Andre guide
De tanto querer e não poder... hoje posso e não quero.
Se não pude fazer não podia agora não faço porque não quero.
Onde anda o Romance?
Talvez no facebook, orkut, msn, ...?
Onde andam a Conquista, a Paquera, onde se esconderam meninas?
Mulheres romanticas? Meu Deus me lembro que em algum momento da minha vida eu conheci uma, mais qual era o nome dela mesmo?
Acabou; olhos nos olhos.
Acabou o encanto do brilho no olhar.
Onde está aquele sorriso terno, tímido, semi sem vergonha?
Agora só apenas sorrisos prontos, pelos perfis da rede.
Fotoshop..., meu Deus, quanta coisa artificial, quantos sentimentos artificiais.
O que são serestas mesmo?
Nossa e os luais..., cantavamos, bebiamos, beijavamos, ficavamos felizes, olhando para a lua, estrelas, ao infinito...
Será que acabou?
Onde será que se esconde?
As vezes só enxergamos nosso próprio valor quando passamos a prestar um pouco mais de atenção ao que esta ao nosso redor.
Aprender a conviver com o que não nos faz bem também é evoluir como pessoa, elevando o espírito na caminhada desta vida
As horas escorrem entre os dedos como grãos de areia, cada uma levando consigo um pedaço de nós. Não são apenas segundos que se somam; são oportunidades, risadas, lágrimas e aprendizados que compõem o mosaico da nossa existência. O tempo, implacável e silencioso, nos lembra que o agora é o único momento que realmente possuímos. Ele nos convida a ser mais presentes, a sentir a textura de cada instante e a valorizar a jornada, pois, no final das contas, o que resta não é o número de horas que vivemos, mas sim a qualidade com que as preenchemos.
Tenho medo que descubram
Que estou louco
Que estive louco
Mas louco não como os outros
Louco do meu jeito
Louco por ela
Louco pela vivacidade
Louco pela necessidade de viver
Morto de vontade de viver
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
A internet inventou um padrão de vida que quase ninguém vive e fez todo mundo se sentir fracassado por não alcançá-lo.
ANDRÉ LUIZ SANTIAGO ELEUTÉRIO
A arrogância por muitas vezes irá ofuscará a luz,
Mas quem é sábio será a luz que brilhará no fim do túnel
Lasciva, bem mais que carne viva
Olho da vontade descabida
Rasgo do vestido vai até o canto da boca
Louca assumida, arrasa quando passa, cheiro de atrevida
Na pele registros, marcas, roxos, casca polida exibida
insegura se assegura dominante do vento levante
Amarga e formosa menina.
