Almeida garrrett
A escritora brasileira Marilina Baccarat de Almeida Leão, receberá dia 14/07/2017 na Assembléia Legislativa de Forianópolis, o prêmio de melhor livro do ano :"É Mais ou Menos Assim". Foi considerado o Best Seler, como sendo o livro mais vendido do ano.
A comenda será entregue no dia 14/-7/2017 em Florianópolis.
Marilina Baccarat de Almeida Leão-escritora brasileira: O DIA EM QUE O CRAVO BRIGOU COM A ROSA ...
Esse texto foi elaborado na oficina literária do Varal do Brasil, com várias escritoras.
O DIA EM QUE O CRAVO BRIGOU COM A ROSA
A briga foi assim:
Disseram à rosa
que o cravo beijou
a camélia cheirosa.
Pronto!
Foi o fim.
Nunca mais o cravo e a rosa
viveram felizes no jardim.
A rosa sempre chorosa,
o cravo quase sem cor
e a rosa se despetala
e o cravo morre de amor.
No canteiro, margaridas
ficam zombando, atrevidas,
desse romance sem fim.
E mais; poetas perversos,
à falta de novos versos,
catam rimas no jardim.
Marilina Baccarat de Almeida Leão-escritora brasileira
A MULHER E A ESTRELA
Por Marilina Baccarat de Almeida Leão
Por uma porta aberta, olhava a bela mulher de cabelos cor de fogo e mãos com dedos
compridos, os olhos perdidos, buscando, no céu de fim de tarde, quando a noite já
começava a cair, uma estrela. Aquela estrela, que sempre parecia aumentar o brilho, para
que ela, encantada, pudesse estabelecer um diálogo com a Estrela.
Ao encontrá-la, abriria um sorriso, daria uma boa noite à estrela e a conversa começaria,como qualquer outra, contaria do sol ou da chuva, da família e das amigas, quando cansasse, sentaria no batente da porta e respiraria fundo o cheiro do jasmim... Várias vezes,descreveu, para sua amiga estrela, o que era o aroma, só que não adiantava muito,pois a estrela não entendia...Descrevia a aspereza da terra e a maciez da grama, do gosto salgado da lágrima, do doce da fruta, do amargo do jiló, do gelado do sorvete. E então a confusão estava feita:- O que é sorvete?
Sorrindo, a mulher dizia:- Esquece e me fala do que você vê. A estrela então dizia:-
Daqui, durante o dia, posso ver pouco, pois o sol me bloqueia, vejo nuances de cinza,
pontos coloridos, indo e vindo, lentos ou rápidos demais, os ruídos são tantos que me confundo, houve uma vez que quase caí, um vento muito forte passou por mim, senti um cheiro estranho, minhas amigas, que estão aqui, há muito tempo, disseram que são aviões de guerra, senti o cheiro da morte, você já sentiu esse cheiro?
A mulher respondeu que sim, mas, não queria falar sobre isso, era triste demais, não a morte em si, mas, sim, como se morre na guerra...
Para aliviar a tristeza da voz, que sentiu da mulher, a estrela então começou a falar:-
agora mesmo vejo muito bem, você e seus cabelos vermelhos, o branco do que se chama jasmim, e muitas luzes, que, daqui, parecem iguais a mim. A senhora então sorriu com a gentileza dela e descreveu que, da terra, ela via a estrela com um enorme brilho,que a distância fazia com que ela parecesse uma fada ou um anjo. A estrela ficou feliz e disse que poderia vir à terra morar e ser vizinha da sua amiga, sentir os cheiros, a aspereza da terra, o gelado do sorvete e o perfume do jasmim, sentir a vida...
Sábia, a mulher de cabelos vermelhos lhe explicou que, se ela viesse, maravilhoso
seria, contudo, como conseguiria voltar ao céu?
A estrela então respondeu que não poderia voltar, pois, na terra ficaria, mesmo que
fosse jogada ao mar, onde nasce a lua. Ainda, assim, não retornaria e nem sequer estrela do mar se tornaria...
Então a doce senhora lhe pediu que no céu ficasse e iluminasse as noites escuras,
junto com a lua e no dia em que, do céu, ela visse um rasgão de luz, correria e a abraçaria,juntando assim o céu e a terra em poesia única, onde a grama macia a faria repousar sobre os olhos de suas companheiras do céu...E então, eternas, na terra, seria a mulher e a estrela...
Não basta dizer que defende uma causa!A sociedade precisa ver a sua fala na pratica!Mauricio Almeida
Das lembranças você guarda as melhores... ou piores...
Isso só depende de você!
Helda Almeida
(09.02.2014)
Meu tempo é agora.
Por Fabricio De Almeida
Fale-me do tempo e de suas horas
Por que tantos minutos rodeados de seus segundos
Dos anos com seus dias e suas noites do que vale o tempo
A não ser para conquistar mais tempo para viver
Já dei muito tempo a quem não me deu tempo nenhum
Parei meu relógio de viver trocando tempo por prata e ouro
Usei meu tempo para perder tempo por pessoas sem tempo
Mais hoje sei meu tempo é agora, pois aprendi que só devo tempo.
A quem da, seu tempo por mim pois tempo é vida não tem peso nem medida.
E neste tempo frio que faz hoje me deu a certeza que é tempo de eu me aquecer em você.
Agora é tempo de Naja Evangelista em minha vida obrigado por me dar tempo de amar você.
Biografia de Marilina Baccarat de Almeida Leão.
Nascida em São Paulo - Capital, radicada em Londrina desde 1964. Escritora e músicista, com 13 livros editados.
Seu avô José Baccarat, foi prefeito e delegado de Santos na década de quarenta.
É acadêmica imortal, na academia de Letras de Vitória ES
Pertence a REBA - rede de escritoras do Brasil e pertence também a AJEB - associação de jornalistas e escritoras do Brasil.
Valorização do esforço demonstrado pela turma 9ºB (Dedicado à turma 9ºB da Escola Secundária Almeida Garrett, ano letivo 2013/2014)
Autor: LCF
1
Devido a tudo feito durante o ano;
E a todo o esforço demonstrado;
A turma 9ºB está de parabéns;
Por não terem desistido do desafio dado.
2
Nunca ficaram para trás;
Nem mostraram fracassar;
É agora que se observa belas notas;
Para ver e apreciar.
3
Não destaco ninguém;
Pois todos merecem felicitações;
Para o décimo ano vão;
Com ótimos resultados nos corações.
4
A todos sorte desejo;
Por cada um sinto uma enorme admiração;
Agora aguardamos os exames;
Mas sei que com esforço, facilmente passarão.
É no coração que bordamos os sonhos de nossas vidas.
- Mery de Almeida.
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)
Atrás de uma mulher forte, habita uma menina que soube se reinventar.
Marilina Baccarat De Almeida Leão
Escritora brasileira premiada no Brasil e no exterior
Acredite... Roupas, calçados e adornos não modificam a sua essência!
Autora: Helda Almeida
(13/11/2019)
