Dia Nacional do teatro
Passou da hora do Brasil criar uma rede social nacional! Depender desses oportunistas americanos é o fim! Fora, FAKEBOOK!
Poderiam mudar o nome do congresso para bordel nacional! A Casa do Povo está mais para casa da luz vermelha! Vendem-se pela melhor oferta!
A terceirização da soberania nacional em troca de vantagens eleitorais de curto prazo corrói a própria essência do patriotismo.Ao enviar cartas à Casa Branca e ao USTR oferecendo concessões futuras sobre marcos regulatórios internos do Brasil — como o Pix e a tributação de cartões —, a oposição não apenas enfraquece a posição diplomática do país, mas estabelece um precedente perigoso. O verdadeiro nacionalismo se prova na defesa intransigente das instituições e da economia do povo, independentemente de quem ocupe a cadeira presidencial. Usar a estabilidade de uma nação como moeda de troca em balcões estrangeiros é o oposto de proteger a pátria; é transformá-la em mercadoria partidária.
"Nada grita mais 'orgulho nacional' do que ir correndo pedir para o Tio Sam dar uma surra na economia do seu próprio país. Uma salva de palmas para os patriotas que amam tanto a nossa bandeira que estão prontos para
vendê-la com desconto em dólar.
O Congresso Nacional extremista e liberal está liberando geral! Sendo golpista, corrupto e imoral, tudo é legal! Amoral!
Descobri o novo manual do patriotismo: você ganha 10 pontos por gritar o hino nacional, mas perde 50 se ajudar o irmão necessitado. Parece que o amor ao país virou um esporte de torcida onde o gol é ignorar o benefício social alheio. Vamos atualizar a definição? Ser patriota não é usar a bandeira como capa de super-herói; é entender que cuidar do povo dá menos trabalho do que passar vergonha defendendo o egoísmo em praça pública!
O Congresso Nacional é o comando de todo crime organizado no Brasil! Criam e alteram as leis para proteger seus associados!
A ação descriminada do congresso Nacional a virtude dos problema dos três corpos na política brasileira.
Toda opção de voto deles como representantes do povo.
Mais todos os projetos são vetados engavetado por causa do bem querer próprio o abismo social, é simplicidade interessante daqueles que nos representa sem menor etica ou senso de realidade.
A realidade deles imposta nada mais importa como a forças de sois num planeta que resiste a tantas catástrofes naturais no caso nada natural, a elite brasileira so tem olhos para próprio interessante. Aonde caminhamos diante esse cenário caótico?
O Ibram, Instituto Brasileiro dos Museus, deveria em uma nova politica nacional de inclusão museal, publicar uma nota e sugerir que as antigas e equivocadas denominações de museus do índio, espalhados por todas as regiões, sejam reformuladas para indígenas ou dos povos originários. A antiga denominação do índio, não significa nada e é amplamente desqualificada e equivocada.
A arte em todas suas múltiplas plataformas de expressão na sociedade contemporaneidade nacional é o ultimo panteão da sociedade livre que não se corrompeu pelos interesses camuflados dos grupos financeiros poderosos. A arte em si é livre por conceito mas isto não acontece com certos falsos artistas, que se corromperam de forma fácil, a muito tempo, em uma troca tosca de benefícios venais e privilégios sobre as leis de incentivo cultural que deveria ser pra todos. Estes falsos artistas hoje são aliados políticos de um sistema espúrio, injusto e temporário indo imoralmente contra toda o espirito de liberdade criativa que não abandona toda a classe artística brasileira por igual.
O vandalismo, ações dos mal-educados e saqueadores da prosperidade nacional, imobiliza a sociedade que, por sua vez, pressiona o governo para tomar medidas de segurança pública.
Notou que as pessoas ficam caladas, frias, tristes e paradas, por causa da presença nacional de pecados, sofrendo de depressão, raiva e desconfiança?
A política partidária nacional chegou a um estágio em que já não se escolhe o melhor candidato; resta a cada eleitor optar pelo menos ruim, segundo sua própria avaliação.
A LEI DA CONVENIÊNCIA
Foi decretada pelo Congresso Nacional, sancionada pelo Presidente da República, homologada pelo Supremo Tribunal e rejeitada pelo povo.
O maior problema da segurança no Brasil são as organizações criminosas dentro do Congresso Nacional.
A segurança nacional pode justificar o silêncio do Estado, mas não transforma o silêncio em verdade jurídica permanente.
Se o Estado invoca a segurança nacional para ocultar um fenômeno, cabe ao Direito perguntar qual risco concreto torna necessária a ocultação.
