Ferreira de castro
O colorido daquele castanho,
é capaz de abrir clareiras em uma alma presa
Agora não há mais medo do estranho
Ovelhas negras se apartam do rebanho
Vida e destino? surpresaaaa...
Zé pedreiro,
acorda cedo
vai trabalhar.
Morre todo dia, compra arroz, feijão e ervilha.
Zé pedreiro,
bate o ponto
pega o ônibus.
Renasce todo dia, em casa, com o abraço da filha.
Imagine um jogo...
Tão realista que muitos julgam ser a única realidade que há.
Tão difícil e cheio de desafios que a maioria prefira não correr riscos com a única “vida” de que disporão para jogar por anos à fio.
Tão detalhado e cheio de “missões secundárias” que poucos entendam, se preocupem e invistam seu tempo de jogo nos objetivos principais.
Tão imersivo que muitas pessoas ignorem que exista uma realidade maior por trás dele.
Tão bonito e bem feito que induza seus jogadores à contemplação de tão grandiosa obra e reconhecimento da magnitude de seu criador.
Tão simples que seja autoexplicativo, mas ao mesmo tempo tão complexo que necessite de tutores em seus primeiros anos de jogo e longos anos de estudo e treinamento para extrair o máximo de seu potencial no jogo.
Tão cheio de propósito que cada jogador se submeta ao esquecimento temporário da realidade à partir do momento em que se proponha a jogá-lo.
Um mundo tão aberto que lhe permita escolher ser, estar, ter e fazer o que quiser de acordo com os seus próprios méritos.
Que permita liberdade total, mas ainda assim tenha regras...
Que seja um jogo educativo. Que conte com um sistema de recompensas pelos acertos em escolhas corretas e punições corretivas quando efetuadas más escolhas...
Com uma interface social multijogador que permita interações tão variadas e diversas quanto possíveis para que a história e a narrativa de cada jogador se desenvolvam de maneira única e elevem ao máximo a experiência individual.
Um jogo tão perfeito que permita experimentar fisicamente tantas sensações quantas sejam possíveis, de modo que as experiências nele vividas fiquem impregnadas de tal modo no subconsciente do indivíduo que se tornem referencial pela eternidade afora.
Com uma campanha de jogo tão longa, que quando o jogador chegue ao final ele tenha se tornado um ser melhor do que era quando começou a jogar.
Imagine você... que esse jogo já existe! E que você é um de seus milhares de jogadores nesse exato momento...
É o fabuloso jogo da vida! Onde cada um de nós somos avatares de nossos próprios espíritos.
Bom jogo! ;)
será?
quando a comida que fazemos...
tem ingredientes errados...
melhor procurarmos onde errámos...
ou jogamos tudo fora,porque alguém fará melhor...
este mundo
armas cegas...em mãos fortes...
brisas,ventos e cheiros...
depressa os ventos levam...
ficará a recordação de algum trapo escondido na verdade de uma pura essência...
A raposa e a coelha:
Ao dedilhar as cordas do violão
com toda sua alegria e paixão
a coelha repousa no colchão.
Cantorias vem e vão...
adentram aos sonhos daquela coelha
e a noite se perde no calor da imensidão.
Os anos passam...
a raposa continua com sua graça
que aos encantos da coelha, abraça.
Uma corda arrebentou,
pequena raposa, oh não!
a sua coelha despertou.
Lúcida, a coelha presta atenção
a raposa canta a mesma canção
mas a coelha não dorme mais, não.
É o fim, a coelha te abandonou!
coração abalou, mas o tempo cura:
Sua vida recomeçou.
A beleza externa finda, a beleza interna é perene,
assim a segunda beleza é que se deve contemplar no espelho.
Se fez necessário exemplos de práticas físicas para alcançarmos a compreensão das práticas espirituais.
Sim o Amor é cego, pois ele não necessita de olhos para enxergar e servir o seu próximo. E sim da alma e coração.
O inferno realmente existe, na ignorância dos ignorantes, nos olhos dos imponentes, no ouvido dos insensatos e no coração dos incircuncidados.
