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Hoje é o melhor dia da nossa vida,pense nisso afinal você está vivo assim bem disposto portanto não se recuse a praticar a arte de viver.
Não estou preocupado com o amanhã,
e nem triste pelo ontem.
Vivo bem pelo que tenho agora.
Porque o ontem já passou,
o amanhã ainda não veio e o hoje é para ser vivido agora.
Bom.dia!
Não é preciso plantar, regar nem muito menos, podar o amor, só é preciso mantê-lo vivo, o resto a vida se encarregará, se for verdadeiro, dará frutos.
Poeminha no viver
Meu viver, que és um canto
Que n’alma sempre a nascer
E eu, neste morar vivo tanto
Portanto, tenho a agradecer.
Os anos que vão passando
São de desfolho sem dó
Se turbulentos ou brando
Dão-me ventura, não sou só!
A minha fé, minha confiança
São meus olhos, olhos meus
Tal um flechar de esperança
Como uma benção de Deus!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Aprendi com os dias que tudo que vivi , vivo e ainda viverei é exatamente aquilo que preciso para ser quem sou e quem me tornarei. Nada passa desapercebido, tudo tem conexão. E por isso é lindo!
Em meio caos
Nos conhecemos, nos apaixonamos
E mesmo sem saber se amanhã vou está vivo
Tenho esperança de que nós iremos seguir o mesmo caminho
Juntos de mãos dadas,
E em meio caos podemos ficar unidos
E enfrentar o perigo juntos,
Não sei se posso dizer que te amo
Mas nesse exato momento
Minha paixão queima por você
Por quê eu vivo?!
Porque eu me perco facilmente num mundo de ilusões.
A minha dor já não se compara mais com a de antes,quando eu era ingênuo e só queria ser compreendido.
Mas agora,agora eu claramente sei quem sou,não mendigo mais por atenção e,tão pouco espero ser compreendido.
Mas eu observo,olho para aqueles que não tem rumo,que não sabe o que fazer,aqueles que só vivem.
Mesmo que eu consiga entender a mente dos outros,ainda falta que eu entenda a minha,no entanto,talvez eu seja esse impedimento e,eu só consiga viver através de ilusões.
Não importa o quanto eu negue, eu gosto de você. Sei que é um amor platônico e que vivo sempre no mesmo dilema: e se eu contar e se não? Existem muitas barreiras que me impedem de chegar até você e mesmo que eu me declarasse, eu sei que você ama outra pessoa (que não te ama) e assim vão passar os anos e você será mais um, dos tantos amores platônicos que tive e nunca contei. Talvez um dia, o mundo dê voltas e eu me lembrarei de quando amei você. Desejo-lhe tudo de melhor, mas no momento só queria te esquecer. Me dói pensar em você todos os dias, ficar tentando te encontrar, mesmo que de longe e virtualmente, ficar tentando saber de você por seus amigos, eu não aguento mais. Mas vai passar, eu sei que vai.
Quando o seu coração parar de bater é que vão te dar o amor que você merecia quando estava vivo. Porque o remorso é maior que a reciprocidade e a gratidão.
Vencer dificuldades não é apenas passar por elas e sair vivo, mas sim não deixar as lutas destruírem sua fé, não deixar a ventania apagar a chama do Espírito Santo do coração, é não ser afogado pelas tempestades, é estar de pé e mesmo com lutas e lágrimas ter comunhão com Deus.
Nossa vida é passageira
O tempo não vai esperar
Então faça como eu
Que no céu vivo a brilhar
Venho nova e crescente
Venho cheia e minguante
E não deixo de sonhar
(Lua)
E se eu morrer...
Se eu morrer, ainda permanecerei vivo?
Se eu morrer, quem se importaria com isso?
Vejo. O que até aqui construí?
Quantos chorariam por mim?
Já ouvi dizer que todos somos sozinho.
Mas, quem seria apático o bastante para nao ceder a este abismo.
Por vezes pergunto, o que é real?
O mundo físico? O palpável!?
Certamente que não.
As emoções incontroláveis, toda essa química do cérebro que é fatalmente transpassada pela ciência!?
O mundo com sua ética e moral?
Quem parou para questionar a morte, se não aquele quem a desejou?
Quem no vazio indizível encontrou colo na desesperança da vida?
Ouça o grito, ou não.
É silencioso de mais para essa agitação toda.
Sou voz que grita em silêncio. Água torrencial, caverna úmida e praticamente inabitável, a não ser por aqueles que são da mesma natureza dessas pedras.
Sou poesia, sonhos.
O medo do homem comum.
Entretanto.
A algo ainda aqui. Uma centelha.
Querer viver ou morrer, a se todos entendessemos que não há diferença alguma.
Estou em busca do meu paraíso.
Felipe Pereira
