Almeida garrrett
"Até aqui fiz tudo o que pude pra sorrir...
Para achar o caminho certo para o seu amor conseguir...
Sim até aqui lutei no meu silêncio...
Fiz de tudo para abafar meu sentimento...
Mas houve sim noites de sofrimento...
Me joguei na dor de cada momento...
Idiota,tola,imbecil, mas sonhadora...
De ti um admiradora...
Mas tomei o meu copo de vinho e veneno...
Matando o amor dentro de mim...desviando do destino...
Você não é culpado...
Apenas meu coração fez você de meu amado...
Ai de mim...
Vou morrendo sem o teu sim...
Ai de mim , vou vagando pelas noites de dor...
Matando o amor, indo embora de mim todo o calor...
Há dentro de mim o meu grito de amor...
Mas quem ira ouvir...
Terei então que seguir...
Difícil acordar do sonho...
E vê a realidade...
Jogada na vala dessa cidade...
O silencio me doi...dói demais...
Por eu querer apenas o abraço daquele que amo...
Mas aqui estou jogada na lama...
Sofrendo por aquele que não me ama...
Minha esperança...
Ai se desfaz feito o sonho de uma criança...
Forte?Eu!!!!
Que nada ,sou a fragilidade...
Não sei nem o que pensar...
Só sei te amar...
Me encontro no deserto...
Solidão, sem água, sem comida...
No deserto que estou sonhando em ser amada...
Mas o tempo não passa...
Você aqui não está...
Mas onde então você está?
Aqui tentando desvendar os tais hieróglifos...
Espantando os fantasmas da solidão...
Desenhando em meus labios o beijos...
Beijos que desejo sentir o sabor...
Mas nesse momento chove incertezas sob.mim ,querendo apenas o teu amor...
Teu olhar me fez imensidão...
Solidão...
Teu sorriso me fez desabar...
E me fez ainda mais te amar...
Te amo , não quero nada em troca além do seu amor...
De sentir o teu abraço, o teu calor..,
Quero apenas Amar...
Amar...Amar...
Você me ouve gritar?
Pois estou aqui para te amar...
Disposta a tudo que sinto a ti declarar!!!!!
Você esta clavado no meu peito...
Tatuagem em meu coração...
Perdi a minha razão...
Isso tem nome é paixão....esta na minha alma...
Entao me salve dessa lama...
Me ama...
Me leva pra tua cama...
Me faça o amor jamais feito...
O amor proibido...
Me leve ate o amanhecer...
Me deixa ao teu lado permanecer...
No frio me aquecer...
No verão em teus braços me perder...
Devaneios de amor...
Devaneios de um amor puro...
De um sentimento Ingênuo...
Estenda a colcha em teu colchao ...
Me ame nesse campo de verde grama , nesse puro chão...
Deixe os passarinhos fazerem a nossa canção...
Me dê o teu coração...
Nesse casebre me esconda...
Vamos viver nas encostas...
Atrás daquelas cachoeiras...
Nas rinbaceiras desse meu amor...
Eu sou uma mulher...
E eh vc que essa mulher quer...
Apenas amar...
Isso que quero ....apenas te amar...
E fiz nesse texto o meu desabafar...
E que esse vento possa essas palavras ate a ti chegar. ... e que você possa de uma vez pra esse amor acordar....e eu estou aqui a te esperar"...
O maior desafio do homem é fingir.
É fingir não ver a carne e não se lembrar que de um animal em matadouro, aflito e oprimido vai ser futuramente aquilo que no prato está.
É fingir não ver dor quando alguém geme de dor e é roubado de cena quando a luz da vida se apaga.
E fingir não ver amor nos olhos daquele que por ele teu coração bate mas não é por ti.
É fingir não ver que as pessoas acusam-no pelo que você superficialmente parece ser.
É fingir não ver fome em outros cantos do mundo quando aquele muito desperdiçado no prato desperta pra consciência uma lasca de dor latente.
O homem finge não ver o escuro, cria para si uma lampada reacendendo as coisas, apagando outras quando lhe convém e conduzindo os olhos pro lugar menos doloroso pra retina do coração.
Sentindo como se o ar de dentro dos pulmões propagassem para fora como foices
cortando a calma, esfolando a alma, queimando a coragem e dando asas ao medo.
Não é simplesmente caminhar, é caminhar e ver, respirar, sentir, iludir, tentar.
Tudo o que não costumo fazer antes de me machucar
Tenho andado em círculos, tenho dado passos largos
apressados sem querer chegar, somente pra fazer durar o impulso
do meu corpo contra algum muro.
Estamos rendidos ao acaso, à colisão que aproxima dois corpos distantes em um nanosegundo e no momento seguinte quando nem nos olhamos o amor já adentrou. Estamos fardados contra a dor de perder mas sucumbidos à vontade de arrancar do peito o colete que proteja o peito contra sentimentos infiltrados. Na verdade seja com armadura ou sem estamos sujeitos a precisar de um outro coração e a ter que se acostumar em fazer o nosso bater por si só quando houver partida. Aqui ou no céu estaremos flutuando por ai entre o rarefeito e a gravidade da terra propensos a tomar alturas maiores e se perder nessa imensidão sentimental. Mas quem é que consegue ousar não tentar e amarrar os pés ao chão? Não existe chão quando o coração quer sonhar.
Realmente é necessário chegar ao extremo de uma mágoa, usar palavras ásperas, esfregar tragédias alheias por sentir-se em frangalhos, por sentir que esta perdendo algo, ou sentir falta de um alguém com quem tanto se esbraveja palavras feríveis e a eminencia do espaço vazio entre esses dois corpos já tenha alcançado a saudade?
Quando nos deixamos ser feridos por alguém, não sabemos ao certo de onde vem tanta falta de controle com qual ferimos tanto quanto quem nos feriu e ao invés da satisfação o sintomas é de feridas incuráveis e uma vontade de pedir desculpas, voltar atrás e tentar achar o auto-controle no ar pra que a voz não seja tão alta capaz de se tornar balas na medida em que acertam o peito de quem tanto se ama. Mas se de fato houvesse tanto controle do que se diz, do que se fala, do que se sente obviamente não seria dor e nem amor.
Acabaram se os tópicos e ficou o medo. Grande, depressivo, deixando-nos no meio fio entre a insegurança e a covardia de escolher sermos soldados do tempo ou donos da rebelia.
Queria por mil motivos não ser eu, queria por várias vezes provar o que é doce quebrando a rotina de ter sempre no armário o que é amargo, queria um dia olhar pra frente e poder ser o mínimo. Na verdade não quero tudo, só quero o que me basta, ser alguém que pra você seria tudo.
Tu não respeita nada, meus horários, minha paciência, minha disposição e o meu sono. Pra falar a verdade, tu desrespeita tudo, fazendo tudo o que se resume a mim pertencer a ti.
Olhando-nos juntos em um futuro lúdico podemos ver facilmente a incoerência e a falta de sentido. Mas será? Não posso deixar morrer esse brilho que eu tenho de você, e não posso ousar viver sem acreditar que o destino faz sentido. É fácil ver, olhar seus olhos e os meus, é como se fossem a carretilha na madeira, a cola no papel o calor que vem do Sol e a transparencia na água, não da pra deixar passar, é muita coêrencia correndo pelo fio, é duas vidas unidas por um tris. Porque e se o fio estourar? será que eu consigo suportar te ver partir?
O Mundo ta ai só pra quem tem coragem de pisar nos solos sinuosos, derrapar em curvas perigosas e nadar por mais que seja fundo a ‘vida’
Não preocupes O Tempo mostra Quem E Quem,É Melhor Calar Durante a tempestade e fala quando Chegar A Calma.
Á um colapso em mim, sem explicar o tamanho da nostalgia, explode essa ausência que não irá mais voltar.
Me sinto resgatando todos pedaços perdidos de outrora...e saio de cena assim para muitas situações / pessoas!
Meu coração agora bate livremente e calmo; meus pulmões respiram fundo como se fossem tragar o mundo... e sou conduzido assim por um sonho real... e pela felicidade que é liberta de todas regras ou receitas.
Sinto o meu ser.. pertencer de corpo e alma! a um único alguém que me transporta em beijos para uma outra dimensão!
... Homens de atitude conquistam o mundo!
e a mim também!
E a vida é sempre mágica
E tem dias que a gente perde
E outros que a gente ganha
Porque a vida é um vai e vem de pessoas
E quem a gente mais se apega
É o primeiro que nos deixa
Mas pessoas são volúveis
E são como o vento
Livre
Frio
Mas em dias de sol nos refrescam
E assim elas são...
E vão e vem
Como brisa em tarde de verão
O muito que se diz de si se perde no pouco que temos para dar. Somos efêmeros. completamente efêmeros. E não podemos mais contra isso...
