Brilho nos Olhos
Não permita que o brilho da vitória
cegue os seus olhos.
O verdadeiro crescimento resiste à vaidade do triunfo.
Evite o excesso de confiança
ao atingir suas metas.
Evolua e mantenha os pésno chão mesmo olhando para as estrelas.
Teus olhos guardam um brilho manso
A mesma calma que o luar derrama
Onde a verdade doce me reclama
E nesse orvalho encontro um Remanso.
Meu olhar tem o brilho dos meus sentimentos, costumo desviar meus olhos onde falta o sentir. Não costumo olhar para trás e muito menos ver futuro onde não há amor. Minha pupila dilata quando o coração quer falar, finjo cegueira para as palavras que o ego quer gritar, eu vejo o que sinto e algumas vezes prefiro silenciar. Sinto muito!
Blindar a alma é o segredo para manter o brilho nos olhos. Proteja sua paz, cultive sua coragem e deixe que Deus cuide do resto.
Seu maior patrimônio não é o que você tem, mas o que mora dentro de você. Coragem, fé e determinação ninguém tira de quem sabe quem é.
SerLucia Reflexoes
CONFISSÃO
Novamente,
o brilho cintilante
das estrelas dos teus olhos
faz meu coração se encantar.
Por isso,
nunca me canso;
a cada novo dia,
procuro teu olhar.
Pois há em ti
uma luz tão serena
que me faz, sem perceber,
apaixonar-me outra vez.
Sandro Sansão da Silva Costa
' ESTRELA PRATEADA '
Quando o brilho dos olhos teus
Encontrou o brilho dos olhos meus,
Como uma estrela na noite a brilhar,
como faísca que arde meu coração ,
Farol que iluminou-me na escuridão ,
É Fogo ardente protetor do querer ,
É paixão que me domina sem ver.
Quando nossos olhos se encontraram ,
Foi um poema inspirando paz,
Como a estrela, no céu que brilha ,
E nada, nada ,nada se desfaz .
Você é uma estrela prateada ,
É amor que a vida embriaga ,
Que me mata de saudade
E meu coração invade ,
Com vontade de te ver ,
Por isso Eu busco...
Busco teus olhos brilhantes,
Que Brilham mais que diamantes
Para luzir nos meus !
Eu espero....
Quando a lua se for
Até quando o sol nascer,
Quando nossos olhos
Novamente se encontrarem
Numa paixão ardente
Num amor suavemente
No brilho de teus olhos
No calor de teus lábios quentes
Te amarei eternamente .
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservado Sob a Lei 9.610/98
Geralmente, o mundo me admira… Mas de que vale o brilho dos olhos alheios, se os teus me lançam à escuridão? És tu, a única que importa, quem me despedaça em silêncio... e eu, feito mendigo do teu afeto, aceito morrer um pouco toda vez que me olhas como se eu fosse nada.
Carla, o mundo nem sempre é gentil com o que é raro. O que temos desperta o brilho nos olhos de quem ama, mas também a sombra nos olhos de quem é pequeno de espírito. Este capítulo é o meu aviso silencioso ao mundo: quem tentar cercar o nosso castelo encontrará o meu lado mais sombrio de vigília. O meu anjo pode perdoar as falhas do mundo, mas o meu demónio não esquece e não hesita. Para te proteger, eu transformo o meu amor numa muralha de fogo. Aqueles que nos cercam com intenções malignas não sabem que, ao tentarem apagar a nossa luz, apenas nos dão mais combustível para arder
DeBrunoParaCarla
Nos olhos um brilho de quem quer viver e ser feliz.
No coração uma música tocando no compasso do tempo.
No semblante uma luz que mostra alegria, paz e serenidade.
No falar uma voz calma que traduz as silabas e os verbos com maestria.
Em seus pensamentos a esperança que dias melhores surgirão no horizonte...
Na fé a certeza que o universo conspirar a seu favor.
Todos os sentidos conectados com a luz da criação lhe mostram que nada é por acaso e que o encontro com a felicidade já está marcado.
Bom dia! Que hoje você acorde com coragem no peito, brilho nos olhos e fé no coração. Cada novo amanhecer é uma chance de recomeçar, aprender e vencer. Confie no seu potencial, dê o seu melhor e transforme pequenos passos em grandes conquistas!
Meus olhos conquistadores estão sem cores e acinzentados, perdendo o brilho quando a alma se cansa de lutar por beleza.
Estive entre ossos secos e almas já sem brilho, um cemitério de olhos que não mais ardia. Corvos pousavam nas minhas falhas, cravando olhares como pregos, aguardando o instante em que eu iria finalmente ceder. O vento cheirava a metal e pó, passos distantes soavam como facas nas paredes do peito. Como um carvalho retorcido pela tormenta, segurei o que restava de mim. Juntei raízes como dedos enegrecidos, afundei-os na terra estilhaçada e bebi, com avareza, o pingo de água que sobrava. A umidade tinha gosto de lembrança e sangue seco. Numa fenda da planície estéril, meu cárcere aberto ao sol, apareceu uma lâmina tão pequena que quase se escondia, uma promessa miúda, de luz, como se a aurora tivesse voltado com as unhas quebradas.
Cada fibra do meu corpo lutava contra o esquecimento, contra a areia que roçava os tendões e tentava sepultar a centelha final. A areia não era neutra: sibilava, entrava pelas gengivas, raspava a língua. Sobreviver não bastava. Havia que coagular a dor, transformá-la: o peso da solidão, o sussurro venenoso da desistência, tudo virou húmus amargo para uma vontade que recusava morrer.
O solo rachado não ofereceu descanso, ofereceu lições. Rachaduras cuspiam pó que cheirava a ossos e foi nelas que aprendi a perfurar, a furar a crosta do desespero com unhas encravadas. Busquei, com um fervor áspero, uma nascente que se escondia debaixo do olhar dos mortos, uma força profunda, mútua com a escuridão, que não se entrega ao alcance.
As sombras permaneceram comigo, não como inimigas, mas como mapas invertidos: eram faróis que apontavam para onde eu jamais devia olhar de novo. E então, o tronco que antes dobrava sob o sopro do mundo começou a endireitar, não por graça, mas por insistência, por teimosia sórdida. Mesmo naquele deserto que parecia ter consumido até a fé, a vida voltou, torta e obstinada, rasgando a casca do nada para cuspir, por um instante, seu próprio clarão, sujo, ferido, impossível de apagar.
O brilho nos olhos de quem sofreu muito não é luz, é o reflexo da lâmina que a vida usou para nos lapidar até que não sobrasse nada além do essencial. Somos diamantes feitos de pressão e escuridão, brilhando apenas para quem tem a coragem de olhar para o abismo.
O brilho nos olhos de quem já perdeu tudo e começou do zero tem uma intensidade diferente, um fogo que não depende de combustível externo, mas de uma brasa interna que aprendeu a queimar mesmo debaixo da chuva mais torrencial que a vida pôde enviar.
O brilho nos olhos de quem recomeçou do zero carrega uma intensidade singular, uma força silenciosa, independente das circunstâncias, sustentada por uma determinação interna que transforma desafios em evolução e consistência em resultados.
“A minha maior obra não está nos cofres, mas no brilho nos olhos de cada pessoa que percebeu através das minhas palavras que o futuro não se espera — ele se conquista agora.”
PRINCESINHA.
Você trouxe no seu sorriso, a alegria do meu amanhecer.
O brilho dos seus olhos, me dá a esperança de viver.
Sentir seu corpo junto ao meu é como se fossemos uma única só pessoa.
Você faz meu coração ficar acelerado ao te ver.
Meu sorriso já não é mais o mesmo, hoje me sinto bem ao seu lado.
Meus pensamentos estão todos voltados em você, minha princesinha, minha menina.
Te sinto junto, mesmo na ausência.
Quero você ao meu lado para sempre.
Minha menina, minha princesinha e minha mulher.
Princesinha, você faz parte da minha vida.
