Andre guide
Éramos cinco amigos,
Éramos um casal,
Éramos uma família,
Hoje é solidão,
Era tudo mentira, pura ilusão
Sabe quando a razão briga com o coração, um diz não, o outro diz sim, você sabe que não deve, mas você quer.
Não precisamos de muitas e nem de grandes ações mas de poucas e pequenas que causem grandes impactos.
O sorriso é uma expressão tão forte que se você ficar segurando, ele explode e contamina todos com alegria.
Com o passar do tempo aprendemos aquela velha e desumana bravata mercadológica,de que; "ninguém é insubstituível". Pura Balela Empresarial !
Cada ser humano possui atributos e talentos que são eminentemente seus. E, jamais serão substituídos.
O NATAL É UMA IDEOLOGIA.
Independente da data extremamente correta do Natal, este simboliza para a grande maioria: vida, nascimento, um novo momento com alegria, união e esperança. Distante da idéia de um eterno MENINO Jesus com seu nascimento à meia noite, com Cristo nasce também uma nova ideologia. SIM!
Novas idéias, novos pensamentos e visões de mundo que orientam milhares e milhares de pessoas a tomarem decisões em suas vidas e agirem conforme esses ideais, e essas decisões. São 33% da população mundial que confessa serem cristãos, ou seja, 2,3 bilhões aproximadamente. Um bom número. Contudo, notamos que ideologia de um natal onde as multidões invadem as ruas comerciais e shoppings, à procura desenfreada de presentes, roupas, perfumes, comidas e bebidas, essa por sua vez, é uma ideologia comercial e se distancia em parte de um natal cristão. A ideologia Cristã do Natal foi ensinada por Cristo durante sua vida que está registrada nos evangelhos, onde seus discípulos divulgaram a outros vários discípulos pelo mundo a fora.
Com o nascimento de Jesus Cristo aprendemos a ideologia do amor, onde devemos amar o próximo como a nós mesmos ou amar os outros como Ele amou a humanidade sem segundas intenções.
Aprendemos a ideologia do perdão, perdoamos para sermos perdoados em nossas ofensas e vacilos. Somos diariamente perdoados mas temos dificuldade de perdoar os outros as vezes.
Aprendemos a ideologia da humildade, com um Jesus Cristo que comeu com pobres, andou com pescadores e sentava no chão ou parava nos montes para falar com a multidão de pessoas aflitas, suadas, cansadas e famintas.
Aprendemos a ideologia Matemática da divisão, onde pães e peixes eram distribuídos ao povão que se fartava. Mas nós temos dificuldade de ajudar ao próximo que muitas vezes nos pede alguma auxilio.
Aprendemos a ideologia da reciprocidade, onde aquilo que eu não desejo pra mim eu não devo desejar a outra pessoa. Uma ideologia também de Paz, sem violência, onde os pacificadores seriam chamados de filhos de Deus. Mas nós muitas vezes somos agressivos e desejamos o pior para muitos porque tão somente pensam diferente de nós, talvez porque somos os donos da verdade.
Aprendemos uma ideologia do não preconceito, onde um Cristo tocava em doentes terminais e falava com Samaritanos não aceitos e prostitutas excluídas. Nós ao contrário disso, falamos mal daqueles que não compactuam da nossa religião ou porque tem uma cor, um gênero ou um partido político diferente.
Aprendemos uma ideologia de que bandido bom é bandido que se arrepende recebe o perdão e vai para o paraíso. A gente esquece disso e entramos na vibe de que bandido deve ser fuzilado, exterminado porque escolheu ser bandido.
Aprendemos a ideologia da honestidade onde um templo sagrado deve ser SAGRADO e não local de lavagem de dinheiro, onde mercadores mercenários praticam extorsão encima da fé das pessoas, Jesus quebrou a banca um dia. Nós preferimos não debater essas coisas porque a salvação é individual e é melhor falar enxergar os erros de outros lados do que do lado que estou.
Com o Natal aprendemos que não devemos desistir das pessoas, nem da família, nem dos sonhos e nem da vida. Natal é Vida, Natal é uma esperança, Natal é uma ideologia que me ensina a ajudar as pessoas a mudarem de vida. Se não for isso não é Natal.
ISSO SÃO PARTES DA IDEOLOGIA DO CRISTO QUE NOS FAZ REPENSAR O NATAL.
O tédio não é falta de estímulo. Quanto mais distrações e estímulos externos buscamos, mais entediados ficamos. Quisera poder escrever que o sentido é a falta no sentido.
O tédio é uma é uma rocha metamórfica sílico-argilosa formada pela transformação da argila sob pressão e temperatura, petrificada em uma superfície pegajosa como as patas de uma lagartixa. Estar entediado é escapismo. É a metonímia da fuga pela fuga.
É um estado mental que escolhemos para evitar a autorreflexão e desconsideração do desejo distante.
Sentimo-nos entediados porque, dentro de nós mesmos, sabemos que podemos dar mais. O que é uma fantasia recorrente, acredito eu, em todo indivíduo propenso à fantasias. O tédio é a dor do potencial não utilizado; é uma falta de entrosamento das maravilhas que podemos oferecer à humanidade e vice-versa. Geralmente a segunda sentença é mais frequente se você é pobre. No sentido financeiro da coisa.
A presente invenção, o tédio, é um mecanismo para você repensar o seu relacionamento profundo com o mundo.
O tédio é dinâmico. Algumas pessoas podem comparar a dor de entrar em uma fila como a mesma dor de testículos presos em um moedor de carne em uma metáfora agênera.
O tédio não é externo; é como você assimila a realidade. O tédio é orgânico. É uma crise de propósito. E geralmente evitamos situações em que haja alguma espécie de crise. Ou qualquer situação que não venha a objetivar a maximização do seu rendimento reprodutivo total.
É um london system. É uma slav defense.
Meu primeiro tipo de ratazana tem uma mentalidade impulsiva e procura continuamente novas experiências onde o mundo não é o suficiente. Skydiving emocional. A ratoeira é cronicamente pouco estimulante. Alimentar o monstro da cognição é mandatório.
O segundo tipo tem o problema oposto: o mundo é um lugar empanturrado de medo em uma zona de infarto. E chamam isso de doença social quando na verdade só é outro nome para fome. Outro nome para um jogo de soma zero. Ratazanas superestimuladas e superalimentadas de infinitas opções de entretenimento e moralmente desencorajadas em uma sopa de déficit de atenção.
Sabemos que o tempo é inóspito, insípido, estéril. Até mesmo a água cristaliza tem um tom azulado quando vista em sobreposição em um buraco no gelo do ártico. O tempo: não. Atomicamente incolor. O fato é que se você não é uma ratazana de alto desempenho não fantasie sobre onde gastar seu precioso tempo. Pensar sobre isto é mais prejudicial do que a coisa em si.
Folha de Sequoia
Uma folha de sequoia no canto da estrada
Pequena e indefesa
Se perdeu de sua morada
O vento a assoprou e a derrubou no chão
Distante e desolada
Não perdeu sua verdidão
A brisa sempre acerta, jamais se equivoca
"Cumpri o meu trabalho
Cumpri a minha rota"
A folha não entende, diz que não era hora
O sopro a elucida: "Não entenderás agora"
A folha infeliz é levada pela aragem
Longe da raíz, segue triste sua viagem
No momento sem rumo, sem saber se há final
Um trajeto soturno, nenhum tipo de sinal
Dias se passam sem ao menos um olhar
De preocupação ou interesse com seu não-tão-bem-estar
Desgastada e sofrida, esperando seu melhor
Ansia por respostas de alguém do seu redor
Quando em sua direção, um breve vulto se aproxima
Agarra suas pontas e te leva para cima
Presa em seu bico, já sabe seu destino
"Passarei minha existência dentro de um belo ninho
Terei companhia e não morarei só
Sem monotonia, sem ninguém pra sentir dó
Finalmente percebi o sentido dessa andança
Te tiram da sua zona, você perde a esperança
Se sente impotente, se sente horrível
Se sente doente, se sente invisível
Se sente indiferente, se sente risível
Mas o futuro guarda um presente pra você
Que só quando maduro, será capaz de entender
Que ao te tirarem algo, na hora irá sofrer
Mas que tenha certeza: coisa melhor vai receber"
Todo modo de viver é fruto de interpretação.
O modo como interpretamos a vida irá determinar nossas atitudes.
