Dia Nacional do teatro
Tanto tempo juntos que parece que ficamos, cada dia, mais parecidos um com o outro. Olho pra ela e é como se estivesse de frente a um espelho. Muito mais que isso é que nossos espíritos se fundiram e desapareceram portanto o “meu” e o “dela”, agora é o “nosso” espírito.
Obrigado SENHOR por ter-nos selados para a eternidade.
Ney Paula B.
Que o dia de cada um de nós seja de pura benção e amor. Que sejamos o amor onde houver ódio, a paz onde houver a guerra, a alegria onde houver a tristeza, mas o mais importante, é que sejamos sempre nós mesmos, e que estejamos dispostos a fazer o bem, sem olhar a quem.
IPE AMARELO
Na calçada, manhã fresca.
O sol manhoso espreitava mais um dia de trabalho na prefeitura.
E os ipês amarelos, frondosos,
faziam fila na calçada, como quem aplaude a vida.
Então veio um "bom dia, moço!"
Pequeno, suave, sonoro, inteiro.
Da boca de uma menininha
que caminhava com a mãe na calçada.
E aquele bom dia
foi nota de canção em meus ouvidos.
Acorde que me encontrou,
afinou o peito e tocou minha alma.
Disse ao amigo do lado, Ivan:
"Ganhei não só o dia, amigo.
Acho que ganhei o ano todo."
Porque tem gentileza
que dura 365 dias.
Este dia também é teu.
Mesmo que agora o caminho pareça difícil, o Sol continua a nascer para todos.
Há sempre uma nova oportunidade à tua espera, um motivo para seguir.
Respira fundo.
Confia.
Vai passar.
Dias melhores virão.
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como o gato enfrenta cada dia com serenidade e coragem, você também é mais forte do que imagina.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
"Hoje em dia há filhos que não escutam nem o pai e nem a mãe; damos conselhos e eles não estão nem aí, só Deus para ter misericórdia."
Talvez amanhã,
ou depois de amanhã,
mais tarde,
qualquer dia,
daqui a dois ou três anos,
nós nos veremos de novo.
Nós amaremos novamente,
seremos dois loucos lutando contra o mundo, o tempo, a vida, a realidade seca e as palavras que fazem doer.
Talvez hoje eu chore, sinta saudades, sinta remorso e arrependimento por ter soltado sua mão, dito que não te amava, que não te esperava, por causa de míseras palavras bobas que saíram da sua boca.
Reconheço meu erro. Reconheço que éramos dois, éramos um, e agora só restou uma história linda que acabou no começo — no começo de um “oi”,
de um “tô do seu lado”, que pulou para um “eu te amo” e acabou em um “enfim”.
E acabou em uma madrugada de quarta-feira, sem muita cerimônia, sem muitas palavras. Só um toque soberbo, uma palavra e um adeus.
Adeus...
Estamos On-line?
Mais um dia no escritório. A mesma mesa engolida por papéis amarelados. Um computador que parece saber mais sobre mim do que qualquer confissão que eu já fiz em voz alta. Um telefone que grita quando o mundo não deveria ter voz. E uma fila de gente com o olhar gasto, esperando.
Esperando uma solução.
É quase cruel como ainda chamamos isso de solução. Quase sempre é só mais um protocolo frio, mais um formulário que não sangra, mais uma senha esquecida, mais um número que ninguém sabe decifrar. Um labirinto de papel e código onde a dor entra viva e sai desidratada.
As pessoas chegam com problemas mais viscerais, reais até o osso, e recebem respostas virtuais, sem carne, sem cheiro, sem peso. Querem resolver a vida pela tela como quem tenta estancar uma hemorragia com papel. O mundo aprendeu a transformar qualquer desgraça em número de protocolo — e isso, de algum jeito, nos parece normal.
Eu observo.
Estamos todos on-line.
Pelo menos é o que dizem.
Há gente conectada ao banco, ao trabalho, ao aplicativo, ao governo, ao médico, ao amante, ao ex-amante, ao desconhecido que nunca viu seu rosto e ainda assim opina sobre sua vida. Sabemos quem comeu o quê, quem viajou para onde, quem morreu sozinho, quem traiu sem piscar, quem enriqueceu e quem perdeu a própria dignidade no processo.
Sabemos de tudo.
Menos de nós.
O computador continua aceso.
Uma luz pálida, quase doente, tremendo na minha frente.
Talvez seja isso que chamamos de vida agora: uma luz insistente dizendo que ainda estamos disponíveis, como mercadoria em prateleira.
Mas disponíveis para quê?
A fila cresce como um organismo vivo, respirando devagar, pesado, impaciente.
Cada pessoa carrega uma pequena tragédia particular, escondida mal e mal sob a pele: uma aposentadoria que nunca chega, uma dívida que morde por dentro, um benefício negado, um documento perdido, uma doença que não espera, uma separação que ainda sangra, um filho que depende de um sistema que não sente nada, um pedido que depende de outro pedido, que depende de uma assinatura que depende de alguém que não está.
A humanidade inventou a burocracia para domesticar o caos.
Depois inventou a internet para acelerar o colapso.
Talvez seja por isso que essa palavra — conexão — me soa cada vez mais como uma piada mal contada.
Estamos conectados a tudo.
E desconectados de quase tudo que ainda pulsa.
Falamos em nuvem como se ela tivesse consciência, como se guardasse algo além de dados frios. Mas talvez ela só armazene nossos rastros: fotos sorrindo enquanto por dentro tudo desaba, conversas vazias, promessas digitais, e uma quantidade obscena de ruído disfarçado de vida.
A nuvem não sabe quem somos.
E, às vezes, suspeito que nós também não.
Existe uma espécie de wi-fi interno. Não sei se é alma, instinto ou só um nome bonito para o que foi sendo abafado aos poucos.
Alguma coisa dentro da gente deveria ainda captar sinais.
Um desconforto no peito.
Um arrepio sem motivo.
Um silêncio que pesa.
Um aviso bruto, quase animal, dizendo: pare.
Mas o dia inteiro somos atravessados por notificações.
O celular vibra como um nervo exposto.
O computador pisca como um olho doente.
O telefone cospe vozes.
Alguém chama.
Alguém exige.
Alguém cobra.
Alguém vende.
Alguém promete salvação em três cliques.
E depois nos perguntamos por que estamos exaustos, como se a resposta não estivesse gritando o tempo todo.
Talvez nossos neurorreceptores não estejam quebrados.
Talvez estejam apenas afogados.
É difícil ouvir qualquer coisa pequena quando o mundo inteiro decidiu gritar dentro da sua cabeça.
A sociedade aprendeu a ocupar cada fresta do silêncio. Música forçada no elevador. Tela acesa na sala. Podcast enchendo o carro. Vídeo mastigando o almoço. Mensagem invadindo a conversa. Notificação mordendo o sono.
Nunca estamos sozinhos.
E, ainda assim, nunca estivemos tão abandonados por dentro.
Fico encarando a tela.
E me vem aquela pergunta antiga, quase primitiva, que ninguém aguenta sustentar por muito tempo: de onde diabos vem tudo isso?
A vida.
A consciência.
Esse impulso cego de continuar mesmo quando nada faz sentido.
Aquela coisa estranha que empurra alguém a acordar numa terça-feira qualquer, vestir a própria pele como se fosse uniforme, pegar um ônibus lotado, engolir trânsito, entrar numa fila e passar o dia tentando consertar problemas que já nasceram condenados a serem substituídos por outros.
Talvez exista mesmo uma inteligência maior.
Talvez exista uma nuvem original, viva, pulsante, indiferente.
Talvez sejamos só fragmentos dela, esquecidos de si mesmos.
Ou talvez não exista absolutamente nada.
Um vazio elegante, sem explicação, sem propósito, sem testemunha.
E isso, de algum modo, também parece plausível.
A diferença é que ninguém recebeu o manual.
Entramos aqui sem instruções, sem mapa, sem legenda.
Passamos anos tentando decifrar o painel de controle da própria existência, apertando botões aleatórios, esperando que algo acenda.
Depois alguém nos chama de velhos.
E o sistema começa a falhar de verdade.
Memória falha.
Joelhos rangem.
Dentes cedem.
Sono vira fuga.
E então aparece a mensagem final, sem emoção, sem piedade:
encerrando sessão.
Sem atualização.
Sem suporte.
Sem segunda tentativa.
A fila continua.
O telefone grita outra vez.
O computador exige uma senha como se ainda houvesse controle.
Uma pessoa pergunta se falta muito.
Eu olho sem saber o que responder.
Nunca sei.
Talvez seja essa a única honestidade que ainda não foi censurada dentro de nós.
Não sabemos por que estamos aqui.
Não sabemos o que somos quando ninguém está olhando.
Não sabemos para onde isso tudo está nos levando.
Mas seguimos on-line.
Sempre on-line.
Publicando fragmentos de felicidade para provar que ainda existimos.
Dando opiniões como quem tenta convencer a si mesmo de que pensa.
Acumulando contatos para fingir que não estamos afundando sozinhos.
Comprando coisas para simular vitória.
E encarando uma tela brilhante enquanto alguma coisa dentro de nós, em silêncio absoluto, tenta desesperadamente estabelecer uma conexão que nunca chega.
Talvez o problema nunca tenha sido o sinal.
Talvez o problema seja que desaprendemos a escutar o que ainda está vivo por dentro.
A fila finalmente se move.
Um corpo se levanta.
Outro ocupa o lugar como se nada tivesse acontecido.
O telefone volta a tocar.
Eu encaro a tela do computador.
E, por alguns segundos, não faço absolutamente nada.
Só isso.
E penso que talvez estar realmente conectado seja exatamente isso:
aguentar alguns segundos sem ser invadido por nada.
Só você.
Sua cabeça.
Seu silêncio.
E aquela pergunta incômoda, crua, quase sangrando por dentro, que nenhum aplicativo jamais vai conseguir responder:
quem diabos está usando você enquanto você acredita estar vivendo?
“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”
— Juliana Hoffmann Liska
O Céu se emociona e vem O Sonho Lúcido com A Tua Chegada
O dia está bastante chuvoso e mais uma vez o céu está emocionado. Agora, seria muito oportuno para que a tua presença viesse ao meu encontro, ainda que fosse apenas na minha mente, nos meus pensamentos mais profundos.
Desfrutaria, então, de um sonho lúcido em um ambiente nublado, com as chamas do nosso desejo se destacando; os nossos sentidos aguçados, os nossos instinto libertos e o tempo gentilmente parado para não apressar o nosso momento.
Ficaria mais honrado se eu soubesse que, do outro lado, tu estarias sonhando junto comigo; assim, a distância física que nos afasta seria ignorada facilmente pelo nível alto de realismo e de sabor diante dos nossos olhos e no fulgor dos nossos espíritos.
~~A MARCA DA VERDADEIRA EMOÇÃO~~
Não existe dia certo para acreditar que cada realidade vivida, sentida, sempre é o recomeço de grandes momentos onde somos capazes de nos entregar, esquecer o tempo, esquecer os problemas do mundo e sentir no coração o ritmo que nos enlouquece, o frio que sobe no peito e aos poucos vai esquentando, aquecendo todo aquele momento.
Nós somos capazes de nos permitir acreditar o quanto é bom viver.
O calor dos seus braços me envolvem e me fazem sentir que carrego dentro do peito muito amor, capaz de envolvê-lo com eterna ternura onde todas as emoções não são apenas vividas
mas também sentidas da forma mais límpida e sincera.
A cada reencontro nossos olhares se encontram e são capazes de dizer muito mais que palavras, porque o beijo simboliza a comunicação de viver intensamente novos momentos, novas emoções, marcando com muita ternura uma cumplicidade eterna.
A Marca da Verdadeira Emoção
~~EDEMILSON RIBAS~~
398 🙏🌹E aí surge a luz de um novo dia, novos tempos, uma nova era de luz e esperança renovada em nossas vidas, abracemos então o novo caminhar, amemos uns aos outros buscando a paz desejada, o bom viver no brotar do amor divino, do amor de Deus em nossos corações, sigamos com fidelidade no criador, em Jesus o nosso caminho, verdade e vida, a renovada caminhada nos estimula a seguir com fé e amor nas nossas vidas, a chegada da nova era nos renova...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Quem pensa além da média raramente é ouvido, pois a sociedade prefere o conforto da repetição à dor da lucidez.
A vida não é passeio.
A vida é campo de guerra. E cada dia é uma batalha diferente.
Tem batalha que dói.
É a perda, é a traição, é a porta que bate na cara.
Ela te derruba, te arrasta no chão e te faz duvidar de tudo.
Mas é ela também que te ensina a levantar sozinho.
quando te vi, algo em mim já sabia...
que esse dia mudaria todos os outros
em minha vida
meu perfume lembra os teus olhos
mas os teus olhos em mim
me lembra o amor
daqueles pra vida inteira
com uma linda descendência
como acordar em uma manhã de natal
para meu querido peps
então volto à realidade.
um dia me joguei ao vento,
dormi ao relento.
e sonhava todos os dias acordado,
queria ser lembrado.
mas estava amarrado à minha mente maluca,
aquela que retruca quando deveria se libertar,
que mesmo amando a vida resolveu se aprisionar.
e de fato estava errado,
pois quando amado resolveu se retirar.
errado de não saber gostar,
de ir contra ao vento e, mais uma vez, falhar.
mas o que é acertar?
viver a vida de outro não é se amar,
não tolerar os mínimos erros.
enxergo perfeitamente cada falha que cometo,
sei onde erro e o estrago que isso causa.
o pior é ter a plena consciência de tudo,
mas não ter a menor ideia de como mudar.
essa realidade é minha e não consigo escapar,
errar faz parte do jogo, mas sinto que só sei errar.
Tenho apenas uma vida, e só Deus sabe quanto tempo me resta. Mas em cada dia que Ele me conceder, desejo gastá-lo inteiramente para Ele.
Há uma grandeza silenciosa na vida comum: nos laços que tecemos dia após dia, na fé que sustenta nossos passos, nos sorrisos e lágrimas partilhados.
O extraordinário não reside em roteiros grandiosos, mas na coragem de construir algo duradouro: um lar, uma família, memórias simples que ecoam pela eternidade.
A verdadeira beleza da existência floresce justamente onde menos se espera: nos detalhes ordinários que, ao final, revelam-se milagres cotidianos.
