Jean la bruyère
Hoje eu tenho a grande certeza de que eu não preciso de ninguém para ser feliz, eu sou feliz comigo mesmo.
Joaquín Torres nos ensinou que é preciso, com urgência, SULear os nossos passos e os nossos horizontes!
Já se perguntou o quanto é ruim viver na solidão.
Por muitas das vezes eu fico pensando, o porque disso tudo mas se você parar para analisar a solidão não é tão ruim assim.
Temos que viver sendo na solidão ou não
Tudo é questão de fases uma hora essa passa
Eu sou como uma chuva um dia eu te molho e te faço sentir frio, outro dia eu venho te molhando Refrescando seu corpo e limpando sua alma.
Ei, posso te falar uma coisa?
Pare de procurar sua outra metade
Em uma pessoa que não está nem aí para você
Para que você quer outra metade, se você pode ser completo ou completa de tudo aquilo que há de bom nesse mundo que você mesmo pode ter?
Vocês conversam ou ela só te responde?
Depois que eu escutei isso, nunca mais bati cabeça
Eis a questão: valorizar e priorizar quem faz o mesmo com você, ser recíproco é a chave do futuro!
Nunca durmam brigados,fazem as pazes antes do dia acabar.
Brigar faz parte.
Mas deixar o orgulho dominar…
E o que afasta dois corações que se amam.
Quando o amor é verdadeiro,o perdão chega antes do amanhecer.
Não é porque é fácil,mas porque é essencial.
Casais fortes não são os que não brigam são os que decidem não deixar o orgulho vencer.
Ao olhar esses seus olhos lindo,nao consegui acreditar na minha visao,nao soube se era realidade ou ilusao,pois esses seus olhos me fizeram acreditar que no mundo há pessoas perfeitas,que mesmo assim nao se igualam nen um pouco a voce.
Somos feitos um para o outro,é como se você pudesse invadir minha alma, decifrar meus pensamentos, adivinhar o que eu preciso e me trazer tudo isso com o simples fato de estar presente , mesmo que por hora seja pela net .
estou muito feliz com vc amorecoOoOoOoOO .
Alexia, quero que saiba
Eu tenho medo
Medo de te pedir em namoro
Pois eu não sei sua reação
Você diz que me ama
Mas mesmo assim
Eu sempre tenho um pé atrás
Até porque você é muito linda
Tanto que sempre tem alguém querendo você.
Toda mulher merece ser ADMIRADA pelos olhos e lentes do homem que está ao seu lado, caso contrário, nada se manterá vivo e real, tornando-os reféns de um relacionamento fadado a um ponto final antes mesmo do término da linha !!!
“Lettre à ma maitresse”
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Por causa dela,
Não me importo mais com cães
Gosto das mãos das mulheres
Mas não como quase nada
Nos alimentamos de maçãs
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Graças a ela,
Eu ouço ópera e mijo na varanda
Nós jogamos bacará, mas ela nunca ganha
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Graças a ela,
Eu gosto de Bach
De tango, e também de violoncelo
Por causa dela, graças a ela
Passei a ir ao cinema em Roma ou em Honfleur
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Ela diz que não devemos ter vergonha do choro
Eu não gosto muito disso
Eu não suporto os gritos
E há gritos!
Há lágrimas e risos
Ela diz “Serà lo qué serà”
E vamos fingir que…
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Eu deito bem perto dela
Meus olhos negros carvão,
pintados com rímel,
sonham com carne
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Graças a ela, passei a gostar de cigarros
A fuga para o fim
E ja não tanto de biscoitos
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Escuto suas longas conversas pelo corredor
Anseio por testemunhar sua doce evolução
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Graças a ela, eu não sou mais um cachorro
Eu ando em seus passos
E quando ela me diz “Venha!”
Então todo o meu coração bate ao mesmo ritmo que o dela
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Por causa dela, eu sei de tudo
No entanto, eu não digo nada
Quem é ela, o que ela faz?
Sempre o que lhe agrada
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Ela só ama o preto
Eu sou toda branca
Nossos corpos à noite se revelam
Sem distinção de status
Adentrando os jardins
Deitando pelos bancos
Esquecendo nossas tristezas
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Ela é sem fé, nem lei
Graças a mim, graças a mim
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De Jean-Michel Bernard.
Traduzida por Julha, a partir da Interpretação de Fanny Ardant.
MADALENA
Não era em toda a sua completude,
a alma inexorável de uma mulher resistente
e vencida perante o tempo.
Caminhava com sua pequena bolsa de saudades por todos os lados,
com seus papéis de bombons, cartas pela metade e fotografias manchadas pelo tempo.
Seus pés pairavam entre o arrasto e o escorrego dos dias sem propósitos.
Mas um dia, caiu de cara na ladeira
e seus papéis voaram ao vento
as palavras ficaram sem eco no olhar de quem estendeu a mão
para amaciar o seu tombo implacável.
E aí raiou o sol na janela alugada de um cubículo colorido.
A porta abriu, e como um roteiro presumível
foi-se o olhar perdido com as sacolas vazias que o vento levava
