S. inácio
Um dia a consciência de muitos irá aflorar como o acordar de um vulcão adormecido e aterrorizará a si mesmo pelos efeitos cometidos
Red Label ou ice, que nada
Pobre bebe é pinga com limão
A gente fica bebado mais rápido
E ainda sobra dinheiro pro pão.
Um dia disseram pra mim ..... você nunca vai ser um bom músico, porém eu respondi___ como nunca ?, se vivo no meio dos melhores .
Lembranças... Como viver sem elas? Ela é como sua própria vida, sem ela nada do que se viveu teria sentido ou importancia, pois jamais se lembraria se não houvesse lembrança.
Existem SIM..alguém's e alguns motivos importantes.
Que justificam a vida e todos os meus instantes.
E eu acompanho as horas,ouço e sigo os passos..e n tô preocupada em saber o fim da história.
Você me veio numa noite de alegria, pra fazer dessa alegria mais intensa do que nunca. Alegria que se tornou tão presente em mim, que sem ela já não sei viver. Espero, um dia, num futuro breve, lhe mostrar que essa alegria já estava em mim, porém adormecida pela minha humanidade. Sei que essa alegria é eterna, sei também que o certo é não temer a essa saudade, e sim resistí-la, pois diante do nosso Amor, todos os outros sentimentos... São pequenos. Nem mesmo unidos, superarão a imensidão desse nosso Amor de homem e mulher, de menino e menina, de verdade verdadeira...
♥Há pessoαs que são ESPECIAIS pαrα αs nossαs vidαs,
outrαs importαntes, rαríssimαs, indispensáveis.
Algumαs nos fαzem felizes, muitαs nos fαzem rir,
outrαs mαrcαm por umα vidα todα.
Mαs você consegue ser TUDO isso em umα só!
...
A todas as mães, especialmente à minha e a meus maiores tesouros: meus filhos!!!Ver mais
Os pensadores não vieram a terra para agir,mas para dar meios corretos para as pessoas agirem,pois sem esta luz dada por eles.Estariamos todos nós numa caverna escura e acorrentados de cotas para a luz,e submissos a todas nossas crênças,paradigmas,dogmas,tabus e supertições sem se quetionar de nada.O que é mais importante agir ou pensar?
"Ainda não conheci tudo que o mundo e a vida podem me oferecer, mas já conheço o bastante pra saber que nem tudo vale a pena e que muitos se perdem, procurando em outros lugares o que só se encontra em Deus"
Você sabe meu sorriso, não se ele é sincero. Você sabe minha voz, não o que já tive de dizer. Você sabe os acessórios que carrego em minha orelha, não as palavras que já tive de carregar. Você sabe minhas lágrimas, não o motivo pelo qual elas caem. Você sabe eu por fora, não o que está preso aqui dentro. Você pensa que sabe, mas não sabe nada. Portanto, não me julgue.
Meu pedido é você
"Acordo todos os dias sonhando que um dia possa tocar na sua pele,sentir seus lábios aos meus me anestesiando com os seus beijos, ouvindo o lindo canto dos passáros e em teus braços deitar-me em meio a uma tarde de verão a beira mar olhando o por do sol.Sinto teu perfume espalhado pelas minhas andanças, teu sorriso desenhados e tetalhados fixos em cada meio dentro do espaço.Queria você do meu lado, pedi jogado meio a rua,no futuro ter o seu amor, ter você pra mim sendo feliz ao meu lado, amando cada dia mais e mais e nos fortalecendo juntos"
Presença de Deus.
Você não acorda cedo,por isso,nunca consegue ver o sol nescer. É possível não sentir a presença de Deus,mesmo Ele estando sempre por perto,somente pelo simples fato de não ter intimidade com Ele (Ore),E verá sempre que Ele nunca se afasta de vc..."A Oração,em outras palavras,o falar com Deus,é a chave da sua vitória "!
FÉ
Cinzas que se perdem
na neblina
como um catrina
que devasta a plantação
a procissão
vem seguindo a luz divina
e se ilumina
pela fé da gratidão.
Jogue ao mar meu coração ferido. O sal há de temperá-lo e os peixes hão de comê-lo, e o sofrimento se dispersará em onda
Poluição visual
Banalização normal
Não tem olho nu
Reveste-se de ouro e fede.
Teias encobrem sua retina
Seu gosto bom pela vida
Vida? - Vazia.
Os sentimentos inefáveis, já não fazem milagre.
O feio é interno
Ninguém diz
Ninguém sabe
Ninguém nota.
Truque barato
Sem questão
Sem glória
Pura apelação.
Bala no bolso
Uma pinga na boca
Uma chica na cama
E tudo rima.
Quando olhar para trás, não adianta mais.
Valores vão embora.
O que fica, é o amor para contar história.
Até o mesmo vai sumir da memória
O pão que hoje você não dá valor
Cuidado! Ele pode fazer falta amanhã
Sendo o único suprimento
Para saciar seu tormento.
O mundo parece girar em um compasso
totalmente descompassado ao meu,
e não me dá tempo de tentar sincronizar nossas melodias...
E se você cair,
eu vou estar embaixo pra segurar, eu vou estar lá embaixo pra não deixar que você sofra, pra não deixar você se machucar. Sabe porque? Porque eu me importo com você o bastante, pra te querer bem.
A vida não é um conto de fadas, mas sim, um conto de fatos!(Odeia a realidade ? Assista um filme e se iluda !)
O último voo.
...num movimento alienado, Aiumy olhou novamente pela janela impacientemente como se esperasse alguém. Estava inquieta e por isso foi buscar um cigarro no criado mudo do seu quarto, respirou fundo e foi caminhando o que lhe pareceu uma maratona. Colheu seu último cigarro do sexto maço que comprara junto de outros cinco a quatro horas. Acabou a munição, pensou consigo mesma, está chegando ao fim.
Sentou-se então na cama para acendê-lo, suas mãos tremiam incontrolavelmente o que dificultou o processo. Quando começou a queimá-lo fechou os olhos como se tentasse acalmar-se, como se fosse conseguir. Contou calmamente até 10 e depois deu uma tragada, pensou estar mais calma, mas a essa altura do campeonato Aiumy não conseguiria relaxar.
A sua frente mirava sua penteadeira desorganizada: quinze tipos de pincéis de maquiagem espalhados por todo o móvel, um curvex, seu estojo de sombras com cinquenta cores diferentes, um estojo de blush com seis tons e ainda 23 batons em todas as tonalidades de vermelho ocupando todo o espaço. Havia também perfumes, Carolina Herrera, Caron's Poivre, Jean Patou's Joy, Imperial Majesty, Chanel n°5, além de infinitos elásticos de cabelos de infinitas cores, grampos com e sem brilho, inúmeras jóias e algumas bijuterias. Por último e não menos visível, uma garrafa de Dom Pérignon vazia e alguns resíduos de sua fuga mais rápida. Alguns papéis, notas fiscais, contas e cartelas de remédio se via por ali também. Acima e refletindo tudo aquilo havia o espelho, que além de suas porcarias refletia o seu rosto cansado o qual não transparecia a tensão que ela sentia no momento.
Em uma tentativa de não enxergar sua desorganização, que sua mãe sempre considerara sintoma de loucura, olhou para o lado. Tentativa frustrada. Agora olhava seu criado-mudo ainda mais desorganizado, livros embaixo de tudo, 4 ou 5 exemplares, Clarice, Drummond, Machado, Nietzche, discos espalhados, pois adorava uma velharia. Ao lado deles seus óculos e a caixa do seu aparelho móvel: ambos inúteis. Muitas bolinhas de papel amassado além de embalagens de barrinhas de cereais de baixa caloria. Havia também o dobro de caixas de remédios, bulas, cartelas, receitas, copos meio vazios e um cinzeiro, o qual não se podia mais enxergar a imagem do fundo, muito menos qualquer outra parte do objeto que carregava bitucas e cinzas de quatro dias.
E agora, uma última bituca.
Acabou-se o cigarro então foi à janela conferir a presença de ninguém. Abriu a porta da sacada e demorou-se admirando as pessoas-formigas lá embaixo, era o vigésimo primeiro andar do prédio. De repente ao longe, talvez vindo da sala - agora não fazia idéia de onde colocara suas coisas - ouviu seu celular tocando Edith Piaf - Non Je Ne Regrette Rien. Irônico. Deixou tocar.
Tocou de novo. Ignorou. Não desistiu. Aiumy foi atender. Não quero, não quero, não quero, pensou alto, mas esqueceu de repetir mais uma vez para ir às quatro direções. Quando chegou parou de tocar, ela respirou e então tocou novamente. Somente de olhar o número não gravado seus olhos se encheram d’água. Não estava armazenado, mas ela sabia exatamente quem era. Atendeu, gritou, respondeu, esperneou. Do outro lado era o contrário: a outra pessoa respondia fria e indiferentemente. Aiumy desligou e jogou o celular no sofá, mas não havia dito adeus.
Olhou pensativa para o sofá, caçou o celular entre os cobertores e restos de comida. Mandou uma mensagem, uma palavra. Desligou definitivamente o aparelho e voltou ao quarto.
Dirigiu-se a penteadeira, sentou-se na banqueta, aspirou a ultima fileira e pensou, quem diria finalmente poderei me livrar desse vício. Olhou-se, e agora em seu rosto manchado de lágrimas transparecia seu sofrimento, porém havia prometido: "vou ser fiel ao rosto que criei". Selecionou suas maquiagens e se pintou, tornou-se perfeita novamente como era (re)conhecida, demorou quarenta e cinco minutos nessa última atividade e esforçou-se para não borrar, nem haver defeitos.
E então correu para sacada, até lembrar-se. Voltou até o criado-mudo, selecionou aleatoriamente uma das bulas, qualquer pedaço de papel serviria e escreveu alguma coisa pequena e somente nas bordas.
Voltou a correr para a sacada. Abriu a porta, apoiou-se com as mãos na mureta e olhou para baixo, ainda na sua incessante busca por ninguém admirando as pessoas-formigas. Pôs força nos braços, ergueu-se e ficou em pé na mureta, equilibrando-se com a respiração que aprendera na ioga.
Aiumy fechou os olhos, sentiu duas lágrimas caindo e seu coração pulando, seus braços se abrindo automaticamente em posição de asas e seu corpo foi despencando lentamente e para quem a entendia, percebeu.
Aiumy não caia, alçava voo.
