Bonito Mesmo
O medroso serve de capacho para os medrosos! Quem explora um medroso é tão pior quanto o mesmo! Afinal querem sempre um bobo para jogar suas mazelas!
O pior abandono é ausentar-se de si mesmo, o pior desleixo é deixar de fazer o que se quer, o pior inimigo que pode existir, é alguém que nega o que seu coração tem de melhor pra oferecer!
O primeiro valor é de si pra si mesmo! O segundo, são as consequências que o amor próprio gera a si mesmo! Portanto se desvalorizar, correndo atrás de pessoas que não te dão o devido valor, que o mesmo possui! É se sabotar em vida!
O amado é para mim
Como a luz no fim do túnel
Mesmo quando me canso de caminhar
Sua luz continua a brilhar.
Sábio
Penso que é sábio o homem que reconhece o seu erro mesmo que tenha sido induzido a errar por alguém que sempre comete erros.
José Sérgio Batista
Ser só não é sinônimo de tristeza.
Mas sim um tempo de encontro consigo mesmo.
A saudade de ter alguém para compartilhar alegrias existe, sim, mas o coração permanece em paz, firme em não deixar a solidão virar tristeza.
Explicando o inexplicável.
Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.
Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.
Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.
E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.
Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.
"Cuidar do corpo é um investimento valioso em si mesmo, que traz benefícios não só físicos, mas também mentais e emocionais."
O bom é em si mesmo mau.
O mau, neste modelo de mundo, sempre vencerá. É utopia neste momento crer que o bem ou o bom sobrepujarão as coisas ruins no final.
Em nossa história o bem nunca venceu o mal, e a explicação é simples, o homem mau não respeita as regras, enquanto o bom, joga na esperança de que a regra por ele criada lhe traga justiça. Há neste caso um claro desequilíbrio.
Não se combate armas com flores, da mesma forma, não se combate o homem mau, com bondade. É necessário que as armas sejam equivalentes. Injustiça deve ser combatida com injustiça, e a maldade deve ser retribuída na mesma ou, em maior proporção. Somente assim, se alcança a paz. E a paz é conquistada pelo medo, pelo temor e não pelo amor.
Neste momento você deve estar achando que eu estou delirando, mas, colocarei algumas questões abaixo para vossa reflexão.
As pessoas ditas como boas, carregam um jargão que diz: “O que se faz nesta terra, será pago nesta terra”. Neste caso, está implícito uma espécie de praga ou maldição saída da boca das pessoas que se dizem “boas”, mas, vejamos: Coisas ruins também acontecem com pessoas boas. Ninguém, por qualquer qualidade, escapa dos infortúnios da vida. Pessoas boas ou más, adoecem, definham, morrem, sofrem acidentes, enfim...Não é exclusividade da qualidade.
Noutro ponto a história é recheada de feitos e fatos que muitas vezes não são a expressão da integridade moral e do bem que queremos que reine neste paraíso. Temos uma ideia manipulada e rasa, totalmente desfocada, somada a uma cegueira seletiva quanto aos fatos que acreditamos que sejam “bons”, pois, sendo bons estes justificam a nossa própria ignorância acerca do mau. Por exemplo, quando falamos da Segunda Guerra Mundial, em que a turma do Eixo (o mal), foi vencida pela turma da Aliança (o bem), não levamos em consideração as bombas atômicas lançadas, os massacres, estupros, assassinatos, sequestros, e outros crimes ocorridos em massa que foram cometidos pela turma do “bem”, em nome da libertação do “mal”, sendo que ao final foram julgados inclusive pela história, somente a galera do “mal”. O “bem” venceu o “mal”.
Neste caso, o da guerra, é impossível negar que houve um equilíbrio macabro, ou seja, a agressão foi combatida com agressão, mortes com mortes, massacres com massacres e, a história sempre contada pelos vencedores definiu de um lado a vítima e de outro lado um agressor, e a faixa da vítima será sempre dada aos vencedores, a fim de justificar as atrocidades praticadas por esses. Se é vítima, haverá sempre defensores da violência justificável. Isso é ser bom? Ou o bem é relativo?
Tragédias justificáveis não tornam as ações boas, e nem nos tornam melhores pessoas, pois dessas ações sempre resultará sofrimento. O ponto aqui é que acreditamos piamente que tais crueldades são justificáveis. Mais uma vez, o “bem” vence o “mal”.
Sem o mal é improvável ver ou vivenciar o bem. Só damos valor à saúde, quando ficamos doentes, só damos valor às pessoas quando as perdemos, só reconhecemos o valor de um alimento quando passamos fome.
Nossas ações positivas são letárgicas porque somos seres que adormeceram cobertos pelo manto do pacifismo mórbido, e neste caso, ineficiente ao combate do mal. Se algo de ruim acontece, tomarei uma providência que ao tempo e para a sociedade que me cerca, pareça a mais justa e moralmente aceita, o que é em muitos casos, ineficaz.
Afirmar que a essência do ser humano é boa, é navegar na hipocrisia do próprio ser.
A hipnose coletiva do bem encobre a nossa maldade, pois a maioria dos seres humanos tem como qualidades o altruísmo sem sacrifício, a fé sem credo, a humildade vaidosa, a caridade abastada, a coragem dos covardes e o heroísmo dos fracos. Estas situações ocorrem rotineiramente e são positivadas pela sociedade.
Em nome da fé, da moral, dos costumes, da liberdade, matam-se. Mas...está tudo certo, é pelo “bem”.
Assumirmos que o mau sempre vence, não é ruim, é na verdade um choque de realidade necessário para a construção de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa e equilibrada. Aquelas pessoas cujas visões estão sempre nos benefícios celestiais dizendo que os humildes e os bons herdarão o reino celestial, não entenderam que é necessário para este fim, morrer.
Não quero dizer que tenhamos que ser maus em ações, ao contrário gostaria que entendesse que a tão sonhada paz entre os seres humanos, só se consegue pelo entendimento da força e do medo. E neste caso, assim como sempre ocorreu nesta humanidade, somente os fortes podem falar de paz.
O bem que conhecemos e aplicamos, em muitas vezes ele é mais danoso e maléfico aos seres humanos do que o próprio dano inicial sofrido por este, pois, a ineficiência da ajuda se contrasta com a necessidade que urge e, a esmagadora maioria das pessoas são tão boas e generosas quanto aos seus próprios esforços e interesses.
O símbolo cristão do Pelicano no ninho, alimentando sua prole com a própria carne, retrata o altruísmo que deveríamos ter, mas, que não possuímos. As ideias e os ideais de bondade sempre existirão, da mesma forma, a eterna lenda de que o bem vencerá o mal, sempre deverá ser contada para enganar a nossa essência covarde que sem forças para lutar, prefere se deleitar na ideia de um futuro que chegará trazendo luz, leite e mel, para aqueles que forem sem luta, sob o falso nome de humildes, subjugados. O amanhã a ser vivido é o hoje, pois o amanhã nunca chega.
Até as histórias em quadrinhos retratam estas ideias. Os vilões são sempre os mesmos, porque não foram mortos pelos heróis, e continuam fazendo maldades e matando pessoas, até serem presas novamente pelos heróis, para depois fugirem e continuarem com o pacote de maldades, e o ciclo não se finda. Não há evolução.
Embora acredite que o mal domine, vivo na utopia de que o bem ao final vencerá. Não verei isto acontecer pois já terei partido deste plano, da mesma forma acredito que ninguém verá isso acontecer brevemente. Mas... o bem vencerá! Afinal se conseguimos fazer do paraíso o nosso inferno. Quiçá possamos reverter.
Paz e bem.
Massako 🐢
Mesmo quando :
A paixão passar
A beleza acabar
A rotina nos desgastar
A monotonia nos intediar
As diferenças nos estressar
A vida nos testar
A saúde fragilizar
O dinheiro nos faltar
As tristezas nos desanimar
quando o fim chegar
É com você que eu quero estar
Deus está em nossos templos?
Não meu irmão, ele não está e isso é fácil de saber, ate mesmo os ímpios tem notado que ele não está aqui.
Homens ímpios tem frequentado os nossos cultos e eles não tem visto Deus, apenas palavras, falamos, ele esta aqui?
Seus cabelos são como as ondas do mar: vêm e vão (vã), mas sempre presos ao mesmo lugar.
Parece que você se esqueceu do que te fez chegar onde está.
Teu orgulho é tão corrosivo quanto esse hábito crônico, feito um cachorro que volta ao próprio vômito."
PARE agora mesmo e respire!
Se você pensou em desistir, se encontrou um obstáculo e achou difícil continuar, tire um tempo para fazer algo que relaxe seu corpo e mente, mas depois volte e continue a construir seu sonho.
Não desista de primeira, peça ajuda também, construa relações com pessoas que visam o mesmo que você, troque conhecimento e experiência e se afaste de quem as distanciam.
Lembre-se que você é capaz de chegar onde almeja, mesmo que seja desafiador.
