đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
De nada adianta querer ensinar algo aos tolos agora,
Estes sĂł saberĂŁo a importĂąncia dos ensinamentos perdidos,
Quando estiverem diante de situaçÔes que os exigirem.
NĂŁo estou neste mundo pra discutir.
Estou aqui neste mundo pra aprender.
A vitĂłria sĂł vem com aprendizado.
Shirlei Miriam de Souza
Tudo Numa SĂł
Brigamos e depois faltou-me coragem
Para dizer: - "Errei"
Nossa paz embarcando em longa viagem
Saiu do porto, pra onde, nĂŁo sei!
E eu fiquei remoendo torturas,
Lembrando os primeiros instantes,
...as grossuras,
O bater de porta irritante!
Lembrei-me entĂŁo a fase anterior,
Os passeios de mĂŁos dadas,
Os risos soltos, o cotidiano de amor:
No parque, no cinema, nas calçadas!
E abortando o egoĂsmo de alguns meses
Telegrafei para o meu "eu" quase morto
e gritando pela paz mil vezes
Consegui que voltasse ao porto!
Corri pra vocĂȘ desprovido de barreiras
e ao encontra-lo sĂł, no mesmo lugar da briga,
E senti que vocĂȘ era companheira,
Namorada, mulher, amiga...
Vivendo, aprendendo e seguindo por caminhos que me levam para pensamentos, que sĂł eu, sou capaz de decifrar.
"SABOR DO MEU BEIJO"
AndrĂ©a.Correia.đ§
Te desejo a todo instante, sĂł de te olhar mesmo que distante, consigo sentir o gosto do teu beijo alucinador fico louco de tanto amor, me seduza, teu corpo molhado , teu corpo suado, seja a hora que for sĂł preciso do teu amor.
Vem me amar, me fazer feliz, preciso de vocĂȘ aqui, nĂŁo demore temos a mesma sintonia, vou roubar suas horas, saborear e mapear sua boca te fazer a mulher mais louca.
Te desejo a todo instante, sĂł de te olhar mesmo que distante, consigo sentir o gosto de teu beijo alucinador fico louco de tanto amor, me seduza, teu corpo molhado, teu corpo suado, seja a hora que for sĂł preciso de teu amor.
Vem, vem me amar me fazer feliz, dissolver-me em teus lĂĄbios sanar essa dor, dor que esse amor deixou...
đ§AndrĂ©a.Correia.đ§
19 de junho de 2018.
Ă s 16 horas e 25 minutos.
Nesse momento eu só queria estar na brisa do mar, viajando nos meus pensamentos, enquanto eu olhava para o céu.
O nome nĂŁo importa
Eu chamo de bala de coco
Ă algo inexplicĂĄvel
SĂł quem sente pode saber
Ă como sentir um aperto e gostar
Como sentir vontade de chorar
E nem o porquĂȘ saber explicar
Me disseram amor
Eu disse que o amor nĂŁo Ă©
Que esse pode ser sentido por um qualquer
Para um qualquer...
Eu disse que Ă© algo fĂĄcil e estĂĄ em falta
Me disseram paixĂŁo
Eu disse que nĂŁo
Disse que isso se confunde com atração
Se confunde com descobrir e explorar
Com gostar e querer mais
Doença do coração...
EntĂŁo faz assim
Vou chamar de bala de coco
Eu sei que foi o que de mais gostoso sentiu
Quando tocou sua boca vocĂȘ sorriu
Ficou doente e sarou
Mas a bala de coco acabou...
A bala de coco que como uma doença
Te fez dizer coisas sem nexo
Te fez prometer o mundo e mais ainda
Mas acabou... E eu nĂŁo tive mais
Eu tentei buscar algo parecido
Te dei outra dose e vocĂȘ me disse tudo outra vez
Me deu uma dose da minha bala de coco...
Mas por fim... Acabou e nĂŁo tenho mais o que fazer
O saco de balas Ă© jogado fora e o gosto demora a sair
Posso tentar tirar esse gosto jĂĄ amargo
Mas nĂŁo consigo entender, minha bala de coco nĂŁo Ă© a mesma pra vocĂȘ...
Garimpe bem as suas amizades e separe o preço do valor porque carregar pedras nas costas, só vale a pena se elas forem preciosas pedras. Lavem as pedras para tirar a areia, pois, ela ocupa espaço, aumenta o peso do saco e não agregam valores. Que o saco seja grande (o coração) que sejam poucas as pedras (as amizades), mas que tenham real valor (que sejam verdadeiras). Ricardo Fischer.
"O que Ă© de cada um estĂĄ guardado, mĂĄs nĂŁo sou que que vou dar
Ă sĂł esperar no tempo e quem viver verĂĄs "
SolitĂĄrio, solidĂĄrio.
Eis a jornada luminosa e edificante do navegante.
Embarca sĂł e
Desembarca sĂł, em meio ao mar da vida,
Que o convida como tripulante Ă pilotar o veleiro ao destino certeiro da Luz, nĂŁo olvidando de ser solidĂĄrio aos que na nau conduz.
SolitĂĄrio, solidĂĄrio.
Eis a jornada luminosa e edificante do navegante.
Ă muito mais do que sĂł estĂĄ junto.
Ă partilhar seus desejos, o dia a dia, os medos.
Encontra-se mesmo nĂŁo estando perdido.
Ter um ombro amigo, sem precisar falar.
O Mal por si só, é råpido como um furacão e a sociedade o consome feito um delicioso néctar dos Deuses
