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â NĂŁo Ă© a "vida" que constrĂłi ideais e sim as circunstĂąncias. Ideais sĂł podem existir em pensamentos.
Liberdade nĂŁo Ă© um ideal Ă© uma realidade viva.
â Como as ideiais sĂł podem existir em pensamentos nececita-se de um organismo para torna-lo vivo.
Quando o organismo se torna maior do que o ideal ele sente a nececidade natural humana de evoluir o ideal, porĂ©m uma "mini-megalomania" corrompe a evolução dos ideais e a procrastinação atrofia-nos Ă uma nova era, uma nova revolução intelectual. Â
SĂł chegamos onde queremos chegar quando usamos a queda nĂŁo como desculpa para desistir, mas para levantar.â
â SĂł pensando: NĂŁo se desalinhe para alinhar o caminho de alguĂ©m. Cada qual deve procurar seu prĂłprio alinhamento.Â
NĂŁo dĂĄ pra ser feliz pelo outro, isso Ă© muito pretensioso; atĂ© podemos contribuir para outras felicidades, mas nĂŁo antes de sermos felizes. NĂŁo se tira ĂĄgua de poço vazio.Â
Do mesmo modo nĂŁo parece ser saudĂĄvel cobrar reconhecimentos. Cada um dĂĄ de si atĂ© o mĂĄximo que nĂŁo lhe falta ao essencial - o tal do invisĂvel aos olhos - e cada um tem uma UHMÂč exclusivaÂ
(Âč- Unidade Humana de Medida - deve existir nos consultĂłrios de psi...ia.)
A busca da nossa prĂłpria limitação, a definição do nosso escopo, o aprendizado do alcance de nossos passos e, porque nĂŁo, de nossas "asas" deve se tornar um desafio constante. Renovar os limites a cada marca alcançada. "Navegar Ă© preciso", jĂĄ disseram uma vez.Â
NĂŁo somos seres ilimitados muito menos imortais, mas buscar novas metas Ă© manter a chama da vida acesa. Venho insistindo, investindo no conceito de que a vida Ă© um punhado e a morte, uma sĂł.
Reconhecer que tudo tem um fim: um Ăłtimo começo. Ou recomeço, pra quem acredita em encontro de almas.Â
Aproveitando o dia que se aproxima, uma duzia e meia deveria ser medida de amor verdadeiro, viva essa intensidade! đčâ€
SĂł os fortes lutam, e os covardes? Fugam.
- Esse Ă© o princĂpio intrĂnseco da humanidade: Luta ou fuga.
â A pobreza e a marginalização nĂŁo sĂŁo sĂł questĂ”es econĂŽmicas, polĂticas ou sociais, mas sĂŁo questĂ”es humanas.
â â â A irracionalidade em que alguns momentos nos faz presente; sĂł se justifica, quando Ă© fruto do amor.
Quando nos deparamos, que ao nosso lado, estĂĄ ĂĄ pessoa mais doce e linda.
E que, em um momento ocasional, furtivamente, nos arremetemos a um imenso jardim; e dali colhemos a Ășnica rosa existente neste vasto canteiro;
Rosa esta, que foi predestinada desde da sua concepção, a ser entregue Ă vocĂȘ, que dentre todas; Ă© a mais bela.
â Eu percoreria o mundo pra ter vocĂȘÂ aqui comigo
SĂł vocĂȘ me completa por inteiro, sĂł vocĂȘ me faz feliz.Â
