Camilo jose cela
José-Jesus
José filho de Jacó é um símbolo do salvador Jesus Cristo. José foi vendido por seus irmãos. Jesus Cristo foi morto por o seu povo. José perdoou aos seus irmãos. Jesus de acordo com a profecia em Zacarias vai perdoar ao povo de Israel, na sua segunda vinda. José foi da cisterna ao trono. Jesus foi do sepulcro à direita do Pai. José foi o salvador do mundo (Egito salvou da fome). Jesus Cristo é o verdadeiro e único salvador do mundo.
Lembranças do Facebook:
E agora José? A copa acabou, a Alemanha ganhou, Júlio não se redimiu, a massa vascaína sorriu, o Brasil faliu, a Dilma estocou ar e a FIFA enriqueceu, o Fred desapareceu, o Neymar machucou, a Argentina Chorou, o Felipão já vazou, o dollar subiu o real caiu, a conta cresceu e o supremo soltou o Dirceu...Valeu?
RECUSAR OU RESISTIR?
"Uma coisa é você recusar porque não quer, o que foi o caso de José; outra coisa é você resistir porque não pode, o que foi o caso de Sansão. Assim quando digo não posso, um dia sempre acaba podendo".
Foi dentro da prisão, preso injustamente, envergonhado e humilhado por muitos, que José do Egito começou a ser honrado. Tem certas adversidades que a gente não entende o porque, mas acredite, é na terra que nos oprime que Deus nos honra, é na nossa paciência e confiança que ele decreta a nossa vitória, sim, Ele não nos deixa só. Aguenta mais um pouco, ele só esta te preparando!!!
"Manaceis José, como supervisor da vigilância ambiental, sua liderança é fundamental no planejamento e execução de ações voltadas à preservação e monitoramento do meio ambiente. Sua dedicação e expertise garantem que nossa equipe atue de forma eficiente e comprometida, assegurando a qualidade de vida e a sustentabilidade em nossa região. Parabéns pelo excelente trabalho que realiza!"
José Eduardo dos Santos, após quase quatro décadas no poder, viu-se numa encruzilhada inesperada. O homem que governou Angola com mão firme e consolidou seu legado sentiu a dor do abandono no fim da sua carreira política, o peso da traição. Não de um inimigo externo, mas de quem ele considerava aliado e sucessor.
Aceitarás o amor como eu o encaro?
Adaptação do poema de Mario de Andrade, por José Adriano de Medeiros
...Alvo e bem leve, lindo, suavemente como sua pele
Tudo o que há de melhor e de mais raro
"Vivo" em teu corpo nu de ardente
Meu olhar preso ao teu perdidamente.
Não me exijas mais nada, além do desejo
A realidade é simples, e isto apenas.
Também mais nada te exijo, só teu beijo
Clic
(José Adriano de Medeiros)
Clic
Sob o véu da tarde, um espetáculo
Clic, clic
Olhos atentos, câmeras a capturar
Clic, clic, clic
Um pássaro solitário, a sobrevoar
Clic, clic, clic, clic
A lua, um disco de prata
Clic, clic, clic, clic, clic
E o Sol a desaluminar.
Clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic
Todo dia a Casa Tremia
(José Adriano de Medeiros)
Todo dia a Casa Tremia,
Silêncio
Bummmm
Enquanto algumas pessoas só conhecem o sabor do lanche,
aqui nós não aguentamos mais o fel das explosões.
Bummmm
Bummmm
...
Choro
...
Soluço
Ainda bem que o nosso avião chegou
O poema "Todo dia a Casa Tremia" é uma obra que evoca fortes emoções e nos convida a refletir sobre temas como violência, sofrimento, esperança e a busca por um lugar seguro. Subjetivo a sua interpretação pode variar de acordo com a experiência e sensibilidade de cada leitor
No chão
(José Adriano de Medeiros)
No chão um jovem, um sufoco.
Fardas sem rostos.
Quatro em pé garantindo a segurança dos três, que sobre o pescoço, costas e pernas deixam bem claro,
que o mais seguro é permanecer
de braços cruzados ao fundo
O poema "No chão um jovem, um sufoco" é uma denúncia contundente da violência e da opressão. Através de uma imagem forte e concisa, é um convite a refletir sobre a nossa própria responsabilidade diante da injustiça e questionar nossas atitudes e a buscar formas de construir um mundo mais justo e igualitário.
Solo Seguro
(José Adriano de Medeiros)
Evitei dormir o voo todo
Queria ver coisas inteiras mesmo que de muito longe,
que de muito alto.
Lasso de tantas coisas destruídas,
um abraço há muitas mãos em solo seguro,
era tudo o que eu mais queria.
Ventos e chuvas
(José Adriano de Medeiros)
Quando os ventos trarão felicidade? Os que estão soprando só trazem a gélida tristeza, fim de pequenos amores caninos, que chocam ou a queda de muros que deviam sustentar e proteger, mãe, filhos e os espiritos santos. Que chuvas irrigarão e trarão prosperidadde? As que caem, alagam vidas com atrasos, perdas, enchem os lares de desesperanças e com toda sujeira advinda da velha politica. Ai se os ventos, soprassem responsabilidade, vergonha e altruismo, não precisava nem ser os mais fortes, uma brisinha branda e simples já bastaria.
"Coração cheio de fé"
José Adriano de Medeiros
"Sabe como é, se a chuva molhar meu pé, vou chegar em casa resfriado, dedos gelados, mas meu coração vai estar cheio de fé..." Disse isso do nada e saiu andando feliz da vida enquanto a chuva caia, alagava ruas e calçadas e dificultava todo transporte público de São Paulo. Este texto é um relato de uma conversa que escutei enquanto no meio da multidão, vi um flash de alguém que registrava em sua máquina, tanta gente querendo ir para o seu lar.
Com um sorriso bobo no rosto, a figura se perdeu entre a multidão que se apressava para se abrigar da chuva que caía cada vez mais forte. Suas palavras ecoaram em meus ouvidos, como um mantra contra a inclemência do tempo. Aquele homem, desconhecido, carregava consigo uma fé inabalável, capaz de transformar a mais simples das situações em um ato de esperança.
Enquanto observava a cena, meus dedos gelavam, mas um calor diferente tomava conta do meu peito. Aquele encontro casual, ali naquela estação de Metrô, me fez refletir sobre a força do espírito humano. Em meio ao caos da cidade, a fé daquele homem era um farol, iluminando a escuridão e aquecendo os corações.
Voltei meus olhos para a cima e podia ouvir mesmo sem ver a chuva que caía sobre a cidade. As gotas, antes irritantes, agora pareciam dançar em uma coreografia sincronizada no palco da minha imaginação. A água escorria pelas ruas, criando pequenas cachoeiras improvisadas. A natureza, em sua força bruta, mostrava sua beleza e sua capacidade de renovação.
Lembrei-me de outras vezes em que a chuva me havia pego desprevenido. Aquele sentimento de impotência diante da força da natureza, a frustração por ter que me molhar. Mas naquele dia, ao sair da estação algo havia mudado. As palavras daquele homem me haviam mostrado uma nova perspectiva. A chuva não era mais um incômodo, mas um convite à reflexão, uma oportunidade para conectar-me com algo maior do que eu.
Tirei da mochila um lanche frio, em com ele em minhas mãos, continuei a caminhar pela rua alagada. A cada passo, sentia a água invadir meus sapatos, mas meus pensamentos estavam longe daquela pequena inundação. Eu pensava naquela frase: "mas meu coração vai estar cheio de fé". E, de repente, entendi que a fé não era apenas uma crença religiosa, mas uma força interior capaz de nos guiar em qualquer circunstância.
Ao chegar em casa, molhado e frio, sentei-me na janela e observei a chuva que continuava a cair. E, enquanto as gotas deslizavam pelo vidro, senti meu coração aquecido por uma sensação de paz e gratidão. Aquele encontro casual na esquina de Osasco havia sido um presente inesperado, uma lição de vida que eu levaria comigo para sempre.
A fé daquele homem, transmitida em poucas palavras, havia me mostrado que, mesmo nos momentos mais difíceis, é possível encontrar esperança e alegria. E que, por mais que a chuva caia e o mundo pareça desabar, dentro de cada um de nós existe um sol capaz de iluminar os dias mais sombrios.
Lembrem-se: De José do Egito.
Sabe qual é o seu maior erreo ?
É revelar os seus sonhos.
Não revele seus sonhos,
deixem se concretizar.
Vivemos ilhados de pensamentos negativos e olhares malignos.
Lembrem-se: De José do Egito,
Confiou em sua família, e
acabou no fundo do poço.
Sonhar não é pecado.
Não conte seus sonhos para ninguém
Lembrem-se de José, do Egito
Cercados a mesa pelos e irmãos
Revelou seus e terminou na prisão.
Sonhar não é pecado, o pecado estar
em você revelar os seus sonhos.
Vivemos sercados de olhares malignos
De pessoas que te chamam de irmão
Te beijam e te abraçam, mas pelas costas te amaldiçoam.
A dor de José foi tão grande quando foi traído por seus irmãos, que nem teve forças para reagir, mas encontrou forças no Senhor para perdoa-los. Isso, tendo o poder para matá-los. Como? Entendendo que definitivamente, tudo o que acontece conosco, resume-se em “colheita ou provação”.
Tenho certeza que durante às dificuldades, se media, analisava, procurando prováveis motivos para essa possível colheita, ao invés de ficar murmurando e tramando vingança. Já à provação é para aprovação e projeção.
José contou apenas com o amor de seu Pai, que lhe deu uma túnica que, na verdade, se tornou um fardo. Seus próprios irmãos transformaram esse presente em um alvo de suas flechas.
Certamente, José, Davi e a mulher do fluxo de sangue tiveram dias em que o peso da cama parecia maior que a própria vida. Mas e se fossem os dias; do sonho do copeiro, da ameaça de Golias, ou a caminho da casa de Jairo?
Lembre-se: “O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9). LEVANTE-SE.
José do Egito viveu CORAM DEO. Diante dos vários testes que passou, ele sabia que Deus o via e agradá-lo e honrá-lo era seu principal objetivo.
Maria não escolheu ser Maria
Maria escolheu ser esposa de Jose
Mas Deus escolheu Maria
Por ser portadora de todas as virtudes
