"A troca da Roda" Bertolt Brecht
É só curvaturas e nuances diferentes, modelo e designer é o mesmo, de uma para a outra muda só os tamanhos e perfis, fluidos, texturas , cor e cheiros, combinações genéticas e substâncias químicas corporais e nada mais, o resto fica por conta de nossas Conscuspiciéncias, que ativarão nossos desejos íntimos e sórdidos, e uma Eternidade de sofrimento.
Só Deus constrói! não tente se auto-construir porque cedo ou mais tarde vc vai ruir na egi de seus caprichos e vaidades , nos sortilégio, subterfúgios e justificativas, para ser o que o desejo da sua carne te inclinar. Flávio S.Silva
Viva a sua vida! E não convide ninguém pra fazer parte do seu universo . Pelo simples fato que sua escola só tinha um aluno e era vc. Liberte-se de quem não valoriza as conquistas . Porcos não sabem o que fazem com pérolas .
3 Conselhos aos humanos: 1º) existe um árduo sacrifício entre o Desejar e o Realizar. 2⁰) Os amantes de sí mesmo buscam álibis e tomam anestésico para a dor da Conciência, o objetivo é de se convencerem que é normal a inércia de não Amarem o próximo. 3⁰) Uma das palavras mais triste e tardias do cotidiano da vida: Fulano tinha Razão.
O Antropocentrismo define a geração em que vivemos, centrados nas próprias necessidades esquece a necessidade do outro, o outro é apenas um elemento decorativo no cenário da vida, o outro é apenas um degrau que leva as realizações das sórdidas ambições ,ao mecânico ao padeiro ao pedreiro Etc. eu paguei isso que importa...ele é meu serviçal pouco importa sua vida ,seus problemas.... A lei de Gerson vale quanto pesa... Eu luto contra essas influências dessa sociedade pirimidial, castradora do Amor e da dele sensibilidade
Eu sempre me atentei para as muralhas, mas quais? As que construimos ao longo do tempo ao nosso redor, nos blindamos se possível com uma carcaça feroz de titânio,de aço damasco, pra suporta se possível bala de artilharia anti-aerea. Fugimo.s das palavras que pode destruir esse auter-ego e nos tornar Maduros e reais. O Espelho. é o verdadeiro divã que sempre pela manhã logo cedo diz de forma sutil toda verdade do que somos, e só existe dois caminhos: continuar sustentando um corpo cansado da fantasia de um personagem que construimos a egi de nossos caprichos, ou dinamitar esse Alter-Ego, essa máscara de cera forjada nas futilidades de nossa vacuidade vaidosa. Foi assim que nos idos de minha adolescência escolhi o caminho da inglória humana, o debruçar sobre si mesmo, ao custo penoso do sacrifício de ser verdadeiro.
A vida se torna desafiadora quando compreendemos que as palavras coligidas nas páginas dos livros pela capacidade cognitiva do uso das consoantes e vogais, voando da boca no movimento da língua e o ar que comprime o diafragma impulsionando em vibrações as cordas vocais,são vozes de pensamentos articulados, fruto das elucubrações Racionais; semelhantemente a Inteligência Artificial cria poesias, discursos exaustivos, escreve enciclopédias de mil páginas em frações de tempo, então Compreendo: SEM A PRATICA!tudo é Quimera, esteticamente belo, técnico, artístico,brilhoso, vazio e sem Vida.
Mar pra peixe
A vida é como uma linha de pesca estendida sobre o mar. Caminhamos sobre ela, oscilando de um lado para o outro, imaginando como será quando alcançarmos o fim.
Passamos boa parte do tempo desejando chegar ao final da linha, acreditando que lá encontraremos tudo aquilo que sonhamos. Mas Deus já havia atendido esse pedido desde o instante em que demos o primeiro passo.
O problema é que ficamos tão preocupados em não cair da linha, que esquecemos de olhar para o mar. E, enquanto mantínhamos os olhos fixos no destino, deixávamos passar tudo o que a travessia nos oferecia.
A vida nunca foi sobre chegar ao fim da linha.
Sempre foi sobre perceber que o mar está pra peixe.
EU TE AMO,ME DESCULPE.
Me desculpe por nw controlar meu coração,me desculpe por t cercar cm minhas palavras de carinho(melosas),me desculpe por so ter olhos para um homem em meio a milhoes,me desculpe por lembrar do seu beijo e nw querer expermentar + nenhum,me desculpe pelos meus olhos chorarem ao menos pensar q possa estar cm outra,me perdoe por ser humana,fraca,apaixonada por vc...Me perdoe por nw mandar nos meus sentimentos.
Título: Incompleto
A solitude de estar completo demais no vazio —
talvez o espaço que julgamos faltar
nunca tenha existido.
E o que buscamos, tão ansiosamente,
seja apenas a ausência vestida de desejo.
Você ama minhas flores ou minhas raízes?Sem as raízes não teriam as flores.
Então ame minhas raízes que batalharam para se transformarem em flores.
Mas,também,não esqueça de amar as minhas flores.
|: Zu Regensburg auf der Kirchturmspitz,
Da kamen die Schneider z'samm. :|
|: Da ritten ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig,
Auf einem Gokkelhahn.
Refrain:
|: Wi de wi de witt dem Ziegenbock,
Meck meck meck dem Schneider, :|
|: Und als die Schneider Jahrstag hatt'n,
Da waren sie alle froh, :|
|: Da aßen ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig
An einem gebratenen Floh. :|
Refrain:
3. |: Und als sie nun gegessen hatten,
Da waren sie voller Mut, :|
|: Da tranken ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig
Aus einem Fingerhut. :|
Refrain:
4. |: Und als sie nun getrunken hatten,
Da kamen sie in die Hitz, :|
|: Da tanzten ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig
Auf einer Nadelspitz. :|
Refrain:
5. |: Und als sie nun getanzet hatten,
Da sah man sie nicht mehr. :|
|: Da korchen ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig
In eine Lichtputzscher. :|
Refrain:
5. |: Und als sie dann im Schlafe waren,
Da knispelt eine Maus, :|
|: Da schlüpften ihrer neunzig,
Ja, neunmal neun und neunzig
Zum Schlüsselloch hinaus. :|
Refrain:
Quando você trabalhar em silêncio e solitário e alcança suas metas, os resultados são apenas seus. Não compartilhe com quem vem atrás de ti apenas quando você os obtêm.
O lenhador
Um lenhadô derribava
as árve, sem percisão,
e sempe a vó li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
O lenhadô, num muchocho,
e rindo, cumo um sarvage,
dizia que os seus conseio
não passava de bobage.
Às vez, meu branco, o marvado,
acordano munto cedo,
pegava nu seu machado,
e levava o dia intero,
iscangaiano o arvoredo.
E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
Numa minhã, o mardito,
inda mais bruto que os bruto,
sem fazê caso dos grito
da sua vó, que já tinha
mais de setenta janero,
botô nu chão um ingazero,
carregadinho de fruto.
Doutra feita o arrenegado
inda fez munto pió:
disgaiô a laranjera
da pobrezinha da vó,
uma véia laranjera,
donde ela tirô as frô
prá levá no seu vistido,
quando, virge, si casô,
há mais de cincuenta ano,
cum o difunto, o falicido.
E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
Do lado do capinzá,
adonde pastava o gado,
tava um grande e véio ipê,
que o avô tinha prantado.
Despois de levá na roça
cuma inxada a iscavacá,
debaxo daquela sombra,
nas hora quente do dia,
vinha o véio discansá.
Se era noite de luá,
ali, num banco de pedra,
cuma viola cunversano,
o véio, já caducano,
rasgava o peito a cantá.
Apois, meu branco, o tinhoso,
o bruto, o mau, o tirano,
a fera disnaturada,
um dia jogô no chão
aquela árve sagrada,
que tinha mais de cem ano.
Mas porém, quando o mardito
isgaiava o grande ipê,
viu uns burbuio de sangue
do tronco véio corrê!
Sacudiu fora o machado,
e deu de perna a valê!
E foi correno...correno!
Cada tronco que ia vendo
das árve, que ele torô,
era um braço alevantado
dum home, meio interrado,
a gritá: Vai-te, marvado!
Assassino! Matadô!
E foi correno! correno!
Cada vez curria mais!
Mas porém, quando já longe,
uma vez oiô para atrás,
vendo o ipê alevantado,
cumo um home insanguentado,
cum os braço todo torado...
cada vez curria mais!
Na barranca do caminho,
abandonado, um ranchinho,
entre os mato entonce viu!
Que vê si apara e discansa,
e o ranchinho por vingança,
im riba dele caiui!
E foi correno, e gritano!
e as árve, que ia topano,
o que má pudia vê,
cumo se fosse arrancada
cum toda a raiz da terra,
numa grande disparada
ia atrás dele a corrê!
Na boca da incruziada,
veno uma gruta fechada
de verde capuangá,
o home introu pulo mato,
que logo que viu o ingrato,
de mato manso e macio,
ficô sendo um ispinhá!
E foi outra vez correno,
cansado, pulos caminho!
Toda a pranta que incontrava,
o capim que ele pisava,
tava crivado de ispinho...
Curria e não aparava!
Ia correno sem tino,
cumo o marvado, o assassino,
que um inocente matô!
Mas porém, na sua frente,
o que ele viu, de repente,
que, de repente, impacô?
Era um rio que passava,
ali, naquele lugá!
O rio tinha uma ponte:
o home foi atravessá!
Pôs o pé.. Ia passano.
E a ponte rangeu quebrano,
e toca o bicho a nadá!
O bruto tava afogano,
mas porém, sempre gritano:
socorro, meu Deus, socorro
socorro, que eu vô morrê!
Eu juro a Deus, supricano,
nunca mais na minha vida
uma só árve ofendê!
Entonce, um verde ingazero
que tava im riba das agua,
isticou um braço verde,
dando ao home a sarvação!
O home garrô no gaio,
no gaio cum os dente aferra,
foi assubino, assubino...
e quando firmô im terra,
chorava cumo um jobão!
Bejano o gaio e chorano,
dizia: Munto obrigado!
Deus te faça abençoado,
todo ano tê verdô!
Vô rebentá meu machado!
Não serei mais lenhadô!
Depois desta jura santa,
pra tê de todas as pranta
a graça, o perdão intero
dos crime de home ruím,
foi se fazê jardinero,
e não fazia outra coisa
sinão tratá do jardim.
A vó, que já carregava
mais de setenta janero,
dizia que neste mundo
nunca viu um jardinero
que fosse tão bom assim!
Drumia todas as noite,
dexano a jinela aberta,
pra iscutá todo o rumô,
e às vez, inté artas hora,
ficava, ali, na jinela,
uvindo o sonho das frô!
De minhã, de minhã cedo,
lá ia sabê das rosa,
dos cravo, das sempreviva,
das maguinólia cherosa,
se tinha durmido bem!
Tinha cuidado cum as rosa
que munta vó carinhosa
cum os seus netinho não tem!
Dizia a uma frô: Bom dia!
Como tá hoje vremêia!
Dizia a outra: Coitda!
Perdeu seu mé! Foi robada!
Já sei quem foi! Foi a abêia!
Despois, cum pena das rosa,
que parece que chorava,
batia leve no gaio,
e as rosa disavexava
daqueles pingo de orvaio!
Ia panhano do chão
as frô que no chão cai!
Despois, cum as costa da mão,
alimpano os pingo dágua,
que vinha do coração,
batia im riba do peito,
cumo quem faz confissão.
Quando no sino da ingreja
tocava as Ave Maria,
no jardim, ajueiado,
pidia a Deus pulas arma
das frô, que naquele dia
no jardim tinha interrado!
E agora, quando passava
junto das árve, cantano,
chei dágua carregano
o seu véio regadô,
as árve, filiz, contente,
que o lenhadô perduava,
no jardinero atirava
as suas parma de frô!
Eu e você já somos privilegiados por existirmos hoje. Saiba disso e siga em frente — não desista dos seus objetivos. É uma honra para mim compartilhar esta mensagem com todos vocês. Muito obrigado por ler. 😃🎖️
A paz que Jesus dá não é ausência de conflitos, mas é maturidade para se ter serenidade na hora da adversidade.
