đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Se a pessoa postou algo que vocĂȘ nĂŁo gostou, Ă© sĂł nĂŁo interagir e se interagir corrija sem ofender. NinguĂ©m precisa perseguir ninguĂ©m.
A cor e o sabor da palavras
tĂȘm a verdade da Chanana.
Da minha boca e da caneta
sĂł sai o que jamais engana.
O louco coração o amor
nĂŁo nega jamais e proclama.
Te venero como quem espia
a Via LĂĄctea e aurora cigana.
A explicação que desafia,
e que sĂł ao amor se aplica;
Ă primavera que nĂŁo passa,
e nĂŁo passarĂĄ despercebida.
O desejo de trazer mais cor
à nossa vida, a aliança divina.
Unida com as auroras outonais
no meio do nada, e iluminada;
A Canela-amarela, a mente
e a alma em plena revoada.
O apego e amor ao chĂŁo,
o coração, a nossa paixão.
Sem dizer sequer uma palavra,
do teu coração feito para o meu,
Hå estrelas em nosso céu,
e a inefĂĄvel mĂștua devoção fiel.
Antes de chegar, quem somos,
nĂłs dois bem sabemos;
Que nĂŁo hĂĄ nada capaz de fazer
com que nos distanciemos.
Somente a maravilha dos beijos,
Ă© capaz de fazer com que calemos.
Eu vi galinhas no telhado!
A Humanidade sabe o caminho
de volta para a Lua,
SĂł ainda nĂŁo aprendeu a parar
de usar o nome de Cristo
para justificar guerras.
Eu juro que vi galinhas no telhado!
Um Tribunal de Direitos Humanos
confundir suicĂdio com cuidado,
Vejo defensores de Direitos Humanos
olhando para o prĂłprio lado,
NĂŁo queria nada disso ter enxergado.
Eu vi galinhas no telhado!
Na terra que dizem ser Terra Santa
o corredor da morte foi legalizado!
O mundo Ă© um baile de mĂĄscaras,
embora as usemos,
sĂł nĂłs dois o sabemos,
e em nossos silĂȘncios o reconhecemos.
Då-me a mão e dançaremos
o mesmo passo Ăntimo,
não hå nada nem ninguém que tememos.
DĂĄ-me a mĂŁo e pelos abismos
nos atreveremos.
DĂĄ-me a mĂŁo e me amarĂĄs
sem que regressemos pelo caminho de volta,
nĂŁo hĂĄ uma sĂł linha em que nĂŁo pensemos
nas rotas que farĂŁo que no amor
assim nĂłs dois permaneceremos.
Sob o testemunho de Mistral,
tudo estĂĄ mais claro que um cristal...
que somente de amor viveremos.
Doce de Imbu vou fazer,
SĂł para te receber
de um jeito que vocĂȘÂ
nĂŁo vai esquecer,
Por mim vocĂȘ vaiÂ
inteiro se derreter,
De outro sabor queÂ
nĂŁo for o meu bemÂ
brasileiro vocĂȘ nĂŁoÂ
nem pensar mais querer.
Desta novela nĂŁo hĂĄ
nenhuma novidade.
Nos seus capĂtulos
sĂł resta crueldade.
NĂŁo tem nada a ver
com teoria conspiratĂłria:
a poesia também serve
Ă memĂłria histĂłrica.
Matam e sequestram
a solidariedade de uns
no vasto mar da Humanidade.
AmanhĂŁ voltam os tempos
em que muitos foram
sequestrados dos berços.
Sem nenhum arre(medo),
isto é só o começo
do que nunca deveria
outrora ter iniciado
e que agora, diante dos olhos
e debaixo dos narizes,
estĂĄ sendo requentado.
Do jeito que estĂĄ o mundo,
sĂł consigo pedir a Deus:
--- Um melhor "Dia das MĂŁes"
a cada novo segundo
do jeito poético e profundo.
Na minha boca sĂł mantenho
a sua pele, os seus beijos
e as melhores e mais finas palavras
misturadas com o aromaÂ
do chĂĄ da macela reservada da colheita;Â
E nĂŁo o que desejam incutir
para nos manter desorientados;
para nos fazer distanciados. Â
Os lĂĄbios e a carĂcias veneram Â
tudo o que se descobre em veios
de ĂĄgata deste nosso sul brasileiroÂ
com o norte molhados de desejo
pelos teus lĂĄbios bonitos e capazes
de fundir com arte elevada o rĂłdio.Â
Porque se eu for me perder
que seja na perfeição dos teus traços,
para que o prĂȘmio nos tornemos laços
entre trocas e voluptuosos abraços.
O alucinante, o arrebatador e o viciante
definirĂŁo rumo aos nossos passos.
O flerte com a imprevisibilidade,
dissolução de um no outro,
a elegùncia, a abertura e a multiplicação,
trazendo Ă tona a inevitabilidade
das polaridades em perfeita rendição.
No painel ordinĂĄrio dos dias
escrever, pintar e desenhar,
para no cotidiano formas dar
com as nossas cores suntuosas,
inspiradoras e inesquecĂveis,
para que nos sintamos incrĂveis.
O corpo e a mente merecem
a concessĂŁo de alternĂąncia
para que o amor e o auge liderem,
e a intimidade escreva bela,
reservada e totalmente protegida
ao som do balanço das araucårias.
Para que a hierarquia natural
de quem dĂĄ e recebe prazer seja
preservada das influĂȘncias externas,
para que a reverĂȘncia nĂŁo se perca.
Da elegùncia e rendição existencial
alcancem a pavimentação perfeita,
para que a polaridade se afine
de forma a entender e sĂł responder
os nossos cĂłdigos de prazer
sensoriais, secretos e sagrados.
Ă Dia dos Namorados,
nĂŁo me sinto solitĂĄria,
melhor sĂł do que malÂ
acompanhada,
NĂŁo posso ser leviana
comigo mesma,
NĂŁo me permito viverÂ
sem usar a cabeça.
â O grande problema Ă© que tem gente que acha que sĂł o amor basta, e se esquece que o amor necessita de sedução mĂștua. O encantamento tem que ser um compromisso de dois.
â SejaÂ
o romance
que vocĂȘÂ
deseja,
porque sĂłÂ
ficarĂĄÂ
do seuÂ
lado quem
desejarÂ
o mesmoÂ
romanceÂ
que vocĂȘ.
Embevecida só de apreciar a sedução do teu rosto, Enternecida te eternizo neste poema, A espera é sempre um dilema,mas te amar me då coragem.
