đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂł desejo que as garrafas com as cartas de amor sejam encontradas, e o carteiro nĂŁo devolva nenhuma ao remetente.
Acho que vocĂȘ nĂŁo se atentou,
Que a nossa alquimia Ă© intensa,
SĂł vou dormir quando vocĂȘ,
Me libera um beijo para que ele
Chegue do jeito que eu permitir...
Querendo saber de vocĂȘ, curiosa
Pergunto como vocĂȘ passou o dia,
E escrevendo tudo sobre nĂłs dois,
Faço versos que a poesia espera,
Somos de nĂłs dois e temos um Ăłtimo
Motivo para sorrir...
Tenho um plano além da amizade,
HĂĄ uma certeza e uma vontade
De juntos não darmos mais espaço
Para a saudade - esse Ă© o meu
Jeito de te esperar de verdade.
Ăs vezes tenho medo
Que vocĂȘ me esqueça,
Por isso escrevo versos intimistas
Para que eu não saia da tua cabeça;
Que chegue logo o real dia,
Que vocĂȘ virĂĄ
Para que a gente se aqueça
Até a hora que a noite adormeça.
Ah! Se eu pudesse apressar
Os ponteiros do meu relĂłgio
- Só para te abraçar! -
Ah! Se eu pudesse correr,
Junto com o tempo
Para nunca mais te perder.
Ah! Se eu pudesse revelar
A cor dos teus lindos olhos,
E por eles me declarar...
Ah! Se eu pudesse me aproximar,
Para recuperar o tempo perdido,
- E resgatar o tempo de amar! -
Os teus olhos sĂŁo tĂŁo lindos...,
Eu nĂŁo vou contar como eles sĂŁo,
SĂł sei que por eles, entreguei tudo;
Entreguei a minha vida e o coração.
Os teus lindos olhos tĂŁo Ăntimos,
TĂŁo castos e repletos de cores,
Por eles morro sempre de amores;
Com direito a todos os mimos.
Ah! No pestanejar e no brilhar,
Os teus olhos me tocam inteira;
Como plumas a me acariciar...
Ah! NĂŁo conto o que sou capaz
De fazer por estes olhos;
Sim, darei a volta ao mundo,
E por eles sou capaz de ir atrĂĄs.
â Versos Brancos
Para o teu corpo remarÂ
no meu rio nĂŁo precisa
ter sĂł uma cor e nem rima,
Precisam ser somenteÂ
de todo o cor(ação),Â
Os versos brancosÂ
explicam a magiaÂ
que existe entreÂ
nĂłs dois e a poesia. Â
â Ficar sĂł nĂŁoÂ
é uma opção,
NĂŁo tenhoÂ
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perderÂ
o discernimento
daquilo Ă© um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumadaÂ
a receber poucoÂ
e deixar de serÂ
gentil comigo mesma.
NĂŁo tentar nĂŁo
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservaçãoÂ
quando falta opção:
o melhor Ă© me poupar.
Temo perderÂ
a coragem necessĂĄria
de desarmar sempre
que for precisoÂ
quando houverÂ
um 'love bombing',
e acabar me arriscandoÂ
num caminho semÂ
volta onde me percaÂ
e eu me esqueça.
NĂŁo temo voar comÂ
ou sem companhia,
tenho autonomiaÂ
e brevĂȘ de poesia:Â
quero um amor queÂ
venha com harmonia.
Enquanto isso douÂ
a mim mesmaÂ
o amor romĂąntico
nĂŁo por egoĂsmo,
e sim para lapidar
o meu equilĂbrio
para sempre discernirÂ
o quĂȘ Ă© ou nĂŁo Ă© um
amoroso compromisso.
â Lantana
SĂł de olhar uma LantanaÂ
florescida fico inspirada
a ser nas tuas mĂŁos a poesia,
Eu sei que vocĂȘ me temÂ
no coração com muita alegria.
â
Sardinha fritaÂ
Sardinha fritaÂ
na nossa mesa,
SĂł quem provou
este amor explica,
NĂŁo hĂĄ comoÂ
negar que Ă© poesia.Â
â No vigĂ©simo terceiro dia do ano
No vigésimo terceiro dia do ano,
sĂł quero que se poupe dianteÂ
daquilo que nĂŁo tensÂ
condiçÔes de influenciar
e faça o melhor para superar.
