đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Temos tendĂȘncia a nos focarmos no negativo.
A dificuldade Ă© sĂł um lado da coisa.
A maior e mais clara luz surge na maior escuridĂŁo.
Tudo depende de como e quanto nos deixamos tocar pelas sensaçÔes.
Queria pode voltar no tempo
como quem dĂĄ um passo pra trĂĄs,
mas hoje sĂł me lamento,
pois agora Ă© tarde demais.
O plebeu por causa de algumas moedinhas,pensa que virou Rei.SĂł deve tomar cuidado pra no final da histĂłria nĂŁo virar bobo da corte.
SĂł Ă©, e acabou
Quero sĂł saber quem Ă© que consegue definir o que Ă© o amor.
Bem, acho que ninguém. Talvez ninguém consiga porque o amor é um sentimento muito complicado - quem sabe até, o mais complicado de todos -, ou talvez porque tem gente que não sentiu ainda.
Ou mais talvez ainda... o próprio amor é que não deixa, pois se as pessoas conseguissem limitå-lo, tudo ia perder a graça.
Ia perder a graça porque o amor seria sempre a mesma coisa... todo mundo iria sentĂ-lo de uma forma igual. E eu pergunto: qual a graça que poderia haver se todos fĂŽssemos iguais?
Talvez, se nĂłs conseguĂssemos definir esse sentimento, ninguĂ©m mais sofresse. Mas, embora isso pareça algo bom, eu acredito que nĂŁo seja. Porque sofrer faz parte de um amor mal acabado, faz parte de qualquer amor que seja grande... O sofrimento faz parte do prĂłprio ser, e principalmente, faz parte de qualquer sentimento, independente do tamanho.
O sofrer faz parte de qualquer um que ama de muito.
Sabe... se me perguntarem o que Ă© o amor, a Ășnica coisa que eu poderei dizer Ă© que o amor nĂŁo Ă© daquelas coisas que tĂȘm um significado certo no dicionĂĄrio... porque ele mesmo nĂŁo Ă© certo. Pelo contrĂĄrio, o amor Ă© um dos sentimentos mais amplos, e mais incertos que existem! Do mesmo jeito que um alguĂ©m o sente de determinada forma, aquele alguĂ©m jĂĄ sente de outro; o da outra ponta, nem sente; um ali, nem acredita; o outro, morre de amores; e eu, vou acreditando e sentindo.
O amor pode fazer sentido, pode doer, machucar, alegrar... ou nĂŁo. Cada um sente de uma forma, e Ă© por essas e outras que o amor nĂŁo se define.
O amor nĂŁo se limita, Ă© um eterno parĂȘnteses em aberto.
O amor é só algo em que a gente não manda, só sente; E é por ele, e com ele que o nosso coração bate.
O amor é só sentir... sem nenhuma definição, e ponto final.
E eu, por final, sem meu lugar
Por mim, eu podia seguir sĂł atĂ© o fim... Sem me prender a ninguĂ©m, como sempre foi. NĂŁo Ă© nem que eu nĂŁo quisesse, mas eu nunca tive muita vontade... Ă que eu sempre gostei de ser fiel a tal da liberdade. Como eu podia imaginar que isso acontecer comigo? Me apaixonar por vocĂȘ assim, tĂŁo de repente? Eu, que sempre disse que nĂŁo ia querer nada sĂ©rio, que relacionamentos nĂŁo me convĂȘm, e que isso sĂł faz estragar o carinho que um tem pelo outro... Talvez eu sĂł tenha sido um pouco frio. Ou talvez tenha acontecido comigo o que eu nunca quis: precisar de alguĂ©m.
E principalmente, eu nĂŁo queria precisar tanto de vocĂȘ.
Eu nĂŁo queria te achar tĂŁo linda, nem que vocĂȘ me entendesse tanto, nem que o teu sorriso me deixasse bobo, nem que vocĂȘ fizesse eu me sentir tĂŁo bem, nem que vocĂȘ tivesse roubado meu coração deformado... Mas parece que o destino gosta de pregar peças. E de inverter os papĂ©is, pois atĂ© pouco tempo quem roubava coraçÔes e os punha na estante era eu, e nĂŁo vocĂȘ.
- âEssa aqui Ă© a OlĂvia, Eduardoâ â foi assim que Bernardo me apresentou vocĂȘ naquele outono.
VocĂȘ se lembra? Eu lembro de cada palavra e de cada sorriso envergonhado. Eu lembro da primeira palavra carinhosa que te dei, do primeiro beijo que vocĂȘ me concedeu, do que vocĂȘ me disse quando tomou meu coração de vez... Eu lembro que te confessei tudo o que sentia. E ainda lembro de coisas que nĂŁo queria lembrar... E dessas coisas, o que me dĂĄ raiva Ă© lembrar de cada coisa que planejamos. Me dĂĄ raiva lembrar que demos nomes aos que iriam vir, que fizemos planos para um futuro que nunca chegou.
Mas o que me dĂłi â me dĂłi mesmo -, Ă© lembrar do nosso adeus. Ou do meu adeus. Tanto faz... A Ășnica coisa que sei Ă© que devia ser por isso que nunca quis me envolver assim com ninguĂ©m... Porque pior do que ouvir que o amor podia machucar, foi sentir o amor me machucando. Pior do que ouvir dizer por aĂ que o coração se partia em sabe-se lĂĄ quantos pedaços, foi ter o meu coração estraçalhado.
E pior do que tudo Ă© ainda ter que te ver com outra pessoa, pra sĂł assim perceber de uma vez que a flor que eu te dei sĂł serviu para que vocĂȘ achasse alguĂ©m... Um outro alguĂ©m, que me tomou o seu amor.
E eu tinha feito de tudo para vocĂȘ perceber que era eu.
Sem tempo nenhum, sĂł primavera
Quando olhei bem no fundo dos teus olhos, nĂŁo acreditei no que eles me diziam. Eles nem sequer falavam nada; gritavam um adeus, sem um porquĂȘ ou alguma razĂŁo. SerĂĄ que tudo isso aconteceu mesmo? Queria que vocĂȘ nĂŁo tivesse ido embora... Ăs vezes imagino que vocĂȘ estĂĄ atrĂĄs da porta, sĂł esperando que eu volte pra me dizer coisas de amor.
Foste embora tĂŁo repentinamente que estranhei: ainda permaneces em mim. Teu cheiro, tua cor, teus olhos, tuas palavras sussurradas, tuas -nossas - mĂșsicas, tua voz, teu riso contagiante, tuas mentiras sinceras e histĂłrias mal contadas... Porque nĂŁo levaste os teus prĂłprios pedaços? JĂĄ cansei de carregĂĄ-los pra qualquer lugar que vou.
Sabe-se lĂĄ porque que eu fui inventar de te fazer de abrigo. Eu sempre soube desse teu jeito desapegado de tudo, mas quem manda ter um coração cheio de defeito? Pedi pra trocarem assim que descobri o que havia de errado, mas me disseram que nĂŁo tem garantia. Se quiser conserto, tem que esperar por alguĂ©m que queira fazĂȘ-lo. Mas quem? Parece que ninguĂ©m mais tem esse problema. Repito pro meu coração inĂșmeras vezes: "descansa, coração, descansa... amar nĂŁo Ă© pra vocĂȘ", mas ele nĂŁo obedece, afinal, nĂŁo seria agora que ele começaria a acatar minhas ordens. Ama desgovernado e nĂŁo tem nada que o impeça quando ele realmente quer. Vai no compasso da dança que lhe convir - ou nĂŁo -, e nĂŁo escuta mais ninguĂ©m, sĂł seu prĂłprio som.
Fecho os olhos para deixar de pensar um pouco em ti e mesmo assim, sĂł te vejo. Meu coração bate com teu som, e mesmo que eu nĂŁo queira, cada palavra minha tem uma ponta tua. Cansei de tentar te evitar... NĂŁo me cures mais de vocĂȘ, sĂł volta e fica ao lado meu. Recuperaremos o que foi perdido, dentro de nĂłs sĂł haverĂĄ primavera...
Quando voltares, meu bem, não haverå mais hora... O tempo esperarå por nós, para guardar nosso momento, como se fosse uma caixa de lembranças.
SĂł queria dizer a ele que ainda o amo, com a mesma intensidade e coragem de sempre.
Que toda aquela fragilidade se tornou força.
Que se for verdade a sua vontade de estar junto novamente, eu aceito...
Eu adoro o seu lado ridĂculo, eu sempre amei vocĂȘ.
Mas eu preciso ser amada também...
Como seria maravilhoso poder parar o tempo
Registar sĂł os sorrisos ou as gargalhadas
Registar somente a felicidade
Mas
Talvez fosse parar os sentimentos
Talvez nos impedisse de amar a prĂłpria vida
E a vida nĂŁo Ă© sĂł isso
Ă© o somar dos momentos de cada dia
Uma estrela lĂĄ no cĂ©u brilhar por vocĂȘ.
Uma pessoa aqui na terra pode brilhar por vocĂȘ.
Pare de sofrer
Viva o momento
Escreva a sua histĂłria
Liberte os seus sonhos e deixe o amor entrar.
Uma estrela lĂĄ no cĂ©u brilha por vocĂȘ.
E saiba que ela estĂĄ a te olhar da mesma forma que vocĂȘ olha para ela.
A lua nunca vai sumir, ela sĂł gosta de se mostrar para o outro lado do mundo. Mais sabemos que ela sempre volta para iluminar as noites tĂŁo escuras e silenciosas.
E meu tempo, reservei só pra ti. Faça o que quiser dele. Jå tomou minha vida, meucoração, e dominou meus pensamentos, o tempo não me farå falta.
JĂĄ fui totalmente frĂĄgil. Hoje posso ser vingativa, e fria. SĂł depende da pessoa ou situação. Vivia esperando dias melhores, esses dias que ainda espero. Fria, comunicativa, inconsequĂ«nte, misteriosa, pura ou impura. Dizem que sou um doce. Poucos esses os que provaram do açĂșcar da minha personalidade. Formada de dĂșvidas e incertezas. Acho na escrita, uma forma de libertar. E embora nĂŁo goste das minhas palavras, muitos dizem o contrĂĄrio.
