Novembro azul
Sentirei falta
Do azul vivo em minhas raizes
Do azul do céu
Do azul do mar
Do azul do infinito
Do azul em meus sonhos
Até onde o meu olhar era azul, não encontrava limites…
Mas é partindo para sempre… que deixo para trás todas as minhas lembranças que um dia já sentir…
Aqui o sol está brilhando
o nosso mar azul celeste
e o vento vem soprando
de bombordo pra boreste
e é tanta gente visitando
que o Caribe vez em quando
tem inveja do nordeste.
O oceano
Vivido brilho azul intenso
Em ti nasce e morre um Sol extenso;
Lindas são as tuas ondas
E mansos são os teus segredos;
Na imensidão das profundezas
Por onde andas os teus desejos;
Salgadas são as tuas águas
Doces são os teus manejos;
Sempre belo azul celeste
Na minha vista sempre o perco.
Carlos Mandetta
Céu Azul, seu nome já traduz
Tua grandeza e exuberância,
Tua mata verde, pura elegância,
Respira vida, pulsa luz.
Nos teus caminhos, calma e cor,
Teu ar é fresco, traz frescor.
Entre montanhas e o céu sem fim,
Céu Azul, és puro assim.
Céu Azul, já diz tudo,
Grandeza e beleza, sem lero-lero.
Mata verde, vibe de paz,
Ar fresco, céu que não te deixa pra trás.
Um poeminha que fiz para a cidade de Céu Azul-PR
Em teus olhos, um mar de azul profundo,
Onde a alma se perde, em sonhos sem fundo.
Em teu abraço, um aconchego sem fim,
Um paraíso a dois, onde o amor nos conduz.
Ass CÍCERO LYRA
Lagoa da Pampulha
Na aurora veste-se em ouro,
Reflete o brilho do dia,
No espelho azul do tesouro
Derrama a sua magia.
O vento sopra e murmura
Canções da velha memória,
Traz no frescor da ternura
Os ecos vivos da história.
Menestrel do Mucuri,
Tece em versos sua fala,
Canta à lua que sorri
E à luz que o céu embala.
Cada escultura um segredo,
Símbolos da eternidade,
Na dança leve do enredo
Que inspira a humanidade.
Pétalas tocam o vento,
Florescem sonhos no cais,
Néctar sutil, sentimento,
Policromias e paz.
E assim repousa a lagoa,
Tesouro que se eterniza,
Na arte pura e tão boa
Que em nossas almas deslizam.
ao desejo azul vibrante
Ele é o toque que queima,
a palavra que não precisa ser dita,
o silêncio que diz mais que o grito.
Ele é azul vibrante,
não porque escolheu ser,
mas porque não poderia ser outra coisa.
E quem o toca,
quem o vê,
se perde,
sem querer ser encontrado.
Policromia da Paz
Céu azul,
nuvens brancas,
ao fundo,
a exuberância das palmeiras.
No âmago,
a irresistível vontade
de voar em sonhos,
além da realidade.
Com o véu da paz
estampado no peito,
o sangue jorra descompassado,
faz pulsar o coração tenso
de sentimentos bons
e alvissareiros.
Cores vibrantes
acendem ternura,
vida plena,
salutar e revigorante.
A solidão,
em harmonia com a paz,
transcende o amor verdadeiro,
real e fiel à doce Elizabeth.
Dona do domínio,
com as consequências do direito
de usar, fruir
e navegar nas ondas
Hoje eu acordei e eu vi
O sol azul, céu amarelo
Vou apagar a porta e fechar a luz
Entrar pra fora, sair pra dentro
Subir pra baixo, descer pra cima
Vinho no copo, pinga na taça
Vou comer a carne, mastigar cerveja
Luva no pé, meia na mão
Vou comer a casca ea fruta não.
O medo de te perder foi meu primeiro medo real. A dor agora é saber que o azul dos seus olhos abençoará a vida de outros filhos.
" OUTONO "
Outono… Céu azul, tardes amenas,
bucólicas saudades vindo ao peito
e o dia envelhecendo do seu jeito
querendo descansar ao sol, apenas!
Já deita-se, esse ciclo, no seu leito
cansado dos embates nas arenas,
das lutas, dos combates a centenas;
também, do que na história, se fez feito.
Os meses vão crepusculando o enredo
guardando, só pra si, como segredo,
quaisquer paixão, por eles, concedida…
Bem-vindo, Outono, aos braços desta terra,
ao tempo de labuta que se encerra,
tal qual o outono desta minha vida!
Encontrou caminho entre montanhas e vales. Tingiu de chumbo o que já foi azul. Desabou de surpresa, lavando a tarde embaçada.
Devaneios
Olhe pro céu agora
O céu nitidamente azul
O sol brilha la fora
É outono e as aves já foram pro sul
E eu não ligo se faz frio ou calor
Subitamente me pego
Alegremente me entrego
Infelizmente me apego
E sempre sozinho curo minha dor
Eu quero estar perto
Perto de quem me faz sorrir
Estar de amor coberto
Também fazer retribuir
Dias sim , abastecido de amor
Dias não , vazio e com dor
Os devaneios dos meus pensamentos e ideias são como uma criança hiperativa que não sabe a hora de parar.
Os barulhos são divertidos , são tempestades , são alivio, são refugio, são declínio, são ascensão, são diluvio , são sonhos , são sim e também não.
Nuvem que passa devagar em céu azul, azulzinho... Aqui em baixo eu tenho um rio que corre também de mansinho.
Rio Grande do Sul
O Estado,
Do Rio Grande do Sul,
De um lindo céu azul,
De um tempo nublado,
Em meios aos seus
Dias passado,
Nesse temporal,
De escuridão,
Onde em cada cidade,
Chora e lamenta,
Pela sua destruição.
Uma cidade,
Que virou um oceano,
Onde a vida e a natureza
Desabilitou os teus planos,
E nessa correnteza,
Onde o barco passeia,
Na esperança de um tempo onde o sol tudo
Clareia.
É muito triste ver
Essa cena,
Na poesia do seu poema,
No versar de lágrimas
Que se acena,
O que será o seu dilema?
Em meios a tantos problemas.
Nesse clima da inteireza,
Que retrata a sua pobreza,
Em todos os sentidos
Da vida,
Da alma do coração
De tantas coisas perdidas.
Mas porém há uma esperança movida,
No coração de que tem
Uma fé acrescida.
Quem lê que entenda
O mundo de sua agenda.
De uma omissão,
Do homem repreensível,
Deixando a vida
Acontecer nesse nível,
Em nosso Brasil,
Onde tudo é possível,
Nesse momento terrível.
Esse Estado,
Que convive com o retrocesso,
De uma política
Sem progresso,
Com o coração abatido
O povo não tem
Mais o livre acesso.
Poeta Mbra ✍️
Direitos Autorais Reservados .
D.A.9610/98
Brasil🇧🇷
E por um momento o céu ficou novamente azul e o sol iluminou, as trevas se afastaram, apesar de dias difíceis, acabou aparecendo algo raro, olhos de oceano, que te olha de volta direto na alma, que te acalma e te incendeia ao mesmo tempo em que te intriga. Mistérios dos olhos teus.
