Jean la bruyère
"Quem vem lá "
Eu sou o abandono
Eu sou a negligência
De um eu te amo sem certezas
O final caótico da destreza
Tristeza , profunda e insana tristeza
Embaixo da pele havia
Uma miserável incerteza
Tristeza , destreza
Sinopse perfeita
Em tons escuros ,
Amargos esmagados
Junto as cinzas
Da mais bruta madeira
Miserável incerteza
Vem lá adiante
Passando por mim
Reluzentes diamantes
Reluzindo firmemente
Hospedeiro da tristeza
Miserável, miserável destreza...
Decidi me aventurar por uma floresta, nela achei uma flor
eu comecei a contempla-la. Em determinado momento a flor me chamou, admirara-la não bastava, eu tinha que toca-la. Quando a peguei, ela
me espetou, naquela hora entendi que mesmo as coisas
mais belas e amáveis podiam causar dor.
Para amar alguém,
Não precisamos tocá-la
Para amar alguém, você não precisa abraçá-la Para senti-la perto de você
Para amar alguém, você não precisa beijá-la Para sentir o gosto do beijo
Para amar você, é tão fácil... só fechar os olhos te imaginar...
Deixar meus sentimentos falarem por mim.....
" Os fracos morrem mil vezes (estou gripado não vou trabalhar, lá tem muita gente chata etc.), os FORTES UMA SÓ. (Levanta a cabeça, empina a coluna e vai pra luta em busca de resultado"
Nunca tente fugir de si mesmo, porque para onde você for, lá você estará. Religião é ópio do povo, uma demência coletiva, aonde Indivíduos amiziados, fazem suas confraternizações, e estando todos com deficit cognitivos ou tríade oligofrenica, estão sendo guiados em suas esquizofrenias e fazendo a epifania de seus neurônios num mesmo lugar.
A vida é como uma caixa de surpresas. Muitas vezes ficamos com medo por não saber o que há lá, pensando que é algo ruim. Mas, para descobrir o que há, devemos colocar a coragem em jogo. Assim como na vida, devemos nos dedicar ao novo, e assim obtemos resultados. Tudo que vem com suor e dedicação pode se tornar eterno.
Já pisei cascalhos temperei a vida
Com o suor da lida mas eu cheguei lá...
Agora quero o cheiro de terra molhada
Sereno na estrada pro meu caminhar.
Mergulho cotidiano.
Diariamente mergulho
em sua Poesia, e quando
de lá saio, sinto me Vivo,
sinto me Vida.
"Talvez a mudança que você tanto precisa esteja no conhecimento de como vivê-la que você ainda não adquiriu."
O MORTO HABITUADO
Não são leves os laços
do absurdo exercício:
o homem lado a lado
com seu laçado ritmo.
muito menos cumprido
do que dependurado,
plataforma do umbigo
ao pescoço do hábito.
Mas ao engravatado
qual o conforto vindo
provar que o inimigo
não inventou o laço?
Por outro lado, fausto
do que secreto visgo
se o absurdo do ato
costuma ser tranquilo?
Discreto e convencido,
como não dar o laço,
rebento do risível
com o bem comportado?
Conhecer o ridículo
quando se chama exato,
isento de impossível
e impossibilitado?
Demasiado antigo,
já não é bem um trato:
vertical compromisso,
enforca-se o enforcado.
O PAVÃO
Por lá o Outono chega anunciado
pelos gritos agudos do pavão
dilacerando o ar; é só então
que se percebe o dardo
vindo da sombra, o arpão
da última luz nas folhas de um para o outro lado.
O outro lado das sombras que se estiram no chão
como mais um bordado
de Penélope fria que tece a escuridão.
Pobre animal! Começa o baile temporão
e ele anuncia aos gritos, seu leque depenado
pluma por pluma na penúltima estação…
Quando acabar de se fechar a mão
que a luz cadente estende ao povoado
das sombras que não vão
a parte alguma, o último emblema do Verão
irá ciscar sozinho, como que envergonhado,
nas agulhas caídas do pinheiral gelado.
É por isso, por causa da desaparição
de um Estio tão breve num bailado
tão rápido, é por isso que o pavão
trespassa o ar, grito por grito apaixonado,
e a reverberação
da luz nas folhas se parece tanto a um dardo.
Impossível é fugir de você mesmo. Até porque, onde que você esteja ou vá, você estará lá. A pior mentira é fingir ou mentir para si mesmo. Então, seja o melhor de você, mesmo, estando com o que tenta deixar de ser. Nunca se sabe qual tijolos removendo, iremos condenar o prédio inteiro.
Depure seu espírito e o que de pior há nele, então faça ele ser o melhor em equilibrio com o todo que é o seu único SER !
Chove lá fora e aqui?
Chove lá fora e aqui eu continuo no computador, escrevendo, ouvindo o som dos pingos caindo no chão.
Chove lá fora e eu trabalhando, concentrada, e entre um pensar e outro, ouço o barulho da chuva lá fora por um segundo, que tranquilidade!
Chove lá fora e eu estou quase dormindo, minha mente já habita o subconsciente e lá no fundo uns estalinhos de água, ah vou ter um bom sono...
Chove lá fora e as crianças inventam uma nova brincadeira aqui dentro, imaginação não falta, basta dar asas a ela.
Chove lá fora e não consigo sair de casa, mas que tal tomar um banho quente, ler um livro, ouvir uma música e relaxar? Isso faz bem!
Chove lá fora e ficamos juntinhos no sofá, o clima é bom para os casais, que tal um vinho, um aconchego e um carinho para aquecer?
Chove lá fora e já que não posso trabalhar ao ar livre, que tal pensar numa outra atividade? Sempre há o que fazer, mesmo nos dias chuvosos!
Chove lá fora e o silêncio habita aqui dentro, que bom aproveitar esse momento e descansar, desligar-se por um momento do mundo e meditar.
Chove lá fora e as plantas agradecem, a água é fundamental para a vida.
Chove lá fora e o ar fica mais puro, que maravilha poder respirar sem a fumaça, acabar com a seca e umedecer os pulmões.
Chove lá fora e aqui agradeço pela chuva que cai, pelo rio que corre, pela paz que transmite.
Logo a chuva vai embora e tudo volta ao normal.
Aproveite agora!
Aproveite a chuva para sair da rotina, para limpar a mente e lavar o coração.
O inferno é os outros
É sobre mim e você
Todos estaremos lá também
Em nosso verdadeiro inferno
- Hell is Others
Ética é essencial a todos, e muitos afirmam possuí-la, mas poucos a praticam com rigor. No fim, ninguém é irrepreensivelmente ético, pois nossas condutas, por vezes, refletem nossas imperfeições.
A verdadeira liderança é a habilidade de pegar uma visão abstrata e transformá-la em algo tangível, onde cada passo dado leva a equipe em direção a um futuro claro e alcançável.
. O saudosista
Tenho tanta saudade da minha infância lá nos anos oitenta onde tudo era difícil e o espaço era limitado,criado na cidade mas amante do interior, até o cheiro das vacarias tenho saudade,banho de rio,pescaria com varinha de bambu,saudades dos amores que tive,das fronteiras que passei,lugares por onde andei,pessoas boas que conheci,anjos que cruzaram meu caminho,saudade da rainha da Borborema, só de lembrar os olhos enchem de lágrimas,saudades das aventuras,das goiabas roubadas do quintal da vizinha,saudades da escola e dos colegas de sala,saudades dos professores,dona Ieda,dona Fátima,dona Carmem,saudades de velhos amigos de trabalho,das profissões que passei,saudades da inocência de um amor que tive,saudades do cheiro de bebê dos meus filhos quando novos,saudades dos sermões do meu pai,saudades da mão que tanto pesava quanto acariciava da minha mãe que Deus chamou,saudades de meus avós,dona Maria e seu José,Nancy e Absalão, dona Selma,de como meu bairro era,eita saudade.
