đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Eu sĂł queria que hoje vocĂȘ chega-se e me abrasar-se e nos teus braços quentes mostra-se o quanto me amas, de tantas noites sem dormir nessa noite, dormirei mais feliz, pois, sei que esta aqui.
Ao passar do tempo eu aprendi que ficar com raiva das pessoas,sĂł prejudica a nĂłs mesmos.
EntĂŁo o melhor Ă© deichar os problemas de lado e pensar no futuro,q vai estar sempre com vc amanhĂŁ e depois.
"Eu não apaguei as nossas lembranças,o tempo que fez isso por si só!
Desbotou as fotos,sugou a tinta das cartas e minha mente estava ocupada demais para armazenar tais informaçÔes inĂșteis,abrindo espaço para coisas novas!
NĂŁo diga que apaguei nada,eu nunca tive esse poder.
E se tivesse teria feito isso muito antes..."
"Lå na esquina encontrei alguém chamado saudade...
Hoje na verdade esse alguém é só um banquinho de bar pegando chuva!"
Das cartas e poesias que eu escrevi
Dos textos e das caricias que sĂł eu senti
De todas as estrelas e cançÔes que me fez chorar
A procura de todos os amores e de todas as dores sĂł pra nĂŁo te ver nunca mais chegar!
VocĂȘ, sĂł perde comigo. VocĂȘ sĂł perde comigo, quando fala de sentimentos, em seguida, some. VocĂȘ, sĂł vocĂȘ, perde comigo, quando diz que nĂŁo me deseja depois aparece na minha casa. VocĂȘ, sempre vocĂȘ, sĂł perde comigo, quando nĂŁo fala logo que estar com saudades ou melhor me pede logo pra ficar na sua vida. VocĂȘ sĂł perde comigo, quando nĂŁo manda se quer uma mensagem mas acompanha minhas redes sociais. VocĂȘ, ai ai vocĂȘ, sĂł perde comigo quando desiste de mim depois de eu ter me feito de digna, dizendo que me perdeu. VocĂȘ, vai continuar perdendo comigo, o resto da sua vida, se nĂŁo assumir a falta que eu faço. VocĂȘ, um dia nĂŁo vai mais perder pra mim, vai acabar Ă© perdendo pro Ricardo.
VocĂȘ pode atĂ© achar que nĂŁo serĂĄ feliz sem esse alguĂ©m, mas posso garantir que vocĂȘ sĂł nĂŁo serĂĄ feliz mesmo; sem vocĂȘ. Quando vocĂȘ finge ser outra pessoa, vocĂȘ tambĂ©m finge ser feliz.
O diĂĄrio de uma apaixonada
Sabe, ontem a rua estava que nem formigueiro de gente e eu me senti sĂł. Sabe, ontem eu fui numa entrevista de emprego, o cara perguntou se eu tinha algum defeito, respondi que eu nĂŁo sabia falar inglĂȘs. Sabe, ontem minha famĂlia disse que eu nĂŁo estou nesse mundo, e na verdade, estou mas como nunca estive. Sabe, ontem apĂłs sair do banho, eu fui pra frente do espelho e desejei tanto que vocĂȘ me visse. Sabe, ontem eu nĂŁo dormi bem como todas as outras noites.
Sabe, nĂŁo, vocĂȘ nĂŁo sabe! Porque se soubesse vocĂȘ nĂŁo consegueria viver normalmente.
NĂŁo hĂĄ cura sem ferida, portanto; sĂł se cura da dor de um antigo amor, quando pra si mesmo assumir que dĂłi.
Competição na natureza: um come o outro só para matar a fome. Cå entre nós, entramos na competição para parecer melhores: vaidade.
penso sĂł queria ter VC aqui
em uma noite estrelada me sento ao vento olhando o luar hĂĄ em uma linda noite ha espera de vocĂȘ se as lĂĄgrima cair Ă© saudade se a tristeza me cerca chamarei teu nome e nĂŁo cansarei
Hoje minha avĂł morreu
A verdade Ă© que foi tudo tĂŁo rĂĄpido e automĂĄtico que nĂŁo pensei nela
SĂł conseguia pensar no meu pai.
Sei que Ă© loucura mas nĂŁo consigo imagina-la morta
Pra mim ela sempre vai estar na frente da casa sentada na cadeira de macarrĂŁo proseando com os vizinhos.
JĂĄ meu pai nĂŁo,
Ele estĂĄ aqui e vejo os anos pesando sobre seus ombros.
Eu vi ele chegar hoje andando devagar, eu vi a dor nos olhos dele
E eu vi lĂĄgrimas que nĂŁo via hĂĄ muito tempo
Talvez nunca tenha visto como aquelas.
E me doeu tanto
Doeu na alma ver (incapaz de reverter) alguém que amo tanto exalando aquela dor tão real, tão intensa.
Pai tudo o que eu queria era arrancar isso de vocĂȘ, mas seria egoĂsmo demais nĂŁo deixar vocĂȘ viver o seu luto.
O tempo tudo cura, vocĂȘ sĂł precisa saber que ela estĂĄ nesse momento, sentada na cadeira de macarrĂŁo, com a caixa de fumo do lado, fazendo pacientemente o prĂłprio cigarro. Ela vai pedir um cafĂ© pra depois do cigarro e vai rir de tudo isso. Daquelas gargalhadas doidas que se seguiam de um beliscĂŁo que era a forma dela dizer Te amo.
Ela estĂĄ melhor que nĂłs.
Eu te amo demais.
Eu queria que vocĂȘ nunca esquecesse disso.
NĂŁo Ă© que eu tenha deixado de acreditar no amor, sĂł acredito que nĂŁo exista pessoas nesse mundo capaz de amar...
Seriedade
Que rosto tão sério e lindo.
Nem um sorriso para mim deu,
mas dele gostei, sĂł de olhar.
Sei que este rosto doce, um dia sorrir
para mim vai.
E qualquer dia casualmente, iremos
nos encontrar, e depois de tanto pedir
o beijo de amor serĂĄ dado, vĂĄrias vezes,
com muita e ardorosa insistĂȘncia, ai
desse rosto irĂĄ se apagar a seriedade.
Abrir-se-ĂĄ entĂŁo todo o encanto,
de uma beleza tĂŁo pura, que do amor Ă©
a prĂłpria essĂȘncia.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Os dias e fios
SĂł sinto os fios a minha volta,
NĂŁo tenho deles nenhuma clarĂssima percepção.
Mas sou mulher
FĂȘmea
e
E por isso, intuo
SĂŁo eles, os sentidos fios, que tecerĂŁo o meu abrigo.
Sempre que posso tento separa-los
Desembaraça-los
CompreendĂȘ-los
Tatear o que sĂŁo
Ouvir o que de mim ou para mim eles dizem
Se consigo
Faço com eles minha arteManha
Meu alimento, meu trabalho,
Minha tessitura
Minha vida
Meu jeito de amar
Meu sonho e minha salvação
Se nĂŁo consigo
Entrego-me aos ritmos da vida
Essa que comigo e também a minha revelia, fåbrica os fios
Entregar-se nĂŁo Ă© coisa simples
Resistir Ă© para teimosos
Eu, frequentemente, sou
Mas a questĂŁo Ă© que, Ă s vezes,
NĂŁo hĂĄ escolhas
A Vida tem seus imperativos
Pois, sim
Também experimento resignaçÔes
Conheço algo das leis de viver
Mesmo se delas,
Por vezes,
Nada compreendo
Ainda assim, confio
Espero,
Deixo
Torço que se engendrem:
A vida, as circunstĂąncias
Meus jeitos de amar
Meus sonhos...
Viver Ă© fruir
E se acaso minha salvação não chegar...
Que eu possa buscĂĄ-la
Sonha-la
Que eu possa reinventar
Alguma renda fiada com os fios
Da compreensĂŁo
Dos embaçados e das escuridÔes.
Quem sabe algum lume de luz
Venha
Clareie
Quem sabe alguma luz se borde
Quem sabe algum perfume crie
LuminescĂȘncias nas abstratas flores da escuridĂŁo
E das ignorĂąncias minhas
SĂł sinto os fios a minha volta,
NĂŁo tenho deles nenhuma clarĂssima percepção.
Mas sou gente
Mulher
FĂȘmea
e por isso, intuo:
Conhecidos ou estranhos
Nebulosos ou iluminados
Sou aracne
Esses fios me abrigam
Eles sĂŁo o meu viver
