Jean la bruyère
Tá no posto então é melhor integrar, agora com esse tanto de lixo, é melhor recomeçar, lá no primário do estar, tome pra graça lhe amostrar as verdades do estar.
A gula se parece com cavalos velo-zes, não há que dominá-los pelo certo, sendo melhor absorvê-la com uma grande dedicação chamada paciência, tipo arte em evidência.
Nas cirandas és saudosa, mãos que dançam e não se cansam, rodam pra lá, rodam pra ká... vem cá é, eternizar ou continuar, palavras amadas a soletrar, ou beijar, ou amar... não importa; és futuro ou éter, não me conjuro.
Tudo que já existe um dia necessitou reexistir ou será renovar, copiar... há sei lá, caminhar e passar o tempo, foi, será, diz-pensar e ou ops! Jamais desvalar.
Entre! A palma da mão e o coração há um espaço com lagos e cisnes dos mais belos pa-lá-cios; à terra.
Nas salas de bate papo, lá vai outra vez, a conversação de milhões, sem o tempo configurado desde o princípio, colocando multirrelacionar no mesmo consiso, só pra abrir novos ritos.
É preciso alguns dramas pra sacudir a boa vontade e, nós aqui, aprendendo a ser pro lá do lar de humilde.
A lentidão é apenas um querer aparecer pra você, ou será uma necessidade de não subverter, sei lá os desejos dos ter.
Têm gente que o disco roda só se estiver lá, às vezes, só quero ficar, se me mandar, por ti das estadas no lar.
Chama pra ver ele lá e, cuidado com o rachar, se sua cúpula não retornar, hahaha... quem vai se importar, com um humilde avistar.
Nesse mundo onde ninguém é dono de ninguém, privatizam sabe lá, O quê, até o perdão dizem ter mercê.
