Esquema
0286 "Meu ex amigo criou outro título de filme: 'Turbilhão de Acasos'. Perguntei se nesse ele havia se inspirado na labirintite que o deixava em redemoinho. Ele não gostou... Passamos, então, a ex amigos!"
1945 📜 "É impossível eu indicar a melhor música, o melhor filme e o melhor livro que 'conheci'. Aí está pergunta que não se limita ao singular. Não há 'o melhor' e sim 'os melhores' !"
"Difícil não é só filme de Godard, livro de James Joyce ou embrulhar, na mesma embalagem, um coco, um serrote, um cabo de vassoura e uma melancia inteira. Difícil é também escolher as 3 Mais Belas Músicas Brasileiras, conforme me pediu aquela Jornalista. Mas eu consegui. Por ora consegui! Por ora!"
TextoMeu 1233
🎼🎷🎶
Sonhei um filme inteiro sobre alienígenas...
Estava eu a dormir com meu marido na nossa cama, quando demônios sacodem a nossa cama e eu acordo.
Vou para o chão e meu marido fica entre o sono e entre acordar.
Eu começo a orar e ele não acorda, o tempo todo dormindo.
Corro para a casa do Sansão para contar às 3 horas da madrugada e ele está abrindo a casa dele com a Regiane que ficava na avenida Eliezer Moreira e enquanto a gente está lá, a gente olha para o céu e vê um gárgula gigante voando.
Nós corremos para nos esconder, mas o Sansão fica acenando para a coisa.
De repente já estou com meu marido e meus dois irmãos, correndo de um alienígena que têm forma de gravetos e lata, ele carrega algo como um caderno e faz anotações.
Quando ele se aproxima vejo um soldado americano, sobrevoando em algo que parecia um colchão, mas ele estava na parte de baixo, enquanto tudo ao seu redor eram luzes ofuscantes coloridas.
Depois aparece uma nave sobrevoando o local, e mapeando tudo.
Inclusive ela jogava uma forte luz em cima de todos nós.
Enquanto a gente fugia, o cenário já havia mudado para um local cheio de mato e capim.
Tudo isso em uma madrugada.
Eu olhava o horizonte e vinham mais e a gente estava sem lugar para nos escondermos.
Entramos no mato, em várias casas e achamos uma casa, onde parecia uma fazenda e meu marido tinha a chave dela por algum motivo, acho que ele mantinha uma chave mestra sempre com ele.
Nós entramos e o foco da luz para nos localizar já estava bem perto naquela nave.
Nós entramos, eu me escondi, quando colocaram o foco em mim, mas meus irmãos e meu marido, mesmo eu falando para eles se esconderem, eles estavam brincando com a situação, então não acreditaram, até que o foco de luz foi diretamente neles.
Então, rapidamente havia uma voz de mulher que falava em alto e bom tom que havia pessoas na casa e pedia para a nave pousar.
A nave estava aterrissando e enquanto isso eu começava a correr e procurar lugares no fundo do quintal da casa, para me esconder com os outros.
Até perceber que a mulher dizia que o professor estava conosco, na verdade era meu marido, que no sonho era um renomado cientista e ele sabia muitas coisas sobre tudo o que estava acontecendo, então eles queriam que ele trabalhasse para eles.
Mas, trabalhasse de uma forma que fosse tipo um fantoche, para fazer experimentos terríveis.
De repente percebi que não eram alienígenas, mas sim, soldados americanos que tinham ultra tecnologia de última geração e isso me dava um medo terrível.
Eu tinha medo deles pegarem eu e todos nós, para fazer experimentos.
Já que esse era o intuito deles!
Então, a nave aterrissou e começaram a nos procurar por dentro da casa e em todos os lugares, a gente já estava há muitos metros de distância, já tínhamos escalado tetos, quintais diversos e acabamos entrando em um lugar onde parecia uma torre e a gente subia escadas e mais escadas super estreitas e parecia nunca chegar ao fim.
Nesse momento estava somente eu e meu marido, porque meus irmãos já haviam ficado para trás, porque os chamei e eles não vieram conosco. Estavam enrolando e por isso nós prosseguimos a fuga, porque nesse momento, meu marido era o principal alvo! E como eu estava junto com ele, provavelmente iriam me pegar também.
Então ao terminar de subir as escadas, acabamos ficando sem saída e tivemos que retornar com muito medo, pois os soldados já estavam nas mesmas escadas e prestes a nos pegar.
Eu os ouvia conversar nitidamente "eles estão perto, estão por aqui" e o medo estava cada vez maior, não quisemos voltar, nós tivemos que esperar eles nos encontrarem, enquanto isso o medo dominava nós dois.
Não adiantou fugir, fomos pêgos de qualquer jeito eu suponho, porque não deu para terminar o sonho, meu gato começou a arranhar a cama e eu acordei.
Mas, esse sonho é digno de um filme.
23 de novembro de 2023 01:55
Eu lembro dessa cena como quem lembra de um filme ruim que eu nunca escolhi assistir, mas que ficou rodando na minha cabeça como reprise maldita de domingo à tarde. Porque tem coisa que não faz barulho, não quebra nada por fora, mas por dentro… minha filha… faz um eco que parece morar na gente sem pagar aluguel. E olha, banheiro de trabalho já não é exatamente um spa cinco estrelas, né? Eu entro ali querendo dois minutos de paz, um respiro da correria, um intervalo digno entre uma obrigação e outra… e de repente, sem aviso, vira palco de tensão, de alerta, de instinto gritando mais alto que qualquer razão.
E o mais absurdo, quase cômico se não fosse trágico, é como o meu corpo entendeu tudo antes da minha mente. Eu ali, sentada, tranquila, vivendo um momento absolutamente comum, quando do nada bate aquele incômodo estranho, aquela sensação de que tem algo fora do lugar, como quando o silêncio fica barulhento demais. Aí eu olho… e pronto. O mundo não acaba, mas dá aquela travada constrangedora, como internet ruim na hora errada. Não era só um olho. Era invasão. Era desrespeito escancarado numa frestinha ridícula de fechadura, uma coisa pequena por fora, mas gigantesca no impacto.
E naquele segundo, eu virei outra pessoa. Estrategista, calculista, quase uma agente secreta do próprio corpo. Me cobri, apaguei a luz, me recolhi como quem tenta desaparecer do mapa. Tudo em silêncio. Tudo sozinha. Porque nessas horas não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem roteiro bonito. Só tem eu e o instinto de sobreviver à situação do jeito que dá.
E depois… ah, o depois. O depois é pior. Sempre é.
Porque o problema não fica no que aconteceu. Ele se instala no que fica. Naquela pergunta insistente, irritante, que pinga igual torneira mal fechada: por que eu não falei? Por que eu não denunciei? Por que eu congelei? E eu respondo com a honestidade de quem sentiu na pele, no feminino, no íntimo: porque eu não fui ensinada a reagir, eu fui ensinada a suportar. A calcular, a medir, a prever reação dos outros antes da minha. A pensar no constrangimento, no julgamento, no “será que vão acreditar em mim?”. É um peso invisível que cai justamente em cima de quem já estava sendo invadida.
E a ironia, porque a vida adora uma ironia bem colocada, é o tal do “funcionário de confiança”. Confiança de quem, exatamente? Porque claramente não era confiança de caráter. Era confiança de costume, de rotina, de conveniência. Aquela confiança preguiçosa que ninguém questiona… até o dia que deveria ter questionado antes.
Mas no meio disso tudo, eu também reconheço uma coisa que às vezes a gente ignora: a minha força. Sim, força. Porque eu não fiquei vulnerável pra sempre. Eu mudei minha postura, cortei contato, levantei um limite silencioso, mas firme, daquele tipo que não precisa de anúncio, mas deixa claro: daqui você não passa mais. E talvez, naquele momento da minha vida, foi o que eu consegui fazer. E tudo bem. Tudo bem reconhecer isso sem me transformar na vilã da minha própria história.
A gente romantiza demais a coragem, como se ela sempre viesse gritando, denunciando, causando escândalo. Mas tem coragem que é quieta. Que é discreta. Que é feita de afastamento, de olhar que não cruza mais, de porta que se fecha, de respeito exigido sem uma única palavra.
E no fundo, o que mais revolta nem é só o ato. É essa tentativa ridícula da culpa de se instalar depois, como se eu tivesse que ter feito mais, sido mais, reagido melhor. Mas não. O erro nunca esteve em mim, ali, vivendo a minha vida. O erro sempre esteve do outro lado da fechadura.
E ainda assim, fica a lição, daquelas que ninguém quer, mas aprende. A minha intuição não falhou. Ela nunca falha. Quando algo parece errado, geralmente é porque está gritando errado, só que sem som.
E me diz… quantas vezes eu já me calei só pra manter uma paz que nem era paz de verdade? Pois é. A vida ensina. Às vezes com delicadeza… e às vezes na frestinha de uma porta maldita.
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Vendo um filme, me lembro como se fosse hoje;
Estar no jardim de infância, não foi so uma epoca de descobertas priliminares a nossa volta, foi o começo de tudo, era onde não tinhamos medo de dai um " oi " , medo de seremos quem realmente aparentamos ser, aprendiamos a dividir o pouco que levavamos e ainda faziamos amigos em apenas minutos, ou até mesmo segundos. Quem derá se hoje o mundo se comportasse como no jardim de infância.
Velho sonho esburacado, velho filme acabado.
Velha dor de te perder, velho caso a acontecer.
É o desdenho de te querer, é a dor de envelhecer.
E ela sofre, chora, e quer de volta…
Ja vi esse mesmo filme varias vezes, e ela também.
Ele pede um tempo, sai da vida dela e deixa ela sem chão.
Ai quando ela se recupera, volta a ser feliz, fica de bem consigo mesmo, ele volta e faz tudo de novo outra vez.
E o pior de tudo é que ele já se acostumou com isso, e por incrível que pareça, ela também.
Que nossos planos não fiquem só na vontade. Que nossas dúvidas sejam as de não saber qual filme assistir no sábado à noite. Que se tivermos vontade de desistir, que seja desistir de correr pela casa e ir brincar no jardim. Que as lembranças ruins do passado se transformem na nossa risada. Que a distância entre nós seja entre o quarto e a sala. Que os beijos inesperados sejam entre as brigas, e que nossas brigas sejam de travisseiro, chocolate e sabão. Que o nosso “para sempre” a gente construa dia após dia, por toda nossa vida.
Eu já vi esse filme, eu sei como o ciclo termina. Por isso que eu apenas deixo como está. Eu perdi todas as minhas armas nesta guerra, estou caída no chão, sem força alguma para continuar. Se eu ainda tenho esperança? Oh, eu tenho, tenho muita. Mas sinceramente eu prefiro permanecer aqui, deitada, aguardando alguma mudança. Por que foi por andar em círculos que eu me perdi.
Não faça da sua vida um filme. Filmes têm roteiros, falas ensaiadas, dublês,objetos cenográficos,tapas de mentirinha... faça da sua vida um show ao vivo.
Passa cada filme idiota na TV
Será que os caras fazem filmes idiotas, para pessoas idiotas, ou nós ficamos idiotas, de ver os filmes idiotas que os caras fazem?
"Vida, um filme em minha cabeça, uma página de linhas escritas em branco em papel branco...Só que nós lemos!
Tempo, uma corrida que você nunca ganha...
Olhe atrás para onde nós estivemos.
Olhe nunca será a mesma coisa.
Esperança, uma vela brilhante queimando e acabando aos poucos.
... Uma luz temporária.
Amor, é como uma droga poderosa que nós almejamos.
Eu não sei o que sentir.
Não sei o que dizer.
Não sei o que fazer
Eu não sei onde ir.
Não sei quem devo ser.
Não sei o que saber...
A vida nunca é o que parece!
Esqueça tudo aquilo que eu disse...
São só palavras jogadas na linha do tempo."
Dificilmente alguém aceita um fim. Todo mundo odeia ir ao cinema e ver que o filme não acaba ali, que vai precisar de uma continuação a longo prazo. Ninguém gosta quando o final de semana acaba, quando a ultima bolacha tem que ser dividida, quando acaba os créditos do celular...ninguém suporta o final das coisas...a escassez....isso porque criamos VINCULOS com as pessoas e objetos em determinados momentos que levaremos, talvez, para a vida toda.
Fotografar é desenhar, utilizando a luz como pincel, a natureza como tinta e o filme como tela, podendo assim imortalizar aquela imagem ou momento escolhido, enquanto o mundo segue em contínua mutação.
"Sabe esse lance que quando estamos à beira da morte toda vida passa como um filme diante dos nossos olhos em um resuminho de todas as coisas boas? Se eu morresse agora só teria você nesse filme, porque você é minha vida e eu te amo demais."
