Luis da camões
As vezes as pessoas que amamos nos magoam,
mas mesmo assim devemos continuar nossa jornada
com o nosso coração magoado..
Por mais socialmente correto que o indivíduo seja, quando em dificuldades extremas, terá que se adaptar e, se necessário, ser completamente anti-social.
A importância da preservação da cultura é relevante no
sentido de incentivar a ignorância e estagnação. Deveria
ter sido incentivada há milhares de anos, dessa forma não
teríamos atingido este estágio de desenvolvimento e o
planeta seria mais natural.
Um dia acordei e vi que não havia nada de interessante ao meu redor....
Fui até o meu computador abrir meu face e vi que tinha um convite de uma bela moça..
e por ela me encantei pois ela tinha um belo olhar e um lindo sorriso *--*
Lembraria dela todos os dia mesmo se por algum motivo ela esquecesse de mim...
Do meu olhar...
Do meu sorriso...
Da seriedade e pela grande fascinação que tive por ela...
Eu jamais esqueceria do olhar e do sorriso que me conquistou.
Voce sempre estará gravada em meu coração e na minha mente.
Eis que um dia irei conquista-la para sempre.
para voce somente ser minha o tempo suficiente para se tornar inesquecivel...
Para todo sempre...
Nao se preocupe, se o pra sempre não existir...
AGENTE INVENTA!
Nunca se sabe quanto tempo a distancia vai separar-te de alguêm e, pior, quanto tempo ainda o destino irá demorar a unir-vos denovo;
Eu vou
O sol se vai
Mas uma vez sem objectivos
O dia passa, a noite chega onde o vento me levar levarei comigo o meu coração
Pretendo seguir, mesmo com dificuldades. Eu vou seguir o meu caminho, pondo em mente
Que as derrotas, os falsos mostraram-me o caminho da verdade
Com persistência e esperança de ser e de quem pensa ser, eu vou a busca do meu futuro
Eu vou.
Eu vou fazer a minha vida, conquista-la com amor e trabalho sem magoar ninguém respeitar e ser um acolhedor e bom ouvinte
Eu vou.
Quem nunca brincou de enfileirar peças de dominó?? Depois derrubá-las todas... coisa de criança, de criança crescida também...
Acho que essa é a melhor metáfora da minha vida...
Um milhão de peças, centena de caminhos... algumas vezes derrubei as peças para sentir prazer, para dar risadas... escolhi aqueles caminhos tortuosos e fui feliz...
Algumas vezes derrubei as peças para ver o que tinha construído cair... Talvez por sadismo puro, talvez por ser a minha essência destrutiva...
Mas algumas vezes vezes esbarrei nas peças sem querer... e elas desmoronaram... Como na brincadeira, a tristeza e a decepção foram enormes... Aquele sentimento de incompetência ao lidar co algo tão simples e ao mesmo tempo tão complexo...
Acredito ser injusto você destruir uma caminho, uma estrada, uma opção de vida por um "esbarrão"... quando você escolhe destruir aquele caminho nada há a ser lamentado.
Se existe consolo, e talvez exista mesmo, é que podemos enfileirar tantas quantas vezes quisermos as peças do nosso dominó... Mesmo que não fique tão bonito quanto na primeira vez.
E se?
Se caio, não espero que levantem, eu sou forte, no batente sou valente.
Se não acreditam, mostro que da força tiro riqueza.
Se não me ligam, faço que não sinto, me mordo por dentro e agüento.
Se não consigo, tento de novo por que sei que eu posso.
Se não me dão, eu vou lá e consigo.
Se o medo me toma, corro pra cima, por que a melhor defesa é o ataque.
Se erro, o problema é meu, sei que um dia eu aprendo.
Que caia, o que for, que leve quem for, que passe quem quiser,
Eu estarei firme e forte sempre.
Se um dia não conseguir. Talvez não esteja mais aqui.
E se, não estiver aqui, deixei toda lembrança do mundo.
E ta ai o príncipe que não é sapo, não é homem, é um pensamento,
E ta ai o príncipe nos meus sonhos e minhas lamentações,
Por que todo mundo quer o príncipe? Se posso me contentar com
Apenas alguém que me conforte, pra que esse príncipe?
E ta ai, se espero o príncipe que quero, ele talvez não me ache.
Quer saber príncipe. Na verdade eu sou a princesa.
E outra príncipe, tenho até medo de te beijar, vai que você vire um sapo.
E de sapo eu não entendo. E ta ai. E estou aqui.
Quer me achar? Príncipe. Vem procurar.
Mas vem procurar devagarzinho, pode ser que eu não tenha essas tranças todas que você pensa.
Mas posso ser bem melhor do que imagina.
Tempo, tic, tac, passa ao redor de mim, tempo tic tac.
Me ajuda no que quero tempo, passa, extrai o pensamento.
Sento, agüento, o tempo é um tormento, tic TAC.
Me leva e me motiva, tic tac tempo, passa e renova.
Tempo, assopra a vida e os desejos, o toque dos meus sonhos.
Tempo, se esvai, as vezes me deixa as vezes me atrai.
Tic tac, meu tempo passa e as vezes não consigo.
A força do tempo, a força que repete, tic tac, passa.
Mas me deixa fazer o que desejo, não tire de mim os meus sonhos.
Tempo, tempo. Renova o pensamento.
E me deixa e me leva.
Analisando a história dos projetos de iniciativa popular, convertidos em lei, fica impossível refutar seu caráter de "instituto decorativo", abordado pelo professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho. Primeiramente, pode-se dizer isso em face do número de leis oriundas da iniciativa popular: a maioria dos estudiosos fala em quatro leis. No entanto, em uma análise mais pormenorizada, percebemos que, de fato, apenas duas leis vigentes tiveram seu processo legislativo deflagrado nestes moldes: a Lei 11.124/2005 (lei que criou o fundo nacional para moradia popular) e a Lei Complementar 135/2010 (lei da ficha limpa). As outras duas leis consideradas como fruto da iniciativa popular (Lei 8.930/94, conhecida como Projeto Glória Perez; e Lei 9.840/99, conhecida como lei da captação de sufrágio) tiveram cogitação popular e recolhimento de assinaturas, porém, em ambos os casos, o legitimado para dar início ao processo legislativo não foi, efetivamente, a iniciativa popular, mas sim, respectivamente, o Presidente da República e um grupo de Deputados Federais.
Assim, percebe-se, claramente, que a experiência brasileira é pífia. Outro problema deste instituto é a possibilidade de emendas ao projeto inicial, por autoria de parlamentares, sem um mecanismo de controle popular posterior. Deste modo, por meio de emendas, não é raro vermos desnaturação do projeto inicial. Outro debate, talvez mais polêmico, é o que trata da possibilidade de emendas à Constituição por iniciativa popular. Numa análise literal, refuta-se esta possibilidade mediante a leitura do art. 60, da CF. Todavia, por uma análise ampliativa dos princípios fundamentais abrangidos constitucionalmente, pode-se aceitar esta tese. Partindo desta análise sistemática, José Afonso da Silva representa a gama de autores que entende ser possível que o processo legislativo de emenda constitucional seja deflagrado pela iniciativa popular.
Por tudo isso, não podemos aceitar discursos que elogiam nosso sistema democrático a partir de uma visão míope e estática do parágrafo único do art. 1° e do parágrafo 2° do art. 61, ambos da Constituição da República. Os avanços se fazem necessários, principalmente, no campo da elaboração de mecanismos e institutos que regulem melhor esta hipótese de iniciativa, impedindo a desvirtuação descontrolada dos projetos iniciais e permitindo uma maior clarificação dos contornos e limites deste instituto basilar de nosso sistema.
E está inaugurado o período em que conheceremos nossa linda e edificante realidade! Políticos nos mostrando como somos agraciados com a perfeição fruto de seu trabalho! Não podemos esquecer como eles amam os idosos, os animais e as crianças; afinal, são tantas fotos que começarão a frequentar nosso mural que até nos convenceremos de como somos pessimistas e ingratos a este espetáculo de probidade e dignidade. Tudo tão bonito que nem precisamos ir para Pasárgada. Eleição à vista pessoal!
Se aprendi algo, ou tento aprender constantemente, é que, quando não sabemos sobre certa coisa, devemos nos manter calados. Ninguém precisa ter opinião sobre tudo, a todo momento.
Não muito, meu bem.
Não muito tem.
Não sei bem o que me faz bem.
Não sei ser zen.
Quanto tenho não quero e quero o que não tenho.
Quando vem eu saio e procuro onde não acho.
Sim é isso eu sei.
Sei que isso eu não procurei.
Tudo muito frágil e não me procura.
E não sei o que realmente me falta.
Ou se você é aquilo que me faltava.
Não muito me faz bem.
O que me tem , quando me tem meu bem.
Aquele momento é zen é aquém.
Uma rima , que anima.
Não é. Meu bem.
