Ferreira de castro
Inteligência se usa para impressionar ás vezes..
para usar em favor próprio, fundamental para alcançar certos objetivos, digamos que SEMPRE..
Contudo, usar tal dom de Deus, para subestimar, humilhar e menosprezar o proximo é no mínimo, uma atitude egoísta e desumana.
Acredito que a lei da semedeadura não é necessariamente aplicada a todos no sentido do relacionamento humano.
A semente do ódio nunca brotará no coração daquele que possui o Amor genuíno conquistado pela graça infindável do Criador.
— E ele, por onde anda?
Pelas ruas de um Porto […] Amando mulheres, garotas, meninas. Amando todas, menos à mim.
Esperança e teimosia
Não costumo perder esperança em algo mas acho que desta vez sou obrigado a "Jogar a toalha"
Talvez seja mais pela minha teimosia que a esperança que costumo ter.
Acho que estou confundindo os dois.
Hoje estou tão alegre que posso até chorar com alguém
Amanha posso estar tão triste que possa até sorrir com alguém
Nos dias de amargura posso tentar ser alegre e fazer alguém feliz
Nos dias de alegria posso ser aquele amigo que consola e que chora com quem chora por estar feliz e poder compartilhar e transmitir minha alegria.
Quem esta feliz tem que compartilhar sua felicidade com os que choram para que assim a cura exale de seu ser a quem vc deseja que seja curado de sua amargura.
Transformo fresta em janela, um passo em caminho e palavras em conforto. Muitas vezes não nos resta outra coisa senão construir a nossa própria esperança e confiar! Esse minuto de silêncio pode ser suficiente para Deus abrir uma porta e quem sabe mudar, definitivamente, a direção da nossa história...
Degrau a degrau; passo a passo... Esse sem dúvida deve ser o caminho dos vencedores. Os obstáculos ganham apoio em nossos pés e certamente tornam-se alicerce seguro na construção de nós mesmos. Passado, presente e futuro provam a solidez da nossa persistência. Quando construímos sobre a rocha cada desafio percorrido torna-se parte do todo. Não existe desperdício de tempo e não existe evolução sem sacrifícios. A verdade é que numa batalha existem aqueles que até gostariam, mas só observam e aqueles que têm calos nas mãos, experiências e perdas pra contar. Nós escolhemos o tipo de guerreiro que queremos ser. Nós quem preparamos a nossa bagagem. A vida muitas vezes exige compromisso e abdicação. Mas para avistar uma vitória muitas vezes é necessário abdicar do direito de desistir e abdicar da vontade de voltar atrás. Um vencedor jamais estaciona... Ele apenas aguarda a hora exata do próximo passo. Medo e a dúvida são sentimentos que assolam apenas aqueles que lutam por um propósito, mas quando se tem uma alma cheia de determinação, o resultado será sempre certo e inevitável.
Reconheço só o amor é capaz de conceder paz às nossas almas. Então por que limitá-lo? Por que condicionar essa pequena brisa de felicidade em mãos distantes? Confesso eu não estou apaixonada, eu sou! Verbo de permanência. Não poderia reduzi-lo a um simples estado de espírito que terminaria com uma mudança de estação... Responsabilidade grande demais quando, na verdade, grandes são as nossas paixões: família, carreira, amigos... É acho que deveríamos ter um romance com a nossa própria vida. E quer parceria melhor? As flores não precisariam ser colhidas e entregues. Elas seriam apreciadas, sempre e sempre! Não haveria despedidas apenas reencontros. E os nossos olhos ganhariam um brilho único, daqueles que têm quem tem a capacidade de buscar os seus sonhos. Realizar os seus desejos. Dançar na chuva, notar as estrelas e sorrir aquele sorriso arteiro, baixinho em companhia de quem sabe ter a própria companhia. É... Precisamos aprender a sanar o nosso medo da solidão para que possamos escolher melhor quem caminha ao nosso lado. Aí talvez nem seria escolha, seria certeza! E não amaríamos por desespero, ansiedade ou dependência. Amaríamos porque há passeio na praça, mãos dadas, lua cheia, colo e cafuné. Amaríamos porque há saudade. E o coração fica triste quando fica longe. E os pensamentos voam... Amaríamos porque há cumplicidade nas palavras, segredos divididos, tarde de domingo, noite de Natal, carinho sem pressa, comunhão. Amaríamos porque há diferenças, divergências, silencio e ainda sim há amor.
