Esquema

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Largue de mão o que você não pode controlar.
Ate a rede na beira do rio, assista um filme que ainda não viu coloque o sapato e vá caminhar.

O casamento é uma foto, mas a vida a dois é um filme.

🎬 SE A VIDA FOSSE UM FILME

Se a vida fosse um filme
a gente seria herói da própria história
sem dublê nas nossas quedas
sem atalho pra vitória

Já perdemos algumas cenas
já trocamos falas sem querer
mas foi errando o roteiro
que aprendemos a viver

É que o ângulo da história muda quem a gente é
Nem sempre as câmeras vão nos manter de pé
Se para alguns fomos a cura, pra outros fomos o erro
Ninguém é só o mocinho no final desse roteiro

Se a vida fosse um filme
teria um diretor pra gritar corta
pras vezes que perdemos o rumo
e pras vezes que a vida parecia torta

Se a vida fosse um filme
a gente merecia trilha pra chorar
e uma voz que dissesse baixinho
que ainda vale a pena continuar

A vida não escolhe o gênero
ela só pede coragem
pra continuar

A gente enfrenta salas vazias
sem aplauso no final
mas nenhuma noite escura
foi eterna afinal

Toda curva da jornada
mostra quem a gente é
e as marcas que carregamos
são a prova de que a gente está de pé

Não existe cena perfeita
nem motivo pra voltar
o que passou vira memória
talvez esse roteiro um dia
possa mais alguém inspirar

Se a vida fosse um filme
não precisava ser um sucesso
basta olhar os créditos
e reconhecer o nosso reflexo

Às vezes seguimos o roteiro
outras vezes vamos de improviso
às vezes com tristeza
e outras vezes com sorrisos


MARCOS ELIAS ANTUNES

Todas as vezes que vou ao cinema, é mágico, e não interessa que filme é.

No dia 12 de outubro queimei meu filme levando sério à data. Agora só me resta o criança esperança.

Sobre a Luanna


Recentemente, peguei-me assistindo a um filme que jamais saberia apreciar;
A beleza de sua história, em outros tempos, eu a desprezaria.
Mantinha meus gostos atrelados à situação à qual me impus,
Não que estivesse enganado — apenas fui omisso com a vida.


Então, foi ao olhar para você, libertando a própria alma,
Apesar das cicatrizes marcadas em seu corpo,
Cingiu-se de amor, esperança e alegria,
E buscou a luz nas trevas para refletir àqueles que se encontravam nela.


Outrora, minhas noites, de tão escuras, fizeram-me esquecer da lua,
Que seguia em seu contínuo e incansável ofício, mesmo sob o céu noturno.
Agradeço por isso: por oferecer a luz e a cura de sua grande jornada,
Pois hoje eu recrimino as nuvens por não me permitirem contemplá-la.


Desejo que brilhe, mesmo que ainda que lhe peçam ou a convençam do contrário.
Quero que persista, mesmo quando sentir que não consiga.
Queria ter forças para sair da noite e, enfim, aceitar o dia;
Mas, enquanto eu tiver a lua, eu sei que isso me bastará.


DRAL

Quando o filme da sua vida passar, vai ser um curta, meia ou longa metragem?
Eu espero que se não for um longa, que seja digno de um oscar.

A vida não é mesmo um conto de fadas.
Mas também não precisa ser um filme de terror.

A vida é um filme sem roteiro entre o nascimento (começo) e a morte (fim).

Foi-se uma vida e ficou um filme, lembranças.
📽️ 🎞️
...

Tenho uma pergunta… se a tua vida fosse um filme, qual seria a parte mais engraçada? 🤔😂

Ontem assisti o filme "A Substituição", com Demi Moore, é uma poderosa sátira que expõe a cruel obsessão pela juventude e o culto à beleza impostos especialmente às mulheres. Mas a verdadeira mensagem é outra: esse culto é um grande engano.
Você não é um produto a ser renovado. Sua essência, sua história e sua força singular são o que realmente importam. Mulheres são sempre lindas e maravilhosas, em todas as fases da vida, exatamente pela autenticidade que carregam. Nenhum padrão artificial pode substituir a beleza de ser quem você é.
Você é única. E é isso que te torna insubstituível.

Quem procura não encontra,quem não procura é encontrado _Extraído do filme de Franz Kafka

Sonhei um filme inteiro sobre alienígenas...

Estava eu a dormir com meu marido na nossa cama, quando demônios sacodem a nossa cama e eu acordo.
Vou para o chão e meu marido fica entre o sono e entre acordar.
Eu começo a orar e ele não acorda, o tempo todo dormindo.
Corro para a casa do Sansão para contar às 3 horas da madrugada e ele está abrindo a casa dele com a Regiane que ficava na avenida Eliezer Moreira e enquanto a gente está lá, a gente olha para o céu e vê um gárgula gigante voando.
Nós corremos para nos esconder, mas o Sansão fica acenando para a coisa.
De repente já estou com meu marido e meus dois irmãos, correndo de um alienígena que têm forma de gravetos e lata, ele carrega algo como um caderno e faz anotações.
Quando ele se aproxima vejo um soldado americano, sobrevoando em algo que parecia um colchão, mas ele estava na parte de baixo, enquanto tudo ao seu redor eram luzes ofuscantes coloridas.
Depois aparece uma nave sobrevoando o local, e mapeando tudo.
Inclusive ela jogava uma forte luz em cima de todos nós.
Enquanto a gente fugia, o cenário já havia mudado para um local cheio de mato e capim.
Tudo isso em uma madrugada.
Eu olhava o horizonte e vinham mais e a gente estava sem lugar para nos escondermos.
Entramos no mato, em várias casas e achamos uma casa, onde parecia uma fazenda e meu marido tinha a chave dela por algum motivo, acho que ele mantinha uma chave mestra sempre com ele.
Nós entramos e o foco da luz para nos localizar já estava bem perto naquela nave.
Nós entramos, eu me escondi, quando colocaram o foco em mim, mas meus irmãos e meu marido, mesmo eu falando para eles se esconderem, eles estavam brincando com a situação, então não acreditaram, até que o foco de luz foi diretamente neles.
Então, rapidamente havia uma voz de mulher que falava em alto e bom tom que havia pessoas na casa e pedia para a nave pousar.
A nave estava aterrissando e enquanto isso eu começava a correr e procurar lugares no fundo do quintal da casa, para me esconder com os outros.
Até perceber que a mulher dizia que o professor estava conosco, na verdade era meu marido, que no sonho era um renomado cientista e ele sabia muitas coisas sobre tudo o que estava acontecendo, então eles queriam que ele trabalhasse para eles.
Mas, trabalhasse de uma forma que fosse tipo um fantoche, para fazer experimentos terríveis.
De repente percebi que não eram alienígenas, mas sim, soldados americanos que tinham ultra tecnologia de última geração e isso me dava um medo terrível.
Eu tinha medo deles pegarem eu e todos nós, para fazer experimentos.
Já que esse era o intuito deles!
Então, a nave aterrissou e começaram a nos procurar por dentro da casa e em todos os lugares, a gente já estava há muitos metros de distância, já tínhamos escalado tetos, quintais diversos e acabamos entrando em um lugar onde parecia uma torre e a gente subia escadas e mais escadas super estreitas e parecia nunca chegar ao fim.
Nesse momento estava somente eu e meu marido, porque meus irmãos já haviam ficado para trás, porque os chamei e eles não vieram conosco. Estavam enrolando e por isso nós prosseguimos a fuga, porque nesse momento, meu marido era o principal alvo! E como eu estava junto com ele, provavelmente iriam me pegar também.
Então ao terminar de subir as escadas, acabamos ficando sem saída e tivemos que retornar com muito medo, pois os soldados já estavam nas mesmas escadas e prestes a nos pegar.
Eu os ouvia conversar nitidamente "eles estão perto, estão por aqui" e o medo estava cada vez maior, não quisemos voltar, nós tivemos que esperar eles nos encontrarem, enquanto isso o medo dominava nós dois.
Não adiantou fugir, fomos pêgos de qualquer jeito eu suponho, porque não deu para terminar o sonho, meu gato começou a arranhar a cama e eu acordei.
Mas, esse sonho é digno de um filme.

23 de novembro de 2023 01:55

Eu lembro dessa cena como quem lembra de um filme ruim que eu nunca escolhi assistir, mas que ficou rodando na minha cabeça como reprise maldita de domingo à tarde. Porque tem coisa que não faz barulho, não quebra nada por fora, mas por dentro… minha filha… faz um eco que parece morar na gente sem pagar aluguel. E olha, banheiro de trabalho já não é exatamente um spa cinco estrelas, né? Eu entro ali querendo dois minutos de paz, um respiro da correria, um intervalo digno entre uma obrigação e outra… e de repente, sem aviso, vira palco de tensão, de alerta, de instinto gritando mais alto que qualquer razão.

E o mais absurdo, quase cômico se não fosse trágico, é como o meu corpo entendeu tudo antes da minha mente. Eu ali, sentada, tranquila, vivendo um momento absolutamente comum, quando do nada bate aquele incômodo estranho, aquela sensação de que tem algo fora do lugar, como quando o silêncio fica barulhento demais. Aí eu olho… e pronto. O mundo não acaba, mas dá aquela travada constrangedora, como internet ruim na hora errada. Não era só um olho. Era invasão. Era desrespeito escancarado numa frestinha ridícula de fechadura, uma coisa pequena por fora, mas gigantesca no impacto.

E naquele segundo, eu virei outra pessoa. Estrategista, calculista, quase uma agente secreta do próprio corpo. Me cobri, apaguei a luz, me recolhi como quem tenta desaparecer do mapa. Tudo em silêncio. Tudo sozinha. Porque nessas horas não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem roteiro bonito. Só tem eu e o instinto de sobreviver à situação do jeito que dá.

E depois… ah, o depois. O depois é pior. Sempre é.

Porque o problema não fica no que aconteceu. Ele se instala no que fica. Naquela pergunta insistente, irritante, que pinga igual torneira mal fechada: por que eu não falei? Por que eu não denunciei? Por que eu congelei? E eu respondo com a honestidade de quem sentiu na pele, no feminino, no íntimo: porque eu não fui ensinada a reagir, eu fui ensinada a suportar. A calcular, a medir, a prever reação dos outros antes da minha. A pensar no constrangimento, no julgamento, no “será que vão acreditar em mim?”. É um peso invisível que cai justamente em cima de quem já estava sendo invadida.

E a ironia, porque a vida adora uma ironia bem colocada, é o tal do “funcionário de confiança”. Confiança de quem, exatamente? Porque claramente não era confiança de caráter. Era confiança de costume, de rotina, de conveniência. Aquela confiança preguiçosa que ninguém questiona… até o dia que deveria ter questionado antes.

Mas no meio disso tudo, eu também reconheço uma coisa que às vezes a gente ignora: a minha força. Sim, força. Porque eu não fiquei vulnerável pra sempre. Eu mudei minha postura, cortei contato, levantei um limite silencioso, mas firme, daquele tipo que não precisa de anúncio, mas deixa claro: daqui você não passa mais. E talvez, naquele momento da minha vida, foi o que eu consegui fazer. E tudo bem. Tudo bem reconhecer isso sem me transformar na vilã da minha própria história.

A gente romantiza demais a coragem, como se ela sempre viesse gritando, denunciando, causando escândalo. Mas tem coragem que é quieta. Que é discreta. Que é feita de afastamento, de olhar que não cruza mais, de porta que se fecha, de respeito exigido sem uma única palavra.

E no fundo, o que mais revolta nem é só o ato. É essa tentativa ridícula da culpa de se instalar depois, como se eu tivesse que ter feito mais, sido mais, reagido melhor. Mas não. O erro nunca esteve em mim, ali, vivendo a minha vida. O erro sempre esteve do outro lado da fechadura.

E ainda assim, fica a lição, daquelas que ninguém quer, mas aprende. A minha intuição não falhou. Ela nunca falha. Quando algo parece errado, geralmente é porque está gritando errado, só que sem som.

E me diz… quantas vezes eu já me calei só pra manter uma paz que nem era paz de verdade? Pois é. A vida ensina. Às vezes com delicadeza… e às vezes na frestinha de uma porta maldita.

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A única forma de um Bozolóide não queimar o filme seria usar uma Polaroid.

Filme que passa lento



No tempinho de chuva, a sala se enche de calor,
o aconchego do teu abraço é meu porto seguro.
Eu e você, perdidos no filme que passa lento, no silêncio do teu olhar, encontro o mundo inteiro.


O abraço que envolve nossos gestos e risos, onde memórias e suspiros se misturam sem pressa.
Cada cena se torna nossa, cada palavra um toque, como cena de filme, eterna e perfeita.


Entre pipoca e suspiros, o tempo parece parar, cada instante contigo é aconchego e encanto.
Nós dois, no sofá, abraçados e tranquilos, e no silêncio do teu olhar, posso existir.


E quando a chuva insiste em bater na janela, o aconchego que nos envolve nos faz flutuar.
Entre memórias e suspiros, a vida se faz poesia, como filme de amor, gravado só para nós dois.

No meio desse caos, não desse caos bonito de filme, mas daquele que bagunça gavetas internas, eu encontrei você, e desde então, não sei mais onde termina o barulho do mundo e começa o som do seu nome dentro de mim.
Te amo tanto que reparti a minha alma em sete, sim sete partes de mim que é totalmente você, pra você, pareço imprudente bastante para desafiar as próprias leis da vida como em Harry Potter, mas diferente de Lord Voldemort, eu não dividi minha alma por medo de morrer, eu dividi por amar demais você. E cada parte virou uma horcrux, não de escuridão, mas de você, quer saber quais são? Elas começam bem assim:
Na minha primeira Horcrux – Aurora= Guardo o instante exato em que te vi, foi como se o mundo tivesse parado um segundo antes de continuar.
Na segunda Horcrux – Caelum= Foi um divisor entre o céu e o inferno, e o céu se abriu quando, diferente e de repente você sorriu sem saber que estava salvando alguém.
Na terceira Horcrux – Íris= Carrega o caos bonito do nosso encontro improvável, porque foi no meio da desordem que você criou direção exata pra te encontrar, foi o motivo que justificou minha persistência.
Na quarta Horcrux – Lúmen= É a luz que insiste em acender quando penso em ir embora, não embora de você, embora pra encontrar você.
Na quinta Horcrux – Tempus= Marca os horários que você ocupa em mim, como se o relógio fosse cúmplice.
Às 08:00 da manhã eu observava você tomando café, e o vapor subia como se dissesse: “fica”, às 15:00 da tarde o sol atravessava o vidro e desenhava você em ouro,e eu entendia que algumas presenças são claridade disfarçada de gente, às 19:00 a cidade acendia suas luzes e eu só queria acender a minha coragem para dizer o quanto você me desmonta, às 00:00 é silêncio, no silêncio, o seu nome ecoa mais alto do que qualquer multidão, às 03:00 madrugada é quando o mundo dorme e eu percebo que amar você é a única coisa que não descansa em mim.
Na sexta Horcrux – Aeternum= É a promessa que não fiz em voz alta, mas que meu peito repete como feitiço.E então? Sobra apenas a última e mais importante horcrux.
Já na sétima Horcrux – Seraphine= ESSA É VOCÊ
Não um objeto escondido, não um fragmento esquecido, você é a parte que ficou inteira dentro do meu vazio
A única que não coube em esconderijo, a única que pulsa loucamente, aquela que parte que fala com intensidade ( como seus olhos ao encontrar os meus ).Se alguém me perguntasse onde está minha alma, eu não apontaria para mim, eu diria:
Está nele! Me procura nos olhos dele, me procura no sorriso dele, me procura nas manias dele, me procura nos costumes dele, é lá em que minhas sete partes está.Talvez seja loucura, mas, se amar é um tipo de magia, então você é o feitiço que me partiu e, ainda assim, me fez inteira.

Um filme chamado Dark Horse, sobre a vida de um Slow Horse, produzido por Patriotics Donkeys, só podia dar um Azarão!⁠

Com o dinheiro desviado do filme Pangaré Patriota, Flávio vai aos EUA comprar um TRUMP GOLD CARD! O patriotário ama a América!
Pneus, párias e quadrilha!