đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
NĂŁo Ă© o mais inteligente, nem o mais forte que chegam ao topo do sucesso, no topo do sucesso sĂł chegam os determinados.
Eu gosto de sossego. NĂŁo sĂł o sossego de uma rede na varanda, mas a calma e a paz de uma mente tranquila. Sem remorsos ou peso na consciĂȘncia. Gosto do sossego de noites bem dormidas e de manhĂŁs acolhidas com amor. Gosto de minha alma assim, quieta, serena e grata.
A sorte acontece poucas vezes na vida e, eu só jogo apostando todas as fichas, não me preocupo, sei recomeçar.
SĂł sabem explorar o povo
Enquanto isso a reforma continua
porque o niĂłbio Ă© um tesouro
que o Brasil dĂĄ como carne crua
Ă aqueles que sabem que Ă© ouro!
Se a tecnologia nĂŁo existe
sabemos que foi inventada
mas, o Brasil persiste
em tratar todos feito boiada!
O incentivo que dĂĄ ao povo
é liberdade que pÔe couro...
para chicoteĂĄ - lo de novo!
Porque a tradição é a exploração
do povo Ă© do trabalho duro!
Explorar a terra, nĂŁo sabem nĂŁo!
SĂł o calor deixa o meu corpo assim
Bem de leve e bem melhor de cor
Meu humor nĂŁo pode ver um frio
An-an an-an
SĂł o Sol sabe me querer bem
Brisa de VerĂŁo me dĂĄ mais cor
Seu jeito de ser
SĂł vocĂȘ tem
Isso te faz Ășnica
Basta-se o foda-se princesa
Somos nosso
PrĂłprio castelo.
Homem sem Deus Ă© um Deus por sĂ sĂł... porque nunca irĂĄ culpar nenhuma divindade por sua vida e se responsabilizarĂĄ por sua prĂłpria imortalidade.
A PALAVRA DESISTIR DEVE SER SEMPRE SUBSTITUĂDA PELA PALAVRA RESISTIR POIS SĂ ASSIM A VIDA FAZ MAIS SENTIDO.
Dane-se a morfologia!
sĂł a metamorfose da poesia,
transforma verso em melodia,
e a figura do "eu",
em "vocĂȘ"...
Projeto na escrita,
fraseologias Ăntimas,
que nem sempre rimam com a fisiologia,
da fisionomia!
Sou o retrato imaterial,
da sua interpretação pessoal,
por vezes Ă© desigual,
o nosso sentir ,
e ainda assim Ă© belo,
o existir,
porque nĂŁo existimos sĂł para si,
existimos no outro,
por isso,quando olhares pra mim,
reconheça em ti mesmo,
o que sĂłis,
e veja que nĂłs,
nunca somos nada,
além do que vemos...
E meus olhos foram a tua janela...
observas-te que o horizonte nasce na retina?
Ă© lĂĄ que nasce o pĂŽr-do-sol ou o entardecer,
por isso vocĂȘ nĂŁo vai se esquecer,
do mundo que viste através dos meus olhos!
E quĂŁo inglĂłrios,
sĂŁo os olhos,
da ingratidĂŁo!
Lembre-se da fatĂdica lĂłgica da emoção,
uma ideia mal concebida,
cai na mortalidade de um breve imaginar!
o teu sentir Ă© desfigurado,
sĂł Ă© figura no verso!
no universo Ă© disforme,
tires o uniforme!
o avesso Ă© a nudez do verbo!
querendo descobrir a concordĂąncia,
entre escrita e fonética,
entre opaco e o laço...da visão analfabeta!
as vezes a decisĂŁo mais difĂcil ,
Ă© saber a hora de abandonar o navio,
de jogar a Ăąncora,
ou baixar as velas,
de girar o timĂŁo,
ou de puxar a manivela,
quem quer correr o risco de naufragar?
por favor,creiam nas exceçÔes,
Ă© possĂvel,sim,
ser cético e incrédulo,
tipo desconfiado e demasiadamente crĂtico,
priva vocĂȘ mesmo,de surpreender-se com algo belo,
com algo realmente verdadeiro,
ignorar algo sem conhecĂȘ-lo nĂŁo te faz intelectual,
te faz estĂșpido,
como mostrar suas razÔes pelas quais recusa algo,
se nĂŁo conhece nada sobre esse algo?
pessoas de mente fechada encontram razÔes onde não existem,
pelo mero orgulho insistem,
em falar sem conhecer,
se suas razÔes forem baseadas em conhecimento,
eu vou admirar sua posição,
mas se forem baseadas em suposiçÔes infundadas,
isso me deixa magoada,
se eu nĂŁo sei algo pesquiso na fonte,
ou pergunto a alguĂ©m mais instruĂdo,
nĂŁo Ă© vergonha nenhuma perguntar,
hĂĄ tantas coisas que eu queria saber e ainda nĂŁo sei!
Na alma selĂȘnica,
o sonho veleja,
rumo a materialização!
todo vento onĂrico,
Ă© hĂĄlito propĂcio,
é zéfiro aviso,
da transformação!
todo eco noturno,
é fruto do engodo oriundo...do coração!
toda jugular,toda aorta,
toda veia cava e torta,
Ă© uma porta,
para a inspiração!
o poeta Ă© marujo,
tem leme e lume,
e amiĂșde,
confunde,
esfera e esferogrĂĄfica!
O pulso impulsiona,
o coração recita,
mas o subconsciente premedita,
a conjugação!
no peito nĂŁo hĂĄ decreto, nem pleito,
o pensamento eleito,
exerce o judiciĂĄrio e legislativo,
o coração nada entende de planejamento,
sĂł entende do poder executivo,
e o corpo Ă© sĂșdito,
pensa que tem voz e voto,
mas vive as margens da corrupção!
achou que falava de polĂtica?
mas Ă© sĂł a analĂtica,
da sua dedução...ou não!
O sonido literĂĄrio Ă© um vĂ©rtice oblĂquo,
do assonante psĂquico!
do revĂ©rbero Ăntimo!
o verso Ă© tremeluzir os gestos,
em signos linguĂsticos!
Ă© difundir o cognitivo,
em solfejo escrito,
ratificando em manuscrito,
os ritmos léxicos,
e as citaçÔes,
do coração,
partidĂĄrio...de indiretas jĂĄ!
DĂșvidas sĂŁo concubinas pĂĄlidas,
ébrias de indecisão!
vagueiam em suntuosas lĂĄpides,
onde jazem,
a firmeza da opiniĂŁo,
sepultada no mesmo jazigo,
onde enterraste a ação,
que morreu de invalidez!
A dĂșvida Ă© cortesĂŁ,
quem a corteja
cambaleia a beira,
da desistĂȘncia!
DĂșvida Ă© anjo mortĂfero,
em viçosos e esvoaçantes vestidos,
e despidas de motivos,
te desviam do objetivo!
desvie-se de seus fitilhos frĂvolos!
ela pode até tingir-se de carmim,
e adornar-se de cetim,
mas Ă© frĂgida conselheira,
dos inexperientes!
nĂŁo existe sem querer,
existe nĂŁo saber o que se quer...
Todo o comĂcio,
Ă© um homicĂdio,
deputado Ă© 171,senador faz trĂĄfico de influĂȘncia,
o palestrante Ă© mestre de carteado,
e o povo no buraco,
ou melhor barraco!
no palanque o discurso Ă© um insulto,
a estatĂstica Ă© jogo do bicho,
mudam-se os figurÔes,
o cenĂĄrio Ă© o mesmo,
o hino Ă© fĂșnebre!
a bandeira Ă© de pirata!
o povo Ă© um nĂșmero do IBGE!
e o Ășnico legado Ă© ficar calado!
e nĂŁo adianta trocar o bispo ou o rei,
o peĂŁo nĂŁo tem vez,
polĂtica Ă© xadrez!
SĂł vale Ă pena permanecer na escuridĂŁo se for em campanhia das estrelas e da lua. O breu saudĂĄvel Ă© breve, em nĂłs. Que seja breve em vocĂȘ tambĂ©m
