Jean la bruyère
A experiência sempre instrui, admito, mas serve apenas para o espaço que se tem diante de si. No momento em que se deve morrer, é tempo de aprender como se deveria ter vivido?
Quanto a mim, quando desejei aprender, era para adquirir conhecimento, e não para ensinar; sempre acreditei que, antes de instruir os outros, era preciso começar sabendo o suficiente para si.
Aquele cujo poder o situa acima do homem deve pairar acima das fraquezas da humanidade, sem o que esse excesso de força servirá apenas para efetivamente situá-lo abaixo dos outros e do que ele mesmo teria sido caso tivesse permanecido seu igual.
Jamais acreditei que a liberdade do homem consistisse em fazer o que ele quer, e sim em nunca fazer o que não quer, e é isso que sempre reivindiquei, frequentemente conservei e pela qual mais escandalizei meus contemporâneos.
Nunca encontrei verdadeiro encanto nos prazeres do espírito senão perdendo inteiramente de vista o interesse de meu corpo.
Nunca medito ou sonho mais deliciosamente do que quando me esqueço de mim mesmo.
A infâmia e a traição me apanharam de surpresa. Que alma honesta está preparada para tais espécies de sofrimentos? Seria preciso merecê-los para prevê-los.
A presença do homem odioso me afeta violentamente, mas assim que ele desaparece, a impressão cessa; no instante em que deixo de vê-lo, paro de pensar nele. Por mais que eu saiba que ele se preocupará comigo, eu não poderia preocupar-me com ele.
Existe algum gozo mais doce do que o de ver um povo inteiro entregar-se à alegria num dia de festa, e todos os corações desabrocharem aos raios expansivos do prazer que passa rápida porém intensamente, através das nuvens da vida?
As crianças não apreciam a velhice. O aspecto da natureza abatida é hediondo aos seus olhos.
Dizem que, na Holanda, o povo recebe dinheiro para dizer a hora e mostrar o caminho. Deve ser um povo bastante desprezível esse que comercializa assim os mais simples deveres da humanidade.
A escolha livre que o homem faz de si mesmo se identifica absolutamente com o que se chama o seu destino.
O primeiro que, tendo cercado um terreno, arriscou-se a dizer: “isso é meu”, e encontrou pessoas bastante simples para acreditar nele, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil.
O sorriso não precisa de tradução,em toda parte se pode entendê-lo,pois transmite alegria e carinho,sendo assim uma linguagem universal de amizade,a mais bela saudação!!!
Sugestão para o título de um filme que venha a abordar a relação de Camus e Sartre no período pós-guerra: “Incompatibilidade de Gênios”.
Para você ver que rumo nossa nação tomou!
Uma bandida Presidente, um deputado corrupto presidindo a Câmara, um ex BBB fazendo carão, gritando um bordão ridículo e cuspindo nos coleguinhas, alguns votando NÃO e embolsando milhões que saíram de nossos bolsos, outros votando SIM de olho na futura mamata e poucos votando pelo respeito a opinião da maioria que grita nas ruas pela queda desses corruptos...
Ah e é claro o que citou o torturador lá, mas sabe quem me representou mesmo?
Um tonto de quem nem me lembro o nome ao dizer que a cadeira de Cunha fedia a enxofre.
Eu estou indo ao seu encontro...
Calma, hoje tenho muitas coisas para lhe contar.
Quero lhe falar como anda a nossa história...
E como ela irá ficar!
