Dia Nacional do teatro
A mulher que possui covinhas e sardas, ela deveria passar a ser considerada um tesouro nacional, pois ela possui um charme a mais sobre as demais.
Capoeira é uma arte,
com história nacional.
Quem a ela se dedica,
tem consciência social.
Ginga é o movimento,
de beleza sem igual.
Capoeira não é só,
movimento corporal.
É também conhecimento,
herança cultural.
De um povo obstinado,
pela liberdade pessoal.
A Política Nacional de Desenvolvimento Urbano precisa ser regulamentada urgente. É preciso que seja desfragmentada e colocada em prática para se mudar a realidade atual. Infraestrutura Urbana, Moradia, Saneamento Básico e Transporte e Mobilidade, a política deve ser apenas uma.
É impressionante como limitam a cultura nacional ao Carnaval. Não que seja uma festa qualquer. Não. O Carnaval faz parte da identidade nacional há séculos.
Mas, o Brasil pode ser muito mais do que exclusivamente Carnaval.
"Aumentar a poupança nacional significa aumentar a capacidade de investimento do país sem depender do exterior, baratear os juros, fortalecer o mercado de capitais e promover crescimento sustentável"
Leonardo Costa Manhães
As regras do "jogo da sedução" estão de tal forma inseridas na cultura nacional que acabou por se constituir num produto de exportação. A imagem do "amante latino" e das "mulheres gostosas" é tão bem vendida que nem os próprios "produtos" escapam do efeito "rolo compressor", que esmaga a ambos:
Da parte dos homens, mesmo não achando entre as ofertas a que faz a sua cabeça, tem que comer do prato que lhe oferecem, gostando ou não do que lhe é servido.
Da parte das mulheres, por lhes ter ser sido incutido desde muito cedo que são a principal iguaria do cardápio masculino, dificilmente aceitam que algum deles exerça o seu direito de escolha. Ouvir um "não" de um homem pode transformar o infeliz em objeto definitivo de sua fúria.
O resultado é que a ditadura da libido para os dois - exercida pela cultura vigente - faz exatamente o que qualquer regime ditatorial impõe às pessoas: deixá-las acreditar que suas ações são escolhas próprias, mas pune sem piedade quem se atreve a desafiar as regras disfarçadas de "decisões pessoais".
Se a gente observar hoje, a maioria dos políticos que fazem parte do Congresso Nacional parecem estar mais preocupados em aparecer na mídia e nas redes sociais do que em trabalhar de verdade pelos projetos que beneficiem a população.
O Livro de Receitas do Desastre Nacional!
Na terra onde o cinismo se fantasia de lei,
E a política tem como característica maior a corrupção,
Ergue-se o templo de uma suprema corte, oh, rei!
Com postos de ouro maciço, sem livre eleição.
Que doce ironia, que farsante teatro nos seduz:
Ministros de uma suprema corte jamais poderiam ser indicados por políticos."
Mas a regra da nação, essa que a alma seduz,T
ransforma o óbvio em mito, em refrões proféticos. Pois "Isso é a receita para um desastre!", brada a voz sensata,
Enquanto o cozinheiro- mor sorri com o livro na mão, Cozinhando a ética em fogo brando, numa panela ingrata,Onde a verdade é tempero dispensável à nação.
"Como pode?", pergunta a plebe, em coro desafinado,
Que um corrupto condenado - figura vil e nefanda "e completamente ignorante e sem o mínimo de caráter" ungido, Tenha a chave do cofre, a prerrogativa que o desmanda!
De "indicar comparsas para ocupar cargo de ministros da justiça.
"Um circo de compadres, uma corte de escudeiros,Onde a toga, outrora símbolo, se curva à astúcia,
E a lei se faz flexível aos caprichos dos celeiros.
Ah, "Usar o nome justiça para o poder judiciário é um erro."
Uma "eresia" na certa, um pecado de vocabulário,
Pois "a 'Justiça' não faz justiça em nosso país", eu o venero,
Neste palco de sombras, neste vasto e caro santuário. Ministros da justiça são funcionários públicos, eu decreto,
E deveriam ser, que ultraje!, "concursandos", plebe rude e leal,
Sem o beijo do poder, sem o pacto secreto,
Apenas mérito frio e um currículo legal. Mas o jogo é jogado onde a luz é pouca e a névoa densa,
"Em um país onde a grande maioria do povo não tem educação,"
E carece de faróis, de um senso, de uma recompensa, "muito menos discernimento de assuntos importantes,
"E nessa lacuna da mente, nesse vazio profundo e lento,
O poder se instala, a máscara cai e a farsa se desfaz,
E "a ditadura domina", silenciosa em seu intento.
Nas páginas dobradas que o povo, cego, jamais traz.
Ahhh...Sussurras com a calma da mentira bem contada,
"Aqui nunca vai ser uma ditadura!"
- Que graça!
Que ironia!
Não... Meu caro,levante os olhos, a fogueira está acesa e guardada.
"Você já está vivendo nela só ainda não sabe." É a eterna melodia.
"Não se deu conta!"
Que a corrente é invisível, de veludo, e o nó é sutil.
E quando o sono acabar, o pesadelo se faz realidade,
"E quando você abrir os olhos já é tarde."
O fim é fútil.
"Talvez um dia você entenda, más é improvável!"
- Assino com a posteridade...
Os heróis da libertação nacional são faróis de coragem e inspiração, cujo legado de luta e sacrifício continua a iluminar o caminho para um futuro melhor.
A inexistência, no Brasil, de um projeto nacional e as dificuldades para implantá-lo são sintomas que esclarecem razões de nossos tropeços institucionais, bem como da natureza dos interesses vinculados à manutenção do status quo. Isto, naturalmente, está na origem das nossas dificuldades para estabelecer uma dinâmica de vida que tenha como objetivo a existência de uma Nação justa, organizada e independente"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil a nação soberana
Entre as instituições mais sensíveis ao problema de independência nacional, devido à sua vinculação direta com a criatividade humana, está a Universidade. Sua natureza intrínseca não permite a sobrevivênci no marasmo, na passividade, na dependência da caridade dos outros. A subsserviência e a indignidade não se ajustam à sua função primordial desde as suas origens no século XII"
JEAN BAUTISTA VIDAL - De estado servil à nação soberana -
Bicho, o Brasil não é mais um país, é um esquema de pirâmide com hino nacional!
Antigamente, o bandido usava máscara e pulava o muro. Hoje? Hoje o estelionatário usa terno, tem selo de verificação no Instagram e um advogado que estudou mais que o juiz! O cara não te rouba mais no escuro, ele te rouba à luz do dia e ainda te manda um link do Gov.br pra você confirmar o recebimento do golpe!
E a lei? Ah, a lei é maravilhosa. Se você rouba um pão, você apodrece na cadeia. Mas se você rouba 2 bilhões de reais de aposentados, o juiz olha e fala: 'Olha, tecnicamente, ele não roubou... ele apenas pegou um empréstimo vitalício sem intenção de devolver. Tá liberado!'
Os criminosos não estão mais fugindo da polícia, eles estão contratando a polícia pra fazer a segurança do escritório de 'consultoria' deles! No Brasil, o crime não compensa? Meu irmão, no Brasil, o crime abriu capital na bolsa e tá dando dividendos!
O estelionato no Brasil ficou tão profissional que daqui a pouco o bandido vai te dar nota fiscal e pedir pra você avaliar o golpe no iFood: 'O roubo foi rápido, mas o bandido foi meio grosso. 4 estrelas.
Carlos Alberto Blanc
A gente Não Quer Só Pão e Circo
O governo Lula criou recentemente o Sistema Nacional de Cultura, ampliando a estrutura, os recursos e a influência política da máquina cultural no país. Ao mesmo tempo, professores da educação básica seguem sem aumento real de salários, enfrentando escolas sem estrutura, falta de material didático, carência de merenda adequada e ausência de investimentos consistentes em formação e condições de trabalho.
Diante desse contraste, a pergunta inevitável surge:
O que o Brasil mais precisa hoje: cultura ou educação?
A resposta não é complexa.
Educação constrói nações. Cultura expressa nações que já se desenvolveram.
A educação forma médicos, engenheiros, cientistas, professores, empreendedores.
A educação eleva a produtividade, reduz desigualdades reais, gera inovação, atrai investimentos e constrói autonomia nacional.
Sem educação forte, não há crescimento sustentável. Há apenas ciclos de dependência.
Já a cultura, embora tenha valor simbólico e identitário, não substitui a base estrutural de uma nação. Quando governos priorizam grandes eventos, espetáculos e financiamentos artísticos enquanto escolas carecem do básico, não estamos diante de uma política cultural — estamos diante de uma escolha política de prioridades.
E aqui surge outra pergunta, talvez ainda mais incômoda:
O que ajuda mais o país a crescer ou o que ajuda mais o governo a se manter politicamente forte?
Shows reúnem multidões. Palcos amplificam discursos. Artistas influenciam opinião. A máquina cultural gera visibilidade e mobilização imediata.
Já a educação é silenciosa. Seus resultados levam anos. Ela não gera aplauso instantâneo, não cria palanque, não mobiliza militância em curto prazo. Mas ela constrói o futuro de verdade.
Quando um governo investe pesado na cultura militante enquanto a educação permanece precarizada, a escolha não é técnica. É política.
O Brasil não deixará de crescer por falta de shows.
Mas continuará estagnado enquanto faltar ensino de qualidade.
Sem professores valorizados, não há formação sólida.
Sem formação sólida, não há produtividade.
Sem produtividade, não há prosperidade.
E então a velha metáfora ressurge, incômoda e atual:
Pão e circo.
Não no sentido de desprezar a arte, mas no uso político dela para gerar distração, emoção e engajamento enquanto problemas estruturais permanecem sem solução.
A cultura deveria florescer sobre uma base educacional forte.
Quando se inverte essa ordem, o país não avança — ele apenas se entretém enquanto fica para trás.
O Brasil precisa de menos palco e mais sala de aula.
Menos espetáculo e mais estrutura.
Menos aplauso imediato e mais investimento no futuro.
Porque nenhuma nação se desenvolveu priorizando o entretenimento acima da educação.
E nenhuma jamais se desenvolverá assim.
Mauricio C. Cantelli
@ensinandoemfrases
Isso é uma vergonha nacional! Uma verdadeira corja de bandidos e Surrupiadores da Nação Brasileira!!!
Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
A véspera de natal e o ano novo, não é a data do feriado nacional, a véspera tinha comemorações para receber uma prosperidade do mês, a véspera de natal, traz um bom alimento da ceia, abençoando as pessoas, a oração e os nossos agradecimentos da ceia natalina. E que seja uma ótima véspera de natal e deseja um próspero de um ano novo, agradecendo com a nossa ceia de natal, e que seja um feliz natal e o ano novo também, para todos vocês.
Os traidores da pátria ameaçam a soberania nacional! Golpistas, fascistas, extremistas, miseráveis bolsonaristas!
O Congresso Nacional é a instituição mais inútil do Brasil! Só votam pautas de interesse próprio e o povo que se lasque!
