelo portuguĂȘs JosĂ© Saramago, uma pandemia aflige o mundo. De repente, todos perdem a visĂŁo. Sofrem uma cegueira branca. No começo, parecia que as pessoas iriam se ajudar, ser solidĂĄrias, melhores. No entanto, os problemas da sociedade logo ressurgem e sĂŁo potencializados, jĂĄ que ninguĂ©m “enxerga” a mudança necessĂĄria para o bem coletivo. Com essa cegueira moral, o instinto de sobrevivĂȘncia prevalece, sobrepuja a razĂŁo, o Ăłdio subjuga sentimentos altruĂ­stas. Impera o egoĂ­smo, enfim.
A palavra instinto nunca foi tĂŁo presente na contemporaneidade.
Analogamente à obra literåria, vivemos também uma pandemia, só que da Covid-19 em franca mutação. Quando ela começou muitos gestos maravilhosos aconteceram. Alguns foram divulgados nas mídias sociais. As pessoas pareciam que aprenderiam alguma lição sobre fraternidade e comunhão. Todo dia, às 18h, um vizinho ancião tocava a Ave Maria em sua flauta doce, da sacada da janela. Ao término, todos os vizinhos aplaudiam de suas janelas.
Até então não havia vacina, nós éramos a cura.
Com o tempo, a cegueira moral se abateu sobre muitos. Indivíduos sem måscara. Outros em aglomeraçÔes. Uns tantos negando a pandemia. Outrem oferecendo pseudofårmacos. Dois médicos, renomados, minimizavam a gravidade do patógeno e vieram a óbito por causa dele. E tudo isso envolto em informaçÔes, contrainformaçÔes, falsas informaçÔes. Enfim, uma cegueira moral despencou sobre nós. A nossa cegueira branca.
Mas aí chegou a vacina. De vários grupos científicos. A britñnica Oxford-AstraZeneca, a estadunidense Moderna, a germano-estadunidense Pfizer BioNTech, a russa Gamaleya Sputnik V, a sino-brasileira CoronaVac. Infelizmente, o imunizador – não importa qual – poderá a longo prazo reduzir os efeitos dessa silenciosa e sufocante enfermidade viral, contudo a corrupção humana ainda levará tempo longínquo para ser publicizada como a mais letal e senecta doença entre os humanos.
Autoridades que deveriam dar o exemplo nesse momento tĂŁo triste da histĂłria do homo sapiens furam a fila do imunizante para se beneficiarem, como se fossem capitĂŁes de um navio a fugir no primeiro bote salva-vidas. No nordeste brasileiro, os prefeitos de Antas(BA), Candiba(BA), Itabi(SE), Guaribas(PI) adotaram a mĂĄxima: “Farinha pouca, meu CoronaVac primeiro”. AlĂ©m deles, hĂĄ vĂĄrios... filhos e filhas de sicrano, queridinhos de beltrano, os amores de fulano.
Eis que o norte do Brasil se asfixia e tenta clamar por socorro. Na BĂ­blia, hĂĄ o livro de Salmos cujo capĂ­tulo 42, no versĂ­culo 7, traz a mensagem “Abyssus abyssum invocat”, ou seja, um abismo chama o outro. No norte do paĂ­s, os estados do Amazonas (Falta de oxigĂȘnio em Manaus), AmapĂĄ (apagĂŁo e colapso dos hospitais) e RondĂŽnia (falta de leitos e mĂ©dicos) mostram o extremo a que podem chegar as mĂĄs gestĂ”es e desvios de verba em solo pĂĄtrio.
Enquanto isso, na fantåstica terra do leite condensado, o mandatårio da nação vai a uma churrascaria na companhia da matilha política, além de artistas, como Naiara Azevedo, Amado Batista e Sorocaba. De mórbida praxe, ao final, o mascarado presidente sem måscara deleita-se em selfies e aglomeraçÔes contagiantes...
No livro Ensaio sobre cegueira, aos poucos, a cegueira branca se foi. Abriu-se uma perspectiva de o mundo ser um lugar melhor, no qual as pessoas agora percebam que quando enxergavam eram cegas de amor. E, como se o universo ou Deus, permitisse uma segunda chance, o homem então mais racional poderia compreender finalmente a relevùncia das emoçÔes, principalmente aquelas que nos fazem querer abraçar o outro em qualquer sentido benevolente da palavra.
O Brasil anseia por um final tal qual o da ficção. Todavia, na catarata dos sonhos, estå tudo branco ainda, ainda estå tudo escuro, então.

Inserida por ProfessorLuisAlberto

⁠Não foi só a vida que me tornou forte o desprezo das pessoas também!

Inserida por albano_guro

⁠Såbado estrelado...
Meu amor do meu lado...
SĂł recebo carinho...
Logo mais, um bom vinho...
Somente o frio Ă© mercenĂĄrio...
E a piscina... faz parte do cenĂĄrio!

Inserida por PMarcos

⁠Eu e vocĂȘ somos um sĂł. Eu nĂŁo sei mais ser eu sem vocĂȘ.

Inserida por andrade_silva

"⁠Dessa vez, vou pensar só em nós
O que eu errei prometo nunca mais errar
E se vocĂȘ perdoar o nosso amor
Os nossos sonhos podem se realizar".
Ás vezes o amor é difícil, mas por algumas pessoas valem apena.

Inserida por YURI281108

⁠Esqueçamos do nosso umbigo, ele só é algo quando em comunidade. O pensar é sempre um desafio e o homem, um ser social.

Inserida por jailton_silva

⁠As vezes só precisamos sentar e conversar, sem peso, sem julgamento e com a certeza que estão ouvindo e lendo o nosso coração.

Inserida por evandro_zan

⁠As vezes...
Precisa mudar o foco por uns instantes sĂł para volta a resolução do problema com outro estado de consciĂȘncia e assim com energia emocional positiva resolver a questĂŁo.

Inserida por majorado

⁠"Só conseguiremos envelhecer se passarmos pela juventude."

Inserida por OSMANFREITAS

Eu só queria ter alguém na mesma sintonia que eu, que topasse esquecer o mundo e vivesse o presente comigo... Nem que só por um momento. ⁠

Inserida por kelly_cristina_10

⁠Ainda que beije outra
Só o gosto da minha 
É que sente a língua sua
Mesmo que encoste em outro
SĂł o calor do meu
É que sente o corpo seu
"Quem um dia irĂĄ dizer que nĂŁo existe razĂŁo
Nas coisas feitas pelo coração (LU)"

Inserida por Waninharaujo

⁠A superação só foi possível quando eu parei de dizer "eu não quero" e passei dizer "eu não preciso".

Inserida por yasminbg

⁠Amar é fåcil, é só não se deixar ser levado pelas emoçÔes.

Inserida por yasminbg

⁠Continuar amando Ă© fĂĄcil, Ă© sĂł nĂŁo esperar algo em troca do bem que fez, Ă© sĂł nĂŁo pensar que o outro Ă© igual a vocĂȘ, Ă© sĂł nĂŁo buscar a perfeição e ser compreensivo.

Inserida por yasminbg

⁠Para ser usado pelo o EspĂ­rito Santo Ă© simples: Ă© sĂł parar de tentar usĂĄ-lo e deixar Ele lhe usar. É sĂł parar de pensar que sabe e que pode e entender que Ă© Deus que opera tudo em todos. É sĂł a si mesmo humilhar. É sĂł viver a vida na busca de servir em vez de ser servido.

Inserida por yasminbg

⁠O Passado
As vezes bate uma saudade que dĂłi no peito.
É como querer abraçar a brisa,
e sĂł sentir o frio de um passo no vazio.
Lå onde tudo começou, o começo.
Olhar para trĂĄs, Ă© ver a vida ao avesso.
Sentir que a felicidade escorria na face lisa da idade.
Um passado caro, depositado no banco da inocĂȘncia,
seu preço, era a conveniĂȘncia.
Conviver em rodas, mesas fartas de alegria,
compartilhando histĂłrias de uma pura verdade.
Éramos celebridades que corriam de pĂ©s desnudos
no tapete verde.
NĂŁo havia regalias. Menino, menina, boneca, carrinho,
elåstico, tudo era um laço, perdia quem não participava.
Apontar o dedo, somente para as estrelas,
Elas eram testemunhas das noites em volta da fogueira,
que debulhava faĂ­scas numa tela pintada de nostalgia.
O calor que aquecia,
era o manto da nobreza que ali existia.
Uma vida cheia, preenchida, não havia espaço
para medidas vazias.
RelicĂĄrio de moedas do tempo,
que hoje, nenhum diploma,
status pode trazer a rica vida que
se teve um dia.

Inserida por thinking19

Jå sabia que era mentira, só observava até onde⁠ ele iria continuar.

Inserida por vinicius_silva_19

⁠⁠O corporativismo, aliado a hipocrisia, conduz grupos a condenaram quem se defende dos vermes da sociedade, bem como ajuda na absolvição dos criminosos de alma cuja a benevolĂȘncia Ă© uma representação cĂȘnica. 
Numa civilização que vive de imagem e de teatro, ninguĂ©m perde tempo buscando se informar sobre conteĂșdos 
C'est lå vie! 

Inserida por Gracaleal