Almeida garrrett
O amor mais bonito é aquele que respeita, que confia e que sente de longe, somando os dias para o reencontro.
Amor-próprio é amar a Deus. Amar a ti próprio. Amar o próximo.
Amor-próprio não é orgulho, não é desapego, não é indiferença,
Ilustra-se na humildade, no agradecimento, na coragem, no respeito por nós mesmos e pelos outros e na aceitação que de nós temos aceitando cada um.
Amor-próprio é sorrir quando o mundo quer que tu grites.
Amor-próprio é chorar quando o mundo quer que tu não sintas.
Adensa-se no contínuo caminhar pintando as pedras do trilho e não perdendo o que tu és. Seres o teu jeito, o teu riso, o teu aconchego, a tua luz, a tua dor e a tua alegria. Morar nos outros, morando primeiro em ti. Sonhar o sonho de ti. Desejar o bem para quem mimetiza o mal. Perdoar como se fosse um abraço. Desculpar como se fosse um beijo. Porque não tem vaidade. Não tem peneira. Não tem limite. Não é prisioneiro de nós mesmos.
Amor-próprio é nascer todas as manhãs.
Quando se ama a vida com a roupa da alma, sente-se diferente, vê-se diferente, sonha-se diferente e realiza-se diferente.
Ser-se meio-termo é a batida do vazio.
Viver, transbordando. Aprender a viver, crescendo. E não temer viver, arriscando.
Um dos ingredientes básicos para se ser feliz é o da verdade contida na sinceridade de sermos sinceros connosco mesmos.
Acreditar é olhar sem ver, mesmo quando a vida, de certa forma intrometida, rasteia o sonho de cada um.
Como uma melodia de fundo mental, acreditar é a fé em perpétuo movimento, um ziguezague no tempo e uma linha contínua de primeiro plano.
