Camila heloíse
Tem gente que quando abraça não é gente!
É casa, é carinho numa alma latente.
Essas pessoas são o lugar mais seguro do mundo.
Não as perca!
Se fazem mais escassas a cada segundo.
Quem se dispõe a olhar ao próximo com gentileza entende cada uma das verdades, momentâneas e concretas, que o compõem.
A arte transforma, reinventa , complementa e eleva àqueles que se atrevem a tomá-la como parte de si mesmo.
Camila Ladine
A pior coisa do mundo é sermos/fazermos/concordarmos com coisas que não fazem parte verdadeiramente de nós.
Primeiro a gente tem que entender o que a gente é, se desprender das outras pessoas, ter a clareza de entender o que a gente é, pra gente definir o que a gente quer. E, ao mesmo tempo, juntinho, se sentir apto a realizar o que a gente quer.
Eu recomendo para todo mundo ser dono da definição de si mesmo, porque aí você tira da mão do outro a sua aprovação.
É uma delícia a gente construir a casinha confortável e amorosa que é a nossa autoestima num terreno próprio, num terreno só nosso, não no terreno dos outros. Isso a gente faz no nosso tempo, do nosso jeito.
A propaganda está inserida em um momento em que o leitor já está prestando atenção. É sobre contar histórias. Se você contar histórias que as pessoas querem escutar, ninguém reclama.
A depressão é como um grande e pesado edredom que nos faz querer estar presos na cama sabendo que não conseguimos sair. Felizmente Deus é bom e faz-nos ver a saída.
Gostaria de estar correta sobre tudo que disse; mas à vida metamorfose constante de transmutação o que concordei hoje, amanhã talvez seja ignorância
A sociedade nos julga. A verdade é que eles não estão preparados para enfrentar os próprios problemas do relacionamento. É mais fácil julgar quem tem o relacionamento liberal e continuar ignorando a própria infelicidade, do que fazer como todos os outros liberais: se dedicar para um relacionamento livre, leve, sem opressão e com reciprocidade. As pessoas tem dificuldade em admitir que somos pessoas muito bem resolvidas, pois nós somos o reflexo daquilo que eles ainda precisam consertar neles.
A história da minha família é como a de muitos brasileiros: nos vimos obrigados a empreender por necessidade, ou seja, nossa melhor alternativa para cuidar de nós mesmos e conseguir lidar com a situação em que nos encontrávamos era criar algo novo e arriscar tudo o que tínhamos à mão.
