Breve
De amargo você na minha boca fez-me pouco em um breve intervalo em um segredo mais sincero... Quando a insegurança me causa medo...
Teus olhos me dão o reflexo de que não quero ver... Quanto mais cego é mais certo fica pata direcionar ao caminho da felicidade;
Nascemos sem saber por que... Morremos sem compreender pelo quê... E no breve ou longo intervalo precisamos fazer com que valha a pena...
Quero de você um breve sorriso que prolongue mais e mais os teus sentimentos por mim, quero a tua felicidade que contagia o meu caminho;
A tua positividade de enfrentar essa loucura que chamamos de vida para que eu entenda o melhor de nossos momentos;
Deixa eu te encontrar para olhar para o intimo de seus olhos e me encantar pelo que tens a me oferecer;
Não se perca por entre o domínio naquilo que não possua ou que não valha um breve regozijo para tornar a se repetir;
Pois beirando a calçada não é alimento para a segurança, sem comprar desejos verdadeiros para verificar a honra e a dignidade;
E em certos artifícios as virtudes interpretam o êxito como o oposto do que realmente seja;
A direção dos meus olhos em um tanto que me inspiro, te ameaça com breve ciúme indiscreto que corroeu o seu coração;
Se já não encontro mais palavras para te deixar a vontade é por que chegou a hora de me situar e entender o caminho percorrido por mim;
Espero alguém que possa me guardar no coração e revele verdades em um breve verso entrelinha que me faça entender em um simples jogo de olhares;
Quero encurtar a viagem para encontrar alguém que me faça ter um coração confesso;
Meu mesmo silêncio não é tão fácil, controlar os meus gritos em um breve sussurrar que não espremem o próprio arrependimento;
A única marca que me restou, fora o embarque da saudade que covardemente me perseguiu, encurralando o meu coração que ferido está;
Em meu castelo de ilusões desmoronou uma breve expressão de não ser capaz de agradar ninguém nem ter a chance de se afogar em minhas próprias lágrimas;
Nos passos que vão completando o meu caminho, ultrapassando o querer que o coração nunca desejou, cabe o próprio arrependimento que se faz tão importante na vida;
O homem que é homem não dá nome a quem quer homem, pois o homem não se faz de vírgula e sim um breve ponto final;
Mas as suas reticências ao ver de quem inveja é erradamente confusa para o homem que desejam;
Embriaguemo-nos de um breve amor sem compromisso no qual acalente nossas tristezas por alguns instantes do nosso caminho;
Tendo o desvio da decadência e com o esforço para se entrelaçar entre o prazer um do outro... Voluvelmente os detalhes fazem toda diferença;
E vejo os teus sorrisos vagos me rendendo as tuas rápidas carícias que me cegas de onde quero estar;
Seu início é outrora do que vivíamos para erguer o que ficou para traz... Não andamos sós, mas sim com um e outro nos pensamentos...
Mas porque em nossa hora é tão breve e cansada na qual nos traz insegurança para com o amor?
Qual segredo que temos e que ignore ao nosso credor... Não clama a dor, mas sim buscamos o amor...
A calmaria reina por um caminho sentimental que tem a capacidade despertar um breve cortejo ideológico para com o nosso coração;
Vejo os momentos suaves que no qual nos dá a chance de presenciarmos a bondade de Deus para conosco;
Da natureza tão perfeita e quão bela és... Na verdade eu desejo muito me encontrar em minha própria confusão para compreender a vida;
O teu amor é sopro leve
Que venhas logo
Te espero em breve
Traga o teu beijo nordestino
Delicioso colo de homem
Lindo coração de menino
No vem e vai da sanfona
Sensualidade completamente à tona
Que remexe com esta pomba
No bate coxa educado
Desfrutando do requebrado
Escolhi o meu namorado
O nordestino quando dança
Tem o balanço do mar
Eu tenho um nordestino para amar
Talvez eu seja a chave
Do seu maior segredo;
Talvez eu seja breve,
Na palma da sua mão.
Talvez me carregue
No jardim do coração.
Apenas um hibisco
De intenso vermelho,
A ser regado pela paixão.
Talvez eu seja sempre:
Repleta e não me cale.
Talvez eu seja a veia:
Da saudade de tudo,
Que sobra e sobrevive.
Talvez eu seja tua,
O tempo há de me dizer,
Ele irá me responder:
- Que valeu a espera
Desse amor sem limite.
O peito se agita,
Estou assim
Por causa da
tua breve ausência,
Ele se agita
Por uma vontade
amorosamente vadia,
É uma vontade
imperiosa de reunir
As tuas saudades
com as minhas,
Escrever para nós
dois é uma ode
à bem querência
longe de ser vazia.
O peito não
sabe como mensurar
Essa doce
alegria de penar,
Ele se agita
por uma vontade amorosa
De mergulhar
no teu corpo,
É uma vontade imperiosa
De reunir o teu
sabor com o meu,
Escrever para nós dois
é uma ode à liberdade
- longe de não nos libertar.
O peito não sabe
como mensurar
O tamanho da graciosidade
versada sobre nós,
Ele se agita
por uma vontade amorosa
E vagarosa por cada
pedacinho teu,
Essa vontade imperiosa
De reunir o teu
amor com o meu,
Escrever para nós dois
é uma ode à descomplicação
- longe de não desejar
desatar os nós.
O peito se agita,
estou assim por causa
da tua breve ausência,
Ele se agita por uma vontade
amorosa de ser tua,
É uma vontade imperiosa de faiscar
com os arrepios da tua alma,
Escrever para nós
dois é uma ode à paz
que há de te trazer
de volta - e desejoso
da minha calma.
Doce inclinação como a leveza de um beijo, Desejo que não me esqueça, Que venhas em breve com a tua sedução - e me aqueça.
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