Jean la bruyère
O que foi tirado da sua vida é passado deixa lá onde está, quem deseja o que foi tirado vai compartilhar o atraso outra vez.
Fui ao teu encontro no intuito de lhe encontrar te conhecer, mas você não estava lá, levei comigo a alegria a paz de espírito para compartilhar com você, você não estava lá, o lugar estava em silêncio o vento passando você não estava lá, na esperança de ver o teu olhar ficou na vontade você não estava lá, voltei por outro caminho não te encontrei, na sobra longe da luz vi uma imagem distorcida não posso esperar, você não estava lá.
Aprendi que a felicidade não vem pronta, nem espera no caminho estou me ajudando a senti-la, dia após dia.
Gritei o teu nome na sombra do esquecimento, mas não estavas lá. Busquei abrigo na minha angústia devastada, o teu silêncio foi a única resposta.
O vazio passou,
nem notou meu canto
lá estava eu, jururu,
sem reação, sem encanto.
Aqui, o vazio não fala,
não diz palavra,
nem acena um olá.
Na imensidão,
o frio não tem piedade
assola o corpo,
sem ninguém,
sem metade de nenhuma metade.
No recanto esquecido lá onde a estrada termina, mora o silêncio na mente feliz onde ninguém confronta a paz.
No momento em que você puxa a cadeira pra ela sentar e ela diz não, deixa lá. Vá buscar o teu conforto em outro lugar.
O aprendizado edifica instrui ensina mostra o caminho a seguir, no entanto é uma escolha de dois lados onde nem sempre a decisão é a escolha certa.
Rancor é uma fagulha perdida em desequilíbrio jogado ao acaso acolhido pela vergonha, deixa-la viver o distúrbio de arrogância assombro mergulhado embriagado no próprio caos.
Você sobrevive às armadilhas, aos conflitos, não por ser forte nem inteligente. Lá em cima o protetor vela por você. Pode acreditar, quem te ama de verdade não olha as tuas falhas.
Os mandemantos ensinam corrigi educa porém acordamos de lá pra cá seguindo o caminho de volta perdidos nos mesmos mandemantos.
Ser justo grato é o caminho certo de adiante vem o livramento limpando as erosões remanescentes, lavando varendo para longe deste modo não a volta nem sonhos passados.
Lá no fundo sem entender a causa da tristeza o silêncio responde sem palavras aos ouvidos, o cair é natural do ser humano é fato visível, no entanto é Deus quem levanta o caído.
O oceano rodeia a terra lá no canto bem longe a vela velejar num barco sem direção, não a barreiras nem capitão o vento dançou a vela velejar, longe ninguém no negreiros só o oceano um barco no mar.
O oposto assusta quem vem de lá na estrada escura, a cura adornou o medo aconteceu para saber quem pode sentar contigo em tua mesa.
No calor escaldante do deserto a caravana segue a passos lentos na certeza que lá não é lugar para morar, segue em direção no calor do meio dia com a certeza que é mundo vasto de travessia.
