S. inácio
Logo quando aceitei a fé me perguntaram porque eu estava indo a igreja, e eu pobre de palavras não soube explicar, hoje eu tenho tantas palavras pelas maravilhas que o senhor tem feito, mas uma palavra repetida continuamente conseguem explicar o porque eu sirvo a este Deus e essa palavra é #Santo #Santo #Santo #Santo #Santo !!!
Sereis odiados de todos por causa do Meu Nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.
Marcos 13.13
Vale a pena ser odiado(a)de todos, vale mais ainda continuar perseverante, como disse Salomão melhor é o fim de todas as coisas que o princípio, nesse caso não é diferente, melhor é ser odiado de todos por amor a o nome do Senhor, porque no fim seremos salvos, o fim é melhor .
Nem sempre as coisas acontecerão conforme a nossa vontade, mas é preciso confiar que Deus, em Sua perfeita providência, sempre realiza o melhor em tudo.
Se paredes tem olhos e ouvidos, quando eu arrumar meu quarto vão ter cordas vocais. Para perguntar se é dia de ação de graças.
Quando fazemos nossa parte nada mais importa. O tempo é nosso conselheiro de balança, ele pesa e é sopesar do que vale.
Predestinado
A ausência de ser predestinado
Predestinado nesse conflito caótico do universo
Somos átomos disparados a procura de matéria
Somos formados por estrelas
Que morreram pela nossa existência.
Pode ser silêncio
Pode ser ausência
Pode ser solitude
Pode ser indiferença
Pode ser atitude
Pode ser solidão
Pode ser conflito
Pode ser razão
Sem mais... hoje é hoje e ponto!
O passado já se foi, portanto não pode ser mudado e o futuro nem sequer deu as caras. Prefiro viver agora e constante do que programar e deixar à desejar.
Decerto há distúrbios quando a(o) oprimida(o) ama estar sob a órbita de imposição do(s) opressor(es), seja por pseudo afetividade, seja por ligação financeira, seja por imposição religiosa, seja por doutrinação política etc.
SEGURANÇA PÚBLICA.
O Estado não pode fomentar a violência, mas sim contê-la, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota. A princípio, a falta de segurança no país tem gerado muito prejuízo e medo aos que nele convivem.
Antes de mais nada, segundo Sérgio Ardono, um sociólogo brasileiro e especialista em Segurança urbana, renomado professor da Universidade de São Paulo, afirma que o papel do Estado não é de promover a violência, mas sim evitá-la. Ademais, os estudos acerca das causas da falta de segurança apontam dados alarmantes sobre o crime, o Brasil registrou mais de 47 mil homicídios ao longo de 2021, próximo de 130 mortes por dia.
Por consequência, o prejuízo aos cofres públicos em detrimento aos investimentos que visam a inibição de armamentos, drogas, prostituições, corrupções entre outros atos ilícitos que assolam o país, são relevantes. Além disso, perde-se muito com recursos aos órgãos de segurança pública cujo necessitam de material físico e humano para o combate à criminalidade. A população vive com medo e receio de sair às ruas e por causa disso optam em abandonar o país.
Portanto, concluí-se que para combater a violência e a falta de segurança no país, é necessário investir na inclusão social, pois é desde a tenra idade que os menos favorecidos devem ocupar suas mentes, a fim de não serem aliciados por delinquentes. Concluindo, os órgãos de Segurança e Educação têm o dever de promover palestras nas escolas tendendo alertar e orientar os discentes o quão mal faz as drogas, bem como investir em atividades físicas e trabalhos educacionais e profissionais para evitar que criminosos incluam essas crianças e adolescentes no mundo do crime.
A vida do policial constitui um exercício diário de bravura e abnegação. Ele parte para o serviço sem a garantia de retorno, expõe-se a riscos iminentes para resguardar a ordem pública e proteger cidadãos que, muitas vezes, não reconhecem sua atuação. Seu sacrifício opera de forma silenciosa, suas lutas permanecem invisíveis e, por vezes, sua morte é relegada ao esquecimento. Enquanto a sociedade repousa em segurança, ele se mantém vigilante. Quando tomba em serviço, não há grande comoção social, apenas o vazio deixado pelo rádio que não mais responderá. Não por ele, mas por seu substituto, pois, para o Estado e a coletividade, sua identidade se reduz a um número prontamente reposto e, com o tempo, inevitavelmente esquecido.
*A Luta Contra Si Mesmo: A Força para Permanecer de Pé*
A batalha mais árdua que enfrentamos não se dá contra o mundo exterior, mas contra nós mesmos. Há momentos em que a mente se torna um território hostil, onde dúvidas, medos e angústias se manifestam de maneira avassaladora. Sentimentos de insuficiência e desesperança podem obscurecer a percepção da própria existência e fazer questionar a continuidade da caminhada. Entretanto, é imperativo compreender: tais pensamentos não refletem a realidade, mas sim construções internas alimentadas pelo medo, pelo esgotamento emocional e pela solidão.
O inimigo mais perigoso não é aquele que se encontra diante de nós, mas sim aquele que habita dentro de cada um, minando a resistência e conduzindo à crença equivocada de que não há saída. Mas há. Sempre há.
Nos momentos de maior escuridão, é essencial apegar-se àquilo que ancora a alma e fortalece o espírito—seja a fé, a família, os amigos ou um propósito que transcenda a dor momentânea. A repetição de pensamentos negativos cria raízes profundas, mas a resiliência, quando cultivada, transforma adversidades em aprendizado e superação.
É necessário lembrar que os desafios sempre existirão, mas aquilo em que depositamos nossa atenção e energia tende a se expandir. Direcionar o foco para o que fortalece é um exercício diário. Nenhum fardo deve ser carregado isoladamente quando pode e deve ser compartilhado. O silêncio da dor não pode ser um cárcere. Buscar ajuda não é fraqueza, mas sim um ato de coragem e consciência.
A escuridão nunca é o ponto final, mas apenas um trecho do caminho. Assim como a noite cede espaço à aurora, a dor também é transitória.
Infelizmente, hoje nos deparamos com a perda irreparável de um irmão de farda, alguém que, vencido pelo desespero e pela solidão, sucumbiu ao próprio sofrimento. Não sabemos exatamente o que se passava em sua mente, mas é inegável que seu maior adversário foi interno, conduzindo-o ao ato extremo. Talvez tenha sido o peso do abandono, o desgaste do estresse contínuo, a exaustão mental e emocional decorrente da rotina árdua que enfrentamos diariamente.
Que essa perda nos sirva de alerta. Nenhuma batalha interna deve ser travada em solidão. O medo, a dor e a angústia precisam ser externalizados, divididos com aqueles que podem estender a mão e oferecer apoio. A vida é um bem inestimável, e cada um de nós tem um valor imensurável, independentemente das dificuldades enfrentadas.
Se você sente que está sendo consumido pelo desespero, fale. Busque ajuda. Você não está sozinho. Sua existência é essencial para aqueles que o cercam. O mesmo medo e a mesma dor que afligem você, muitas vezes, também habitam os corações daqueles ao seu redor.
*Seja resiliente. Permita-se lutar. Permita-se viver.*
Meus mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os irmãos de farda por esta perda irreparável, que nos conduz a uma profunda reflexão.
H.A.A
*Que Deus nos fortaleça sempre!*
Procuro passar tempo com os meus amigos e viver a minha vida. Tento não focar só no futebol, não ficar o tempo todo preocupado com a partida, nem ver vídeos do lateral que vou enfrentar, nada disso. Tento aproveitar o dia todo e, quando estou em campo, dou tudo de mim, mas, quando saio de campo, faço o mesmo: tento me desconectar ao máximo do futebol.
Onde há dentro de você toda aquela vida?
Onde se encontra todo aquele romance clichê?
Porque não surgem mais palavras sobre seu alguém?
Porque não nascem mais sorrisos?
Porque do teu remédio fizeste teu veneno?
Não explore mais teus mistérios.
Traga mais jornadas a tua alma.
Pois com o tempo, tudo acalma.
Pode ser feio, bonito
Sem cor, preto e branco.
Sem som, barulhento.
Cansativo, frenético.
Pode ser maldoso, inocente.
Poético, ordinário
Marcante, passageiro […]
O mundo pode ser todas as coisas.
Só basta mesmo, pra qual delas
Você se inclinará mais a viver.
É tão puro, leve,
que seria totalmente contra
sua natureza
ousar em ser cruel.
Sofremos pela sua ausência
mas não pela sua presença.
Meu caro sentimento,
amor.
O quarto era pouco revelado
pela penumbra,
minha mão que escrevia
poesias em sua cintura,
nem se importava
pela roupa jogada nessa altura.
Ela que estava de olhos serrados,
prestes a entrar no teu sétimo sono.
Ainda falava comigo,
de voz abafada pelo peso do sono,
mas carregada de carinho.
Me pedia cafuné,
no meio de todo
aquele cabelo de pé.
Quinta-feira de Vênus
Ela acorda assustada com o despertador, por um instate acreditou que era segunda-feira e precisava ir para o trabalho. — desativou o alarme e percebeu que ainda era só o feriado de quinta-feira. Sorriu por ter esquecido de desativar o alarme na noite passada. — Bom, já que eu acordei, então vamos né?! — Disse ela sem o menor tom de queixa por acordar cedo em pleno feriado.
O dia começara breve, mas ela não tinha pressa, já teve urgência em sua vida e percebeu que avidez, nunca te satisfez. – Aprendeu a ter calma, a sentir cada passo, dos físicos aos metafóficos. Já teve sonhos engavetados, sonhos em rascunhos, sonhos falidos e sonhos realizados. Mas a vida não assustara, não tinha medo da única coisa que a vida tem a oferecer — viver — e assim seguia seus dias. Aprendera que sua paz era mais importante do que manter um status. Na escola da vida, era uma boa aluna, levava como podia, ajudava como podia, sofria só pelo que deveria, não prolongava o que não deveria — mas o mais importante, sorria, sempre que podia.
Mulher decidida, de carater marcante. Se fosse poema, seria como a Divina Comédia escrita do Dante Alighieri - se fosse MPB, Relicário da Cássia Eller - se fosse filme, não seria uma obra concluída - ela é muito para caber em tão pouco. — Moça sorridente, com que fosse sorridente — tinha passos leves pelo feriado da sua quinta-feira. Colocava música para ouvir, andava pela casa, em sua distração entre canções e tarefas diárias, cantava e esquecia que o tempo passava — esquecia a vida lá fora — lembrava apenas dela, rodopiava entre cômodos enquanto dançava. Cantava melhor a cada taça de vinho que tomava.
A tristeza se perdia
em suas ravinas,
fazia da vida teu teatro,
aprendeu a nunca
se arrepender
de nenhum ato.
Se tivesse nascido em outra época, faria parte do Panteão de Roma — talvez a chamariam de Vênus — já era quinta-feira a noite, o dia passara, mas não sua vontade de viver ele, a noite também era sua, não temia pelo desconhecido, continuava deliciando seu vinho para afogar sutilmente algumas saudades misturada com vontades — sabia das suas prioridades, mas naquela noite so precisava de uma pausa, não queria raciocinar, não queria se policiar, seu juizo já havia dormido — no fim daquela noite, na sua banheira ela queria relaxar, no final daquela noite, ela só queria se amar.
