đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Amo por amar.
Sem nenhuma
explicação extraordinåria...
SĂł por achar
que a vida assim
Ă© outra coisa.
Mesmo quando sem devolução,
tem sido interessante,
o que tenho causado:
Diferença.
Tenho um segredo para te contar
Que só quem sabe é o meu coração
Tento disfarça, tento te conta
Mas o medo e a insegurança
NĂŁo tem deixado eu fala
Tudo o que eu sinto por vocĂȘ
NĂŁo tem mais como esconder
Tudo que eu sinto por vocĂȘ
NĂŁo tem mais como nĂŁo dizer
Que eu te amor, nĂŁo tem como nĂŁo negar
Eu te amo cada dia mais.
NĂŁo sĂł os saltos
Que a faz nos ver de cima
Suas calças apertadas e
O charme que desloca o ar
Ela Ă© forte, como uma bala
Uma hipnose
Uma mĂĄquina de dominar
Segurem-se, garotos
Ela o faz matar
E tem o controle
Um beijo, uma mordida
Serå que é sério?
NĂŁo Ă© dinheiro
NĂŁo sabe o que fazer
Apenas nĂŁo levante
E o que vocĂȘ sabe?
Ela nĂŁo deve imaginar
Ela nĂŁo sabe quem Ă©
Uma volĂșpia, tal um leĂŁo
Uma agonia
Uma vontade de se roer
E ela vai embora,
Nossos cigarros caem,
As cabeças explodem
Ela Ă© uma Deusa.
Eu sempre te amei e vocĂȘ sĂł me enganava
Te dei o meu amor e vocĂȘ sĂł esnobava
Escute o meu coração
Eu sempre te amei e vocĂȘ sĂł me enganava
Te dei o meu amor e vocĂȘ sĂł esnobava
Eu necessito de amor
E o meu erro foi ter sempre te amado
Me desculpe amor eu te quero do meu lado
Sai da minha frente eu nĂŁo te quero tĂĄ tudo acabado
NĂŁo desito eu estou desesperada!!
Estou pensando em ti
Estou sofrendo assim
Escute o meu coração
Escute o meu coração!
SĂł conseguirei esquecer vocĂȘ no dia em que um pintor conseguir expressar para uma tela toda a tristeza de uma lĂĄgrima.
Te amo! Por que?
Simplesmente te amo nĂŁo sei porque!
Serå um feitiço? Uma magia?
NĂŁo sei, sĂł sei que te amo!
Sua boca, seus olhos, sua pele
me fazem lembrar
a beleza de Afrodite
a mais bela das deusas gregas.
Qual Ă© o segredo desse amor?
Sera seu sorriso? Seus olhares?
O seu jeito de falar? De gostar?
Te amo sem pressa
mas por que te amo?
NĂŁo sei. SĂł sei que te amo!
Uma pessoa pode ser um milhĂŁo de coisas a um sĂł tempo, no mesmo instante em que Ă© nada! A insuficiĂȘncia da linguagem me proĂbe revelar quem sou... Ă uma prisĂŁo infinda, a linguagem. AlĂ©m do mais, se nĂŁo consigo traduzir nem o que vejo, o que aceito passivamente como verdade, como realidade, como poderia me definir?
No mĂĄximo, posso transmitir a impressĂŁo que passo para mim mesma, mas nĂŁo quero. Isso seria me restringir, me diminuir, me limitar... Devo ser aquilo que sinto. Mas os sentimentos nĂŁo se deixam aprisionar
pelas palavras. EntĂŁo, talvez eu seja aquilo que Ă© patente aos olhos, Ă quilo que deixo ver, Ă quilo que permito aos outros perceberem...
Mas isso Ă© tĂŁo pouco, e a vida Ă© tĂŁo mais imprevisĂvel...
Não! O que sou, definitivamente, não pode ser resumido a uma narrativa comprada na livraria mais próxima... Eu sou bem mais que isso, porque qualquer coisa, mesmo um cachimbo, estå muito além de qualquer
compreensĂŁo.
