Branco
HOMENAGEM A MINHA QUERIDA PORTELA
Sinto a magia do seu encanto
No Pavilhão Azul e Branco
Da minha querida Portela
Conheço suas façanhas
Acompanho suas andanças
De outros carnavais
Meu coração se enche de alegria
Quando ouço esta maravilha
A sua famosa bateria
Acelerando o nosso coração
Tens sempre uma bela melodia
Que exaltam os seus dias
De Majestosa campeã
Me embalo em sua casa
Famoso ninho da águia
Morada de bambas, de sambistas geniais
Seus compositores cantam os seus amores
Suas Vitórias e dores
As sutilezas da vida
Na Velha Guarda esta toda a história
Sua verdadeira glória
Patrimônio de uma nação
És razão de muitas vidas
Alegria de gente sofrida
Mas sempre destemida
Que não te abandona Jamais!
Bagunça
ela como folha de papel em branco
Poesia sem início, nem meio e nem fim
o sonho dele passou a querer ser um lápis
ela de alma limpa, um livro a ser escrito,
ele sabia escrever palavras bonitas
mas deslumbrado com sua alma
não conseguia juntar as palavras
ela intensa como um universo
ele possuía estrelas em versos
o brilho dos olhos dela o desconcertava
ele não conseguia tecer as constelações
ela, tudo o que ele precisava
bastava ele organizar tudinho
ele, mais bagunçado do que organizado
ela em conflitos próprios
internos, sem palavras
disse-lhe o que vai fazer?
ele, assustado
entendeu que ela iria partir
e sem palavras
lhe disse que não sabia
o que fazer
ela, entendeu
ele a lhe dizer
me vou embora
e tal bagunça
bagunçou as vidas de ambos
uma eternidade de tempo depois
encontraram-se
arrumaram a bagunça
ele então disse-lhe
que sentia-se insuficiente
que ele era esse caos
essa bagunça
mas que a Amava
com toda sua alma
pediu que ficasse
tudo que ele queria ouvir
era ela dizer que não se importava
de continuar folha em branco
de continuar livro a ser escrito
não se importava de ele tecer um universo em caos
que não se importava fazer parte de uma bagunça
mas não sabia explicar o porquê,
se entristeceria muito em ir embora
no entanto
ela achou tudo muito complicado
e simplesmente, foi embora..
Quando de repente....uma folha em branco com uma caneta entre os dedos....a mente distante....os pensamentos começam a surgir....e vc começa a fazer dos rabiscos que sua vida se encontra......vai fluindo entre as linhas as mais belas palavras. Entre o sentimento e o amor....tudo se unem com perfeição. "Wellington Gonçalves"
Dia branco. Dia de todo dia. Quanto há de riqueza na pobre alma da arte: essa aprovação afirmativa da vida em que gosto de morar.
O Papel estava em branco,
O pensamento vazio,
Ai então ela foi chegando e invadindo o meu pensar...
Penso que quando penso,
O branco se colore,
Em sonhos e sons...
É a minha, ou a sua,
É o sol, ou a lua...
A caneta que escreve sentimentos puros,
Escritos com uma força imortal,
Dentro e fora de mim,
De uma forma surreal...
Pensando a caneta escreve,
Vai pintando todo o papel,
Nele fica um peso de sentimentos e desejos,
Ainda não compartilhados...
Nele também podemos dizer o que quiser,
Cabe tanta coisa,
Até sangue derramado,
Cabe morte e vida,
Tudo num elo sem fim...
A liberdade é um azul-turquesa e branco-pérola, algo muito simples e caloroso que nos faz sentir como um passarinho que voa sem rumo e sem direção, mas que se deixa levar pela brisa e pelo coração.
No envelope continha apenas um papel perfumado em branco, foi quando me toquei que era um cheiro enviado a distância.
O amor e tão lindo, que fazer ate o preto e branco ter cor, e tão leve que da para levar no coração , e tão bom que nós faz sorrir sem motivos, e tão contagiante que espalha em nossa volta.
"Considerando o branco que me deu, só gostaria de saber com quem reclamo por essa sombra no sinal logo hoje que todo mundo precisava de uma crônica insustentavelmente leve, soprada feito pluma para pairar até pousar na pena. Mas, se foi realmente sopro divino, talvez a pluma tenha criado vida e alçado voo. Talvez, seja aquele passarinho cantando próximo à sua janela. Nada mais que a minha ideia perdida tentando outra estratégia para alegrar seu dia." (A insustentável leveza da crônica).
CADA TANTO
Cada tanto que a poesia se abre, plena
E tatua o branco do papel com primores
Tenho sensação nesta tão poética cena
De atraentes sentir com criados vigores
E vou versando. A paixão não é pequena
Inspiração da alma, encantados louvores
Ali, repousados em uma sagrada patena
E, tão repleto de sentimentos amadores
Sim, eu, um casto sonhador, emocional
Dum coração, devaneador, sentimental
Enredado de uma sedutora imaginação
Na minha prosa, eu, conto o quotidiano
Se triste, o alegro, se pranto, do engano
Assim, canto, cada tanto, duma emoção
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05 abril, 2023, 14'00" – Araguari, MG
Eu escrevo livros semeando punhados de letras em folhas em branco; minh' alma as reúne em palavras que ecoam para sempre."
A vida é uma partitura em branco, e cabe a nós escolhermos as notas que vão preencher sua melodia.
Paulo Siuves
A vida é como um livro em branco,
Cada dia é uma nova página que podemos preencher com nossas escolhas,
E quando chegar o fim, o que realmente importa não será a quantidade de páginas,
Mas sim a qualidade da história que construímos e o legado que deixamos para trás.
A vida é como uma tela em branco,
E nós somos os artistas que têm o poder de criar a nossa própria obra de arte,
Com pinceladas de amor, coragem e determinação,
E deixando um legado de inspiração para as gerações futuras.
olá. No seu questionário eu deixei uma questão em branco, e estou respondendo por aqui. O que eu queria dizer é que eu me sinto muito mal por não ter aproveitado mais aquele ano com você. Eu não posso dizer que foi ruim os momentos em que estivemos juntos, mas eu queria que tivéssemos mais. Eu acho que ja falei varias vezes do tempo em que nos conhecemos né? bom, eu me lembro bem quando você era uma pessoa que me maltratava e me batia ( as vezes eu te irritava de propósito ); mas eu gostava bastante. Depois de um tempo você começou a agir diferente comigo. Algumas pessoas me avisaram do que estava acontecendo, e eu também percebi; foi quando você começou a gostar de mim. Eu não sei bem como eu reagi a isso, mas eu me lembro que fiquei bem feliz. Não me lembro quando eu comecei a gostar de você, mas sinto falta desse tempo. Eu sei que ja disse varias vezes isso mas, se não fosse por você ter saído da escola... Ainda estaríamos juntos ate hoje ( bom, pelo menos pra mim estaríamos). Eu sei que fiz muitas merdas com você; coisas que eu me arrependo muito. Mas queria me desculpar e dizer que se eu tivesse a oportunidade um dia de voltar, eu não pensaria duas vezes.
desculpa por esse texto longo, mas como você fez um questionário, queria fazer algo para você também ^^
ass: Lucas Hideki 19/07/2020
Preciso ser exorcizado para nenhum mal não ser desejado nem frequentado ao meu espírito branco pelo escuro do demônio de luz apagada.
Vindima à do Pinto, meu Deus, que alegria,
naqueles castelos de belos lugares,
do branco e do tinto, Foupana e Judia,
mais a fortaleza que há nos Vilares.
O trabalho é duro, compensa-me a alma,
feita destes bichos de todas as cores,
e então, o futuro apressa-me a calma,
trabalho em caprichos de calos e dores.
Depois azeitona, na encosta das Boiças,
em grande algazarra, sem deixar um bago,
e na mesma zona, nas mesmas retoiças,
peguei na guitarra, fui pra São Tiago.
Voltei ao lugar onde fiz a vindima,
com mais oliveiras vestidas de preto,
não tive vagar de fazer uma rima
às malas bonitas e ao rancho completo.
Atiro-me à poda, contente nas provas,
deixo as esperas, perto da De Moura,
tiro a roupa toda, deixo varas novas,
e afio as quimeras da minha tesoura.
Se fui aos arames, guardei as ressacas
de tantas preguetas e pregos aos berros,
com velhos ditames desse bate-estacas,
bati, sem caretas, o aperto dos ferros.
Sem sombras à vista, um sol desalmado,
pelo campo agreste, caminho à vontade,
não há quem resista a este telhado,
que em nada se veste, nesta liberdade.
Faço o que ninguém aqui quer fazer,
levanto a enxada a dois metros de altura,
e vou mais além, onde o patrão quer,
desde madrugada, nesta vida dura.
Tanta poda verde, meu Deus, o que é isto?
Perto de Arraiolos, Arcos e Estremoz,
só ganha quem perde, e eu não desisto
destes protocolos com mais de dez nós.
Coitados dos alhos, perto de Fronteira,
quando me viram, ficaram espantados,
meti-me em atalhos, junto à ribeira,
e ficaram três foitos ali atascados.
A vida é dos fortes, que aqui se alimentam,
sem medo ou receio destes dias maus,
benditas as sortes, as sinas que aventam
um homem no meio de quarenta graus.
Na fruta madura, alimento as queixas,
subo o escadote, meto mãos à obra,
em grande aventura, apanho as ameixas,
fazendo um pinote com força de sobra.
Nesta comunhão, sem logro, sem preço,
passei mais um ano, vivido a retalho,
e pra ter o pão que também mereço,
só peço saúde, respeito e trabalho.
