Andre guide
No seu olhar além das colinas, onde o sossego descansa, existe o profícuo, existe a herança. Aprumam-se as esquinas, do livre-arbítrio.
Menino prodígio poeta, com bolsos cheios de gritos de guerra. Suas bandeiras: poemas de amor e saudade... São trincheiras contra algoz realidade.
Avise-me quando tiver um tempo, caso eu não esteja, por favor, deixe recado. Passo por maus bocados sem a menor notícia sua, vivo um grande tormento olhando os velhos retratos.
Aquele que quer ser reconhecido dificilmente será famoso, porém aquele que é famoso facilmente será reconhecido.
A melhor maneira para definir o amor é simplesmente não defini-lo, pois tudo que é definido há uma finalidade, porém no amor não há limites.
Podemos até dizer que iremos até o fim por causa do amor, mas jamais poderemos afirmar que o amor se findará.
Um diamante não lapidado é semelhante ao homem sem Deus, ambos precisam dos seus donos para obter o seu brilho. O diamante precisará do homem e o homem de Deus.
As pessoas só irão se entender quando ambas conhecerem as suas diferenças e sentirem a mesma dor que elas causam.
Os sonhos de um justo nas mãos de Deus é semelhante a um projeto nas mãos de um empresário,
pois ambos jamais investirão para obter prejuízo, se os mesmos já investiram é porque terá potencial para alcançar o sucesso.
A estética de casas são semelhantes a estética das pessoas, por fora talvez não seja tão bela, porém a beleza interior é a que importa, afinal moramos dentro da casa e não fora dela.
Tenho seus poemas tatuados para meu longo conforto, às vezes os leio a esmo desmanchando possível mácula. Dentro de uma garrafa de fino gargalo torto, com as letras distorcidas que renasceram de um cálido aborto, leio um romance barato que se tornou simpática fábula.
É sou impostor vivente, fantasioso e sensível. Pinto com aquarela a imagem de um deus no céu, escrevo no papel minha quimera de um ser imbatível.
Digo em alto e bom som como é bom e quero sempre fazer parte da sua história... É salutar, mas periga ser um vício. É no início, na essência, onde bulo e reviro a memória. Vejo que nessa guerra vale a pena lutar.
Pra matar o tempo sem correr o risco de morrer junto:
Troca-se correr dirigindo na pista, às cegas e vários beijos em altas farras... Por comer dividindo a pizza, de acelga com vários queijos e alcaparras.
Linda, candente e perigosa. Vistosa, de garras afiadas, língua de lixa. Quem diria, ai, ai... “Vixe maria”! Ela é deusa maior, rainha cheia de viés, dona de tudo, no real e no absurdo, estou aos seus pés.
Escute a voz que vem de dentro, vem do centro, do eixo. Ela dará apoio, consertará o jarro. Mesmo que tire sarro, que seja um soco no queixo. A voz só se cala quando falta o intento.
